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Sem o dinheiro barato e subsidiado do banco, empresas foram ao mercado de capitais e captaram R$ 169 bilhões entre janeiro e setembro. Títulos privados podem ser uma boa opção para quem busca rentabilidade mais gorda do que os papéis do governo
Sabe aquele valentão da escola que ocupa o playground na hora do recreio e não deixa mais ninguém brincar? Era mais ou menos assim que o BNDES atuava nos anos anteriores à crise.
Com muito dinheiro e taxas de juros camaradas - subsidiadas com o nosso dinheiro -, o banco de desenvolvimento emprestou bilhões de reais a empresas que poderiam se financiar captando recursos de investidores no mercado de capitais.
Apenas em 2013, o BNDES chegou a desembolsar R$ 190 bilhões, na política que ficou conhecida como “bolsa empresário”. Com a mudança na orientação do banco, os empréstimos recuaram mais da metade em relação ao pico e somaram R$ 71 bilhões no ano passado.
A redução de tamanho do BNDES e o fim dos empréstimos com taxas subsidiadas abriram espaço para o mercado de capitais brasileiro voltar a florescer. E essa é uma ótima notícia para você que tem dinheiro para investir.
Quando uma empresa vem a mercado em busca de recursos, ela pode emitir títulos de dívida, como debêntures, ou fazer uma oferta de ações na bolsa. Em um cenário de taxas de juros baixas como o atual, aplicar em um papel privado pode ser uma boa opção para quem busca uma rentabilidade mais gorda do que os títulos públicos.
Ao juntar a fome das empresas com a vontade de comer dos investidores, as captações de recursos no mercado de capitais somaram R$ 169,2 bilhões, considerando apenas as operações locais. Esse volume representa um crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Anbima, associação que representa as instituições financeiras que atuam no mercado.
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Um dos destaques foram as debêntures de infraestrutura, cuja aplicação possui isenção de imposto de renda para pessoas físicas. As emissões atingiram R$ 15,8 bilhões no ano, três vezes mais que no mesmo período do ano passado. Se quiser saber mais sobre os números divulgados hoje, leia também esta reportagem publicada pelo Seu Dinheiro.
Em um mundo ideal, o banco de desenvolvimento atuaria apenas nas operações necessárias para o país, mas para as quais não há demanda no mercado de capitais, seja pelo prazo ou pelas características.
Em entrevista recente ao Estadão/Broadcast, o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, disse que não haverá espaço para uma reviravolta da política de subsídios do banco, independentemente do candidato que vencer as eleições presidenciais. A conferir.
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