Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Melhores condições

Empresas trocam financiamento do BNDES por investidores

Empresários passaram a encontrar no financiamento privado condições de empréstimos mais favoráveis, com juros menores e maior liquidez

Notas de dinheiro
Imagem: Shutterstock

Em cinco anos, as empresas conseguiram reduzir quase à metade a dependência por financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com juros mais baixos e maior liquidez, elas encontraram no apetite de investidores o espaço para substituir os empréstimos do banco de fomento por emissões de títulos e de ações no mercado interno e externo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Levantamento feito pelo Centro de Estudos de Mercado de Capitais (Cemec) mostra que de 2013 para cá a participação do banco estatal caiu de 20% para 12,9% no total da dívida das empresas. O movimento é resultado da queda brusca dos desembolsos do banco. Em 2013, a instituição liberou R$ 190 bilhões, o maior volume da série elaborada pelo Cemec. Em termos de comparação, no período de 12 meses até setembro deste ano, o montante foi de apenas R$ 64 bilhões.

No mesmo intervalo, as emissões de títulos e ações no mercado de capitais subiram de R$ 140 bilhões para R$ 226 bilhões. "Em 2018, apesar da economia deprimida, o volume captado no mercado de capitais já é superior ao maior desembolso do BNDES, em 2013", diz Carlos Antonio Rocca, diretor do Cemec - instituição que se associou à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Ele explica que esse movimento é reflexo de algumas mudanças significativas na economia brasileira. A primeira dela vem do próprio BNDES, que hoje vive uma nova política operacional. No passado, diz Rocca, os juros subsidiados desestimulavam as empresas a buscar outras fontes de financiamento, já que a mais barata vinha do banco de fomento.

Com a mudança nos juros da instituição e queda da taxa Selic no País, as condições se tornaram mais favoráveis. De um lado, as empresas precisavam lançar papéis no mercado para investirem ou para refinanciar débitos mais caros - algumas vezes do próprio BNDES.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Retorno

Do outro lado, havia uma série de investidores que buscavam se arriscar mais por maiores retornos nas aplicações, já que a rentabilidade dos títulos públicos, que sempre reinaram entre os investimentos dos brasileiros, caiu com a Selic - hoje em 6,5% ao ano, explica o presidente do Comitê de Finanças Corporativas da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Sergio Goldstein.

Leia Também

CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?

Cristiano Ronaldo dá passe açucarado para internacionalização da CazéTV com compra de ações da LiveModeTV às vésperas da Copa do Mundo

MUITO ALÉM DO CASO YPÊ

Investigada pela morte de 200 animais, fabricante de ração sofre novo revés na Justiça

As condições do mercado internacional também ajudaram as empresas brasileiras na emissão de títulos. No primeiro semestre, os juros externos estavam baixos e a demanda por novos papéis era alta, afirma o diretor do Citibank, Eduardo Freitas.

Nesse cenário, destaca ele, muitas companhias aproveitaram para antecipar financiamentos que estavam para vencer. Segundo o Cemec, a participação do mercado externo na dívidas das empresas subiu de 25,5%, em 2013, para 40% em setembro deste ano.

"Esse movimento foi decorrente tanto dos juros baixos no exterior como das oscilações do câmbio no mercado interno", explica Rocca. Na avaliação dele, o mercado de capitais reagiu fortemente nos últimos anos e tem potencial para continuar nesse ritmo daqui para frente, especialmente se os juros continuarem baixos e o BNDES mantiver a política atual. "O que se espera de um banco estatal é que ele atue em áreas em que o mercado privado não consegue atender, como inovação, pequenas e médias empresas e infraestrutura."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o BNDES, a queda de desembolsos nos últimos anos é resultado especialmente da falta de investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
shein shopee aliexpress varejistas taxa das blusinhas renner lren3 13 de maio de 2026 - 18:57
Imagem mostra uma peça de carne ao ponto, cortada sobre uma tábua de madeira, com temperos ao redor 13 de maio de 2026 - 10:45

FIM DO CHURRASCO EUROPEU

UE proibirá compra de carnes do Brasil; entenda qual foi a justificativa

13 de maio de 2026 - 10:45
Gabriel Galípolo, Banco Central 12 de maio de 2026 - 12:15
diabo veste prada 2 11 de maio de 2026 - 15:13

O DIABO VESTE PRADA, GUCCI, CHANEL...

‘O Diabo Veste Prada 2’ precisa de apenas 10 dias para superar bilheteria do primeiro filme

11 de maio de 2026 - 15:13
airbnb stj ID da foto:1124285654 11 de maio de 2026 - 14:20
11 de maio de 2026 - 11:55

FIM DO "SABOR CHOCOLATE"?

Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates

11 de maio de 2026 - 11:55
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 10 de maio de 2026 - 15:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia