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Se a previsão se confirmar, o aumento será de 2,2% em relação às vendas da mesma data no ano passado, já descontada a inflação.
O comércio varejista deve movimentar R$ 3,27 bilhões em vendas durante as promoções da Black Friday deste ano, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se a previsão se confirmar, o aumento será de 2,2% em relação às vendas da mesma data no ano passado, já descontada a inflação.
O mês de novembro para o varejo brasileiro, até 2010, era considerado fraco pelos varejistas. A partir da difusão da Black Friday, o mês que antecede o Natal passou a apresentar todos os anos, desde então, um pico de vendas, consolidando o "evento", que neste ano se dará na próxima sexta-feira, dia 23.
As promoções da data passaram a fazer diferença no varejo principalmente nos segmentos de eletroeletrônicos, utilidades domésticas, móveis, eletrodomésticos, livrarias e papelarias. Em 2010, o varejo movimentou R$ 1,88 bilhão na data. Nos anos seguintes, mais setores passaram a aderir a às promoções, ampliando as opções de desconto para os consumidores.
De acordo com o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes, ainda falta engajamento das lojas de roupa. "A Black Friday vem ganhando volume ano a ano, porque alguns setores do varejo demoraram um pouco para embarcar nas promoções da data. As vendas cresceram mais naqueles segmentos em que o varejo eletrônico é um pouco mais forte. O varejo de vestuário até está online, mas é muito pulverizado", explicou.
Para Túlio Saraval, sócio diretor da Sorocred, empresa de cartões de crédito, o aumento no faturamento e nas vendas também se deve, em parte, à recuperação da confiança do consumidor. "O cliente precisa estar confiante de que não vai perder seu emprego, que sua situação está estabilizada ou melhorando. Em outubro, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas avançou 4,0 pontos, o que aponta que o consumidor está mais confiante e esperançoso quanto aos próximos meses. Isso tem um impacto direto nas vendas", afirma Saraval.
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Para quem está querendo aproveitar as promoções, Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que novembro já não é o melhor mês para garimpar preços. Segundo ela, a pesquisa feita hoje já está muito comprometida, pois nessa época os preços podem ter sido artificialmente elevados para simular descontos.
De acordo com a economista, para quem se planeja com antecedência de pelo menos três meses, a Black Friday pode ser uma boa oportunidade de negócios. Sem o monitoramento de preços prévios, no entanto, é difícil fazer bons negócios.
Ione Amorim acrescenta, ainda, que o efeito manada na hora das compras pode levar o consumidor ao sentimento de "estar perdendo alguma coisa", o que resulta em compras por impulso: "Muitas vezes a pessoa está comprando algo que ela não tem nenhuma necessidade, mas ela foi psicologicamente estimulada." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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