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Mercado especula que presidente do BNDES possa seguir no cargo em um eventual governo Bolsonaro; Dyogo evita o assunto

O mercado financeiro começou a especular nos últimos dias a possibilidade de que Dyogo Oliveira possa ficar no cargo de presidente do BNDES depois da posse do novo presidente, que será eleito neste domingo, 28.
A ideia de que Oliveira tenha espaço em um eventual governo Bolsonaro, hoje favorito para levar a eleição (segundo as pesquisas), dá um gás para a expectativa de que banco de fomento mantenha sua política atual de diminuir de tamanho e focar em pequenos e médios negócios. Esse plano teve início no governo de Michel Temer.
Mas o próprio Dyogo evita falar sobre o assunto. Ele disse nesta segunda-feira, 22, ao Broadcast/Estadão que ficará no comando do BNDES até 31 de dezembro e evitou dizer se poderá continuar depois disso.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de continuar no banco a partir de 2019, Dyogo disse que é "funcionário público, você sabe... sou do governo. Eu fico sempre no governo e, no caso, tenho certeza de que fico no banco até o dia 31 de dezembro. Daí para frente, não tenho nenhum comentário a fazer".
O silêncio do Dyogo não é novidade. Desde que era ministro do Planejamento de Michel Temer, ele evita dar declarações que vão além do planejado. Foi assim no Planejamento, e segue assim no BNDES. Vale lembrar que, durante os governos do PT, Dyogo também teve participação ativa no Ministério da Fazenda, chegando a ser secretário-executivo do ministério.
A fala de hoje me fez lembrar a entrevista exclusiva que fiz com o Dyogo em Brasília, em maio deste ano. Os personagens eram quase opostos: de um lado, eu naquela correria tradicional dos jornalistas da capital federal. Do ouro, ele com toda a tranquilidade que conseguia transmitir pelo tom de voz. Naquela ocasião, saí com a curiosidade aflorada: não tinha pergunta que me fizesse arrancar dele qualquer pista sobre os próximos passos do banco.
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Mesmo não batendo o martelo sobre 2019, o presidente do BNDES trouxe pistas sobre a transição da atual administração para a nova. Segundo ele, o processo começará no dia 29 de outubro, logo após a eleição. "As equipes do banco estão levantando dados, documentos, para começar a discutir com a equipe que vai entrar. Mas não há nenhum trabalho de transição ainda".
*Com Estadão Conteúdo.
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