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Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Balanço

Resultado da Ambev mostra impacto da crise na Argentina e vendas fracas no Brasil

Companhia registrou queda de 10,2% no lucro líquido ajustado para o trimestre, a R$ 2,864 bilhões; Goldman Sachs avalia resultados como “decepcionantes”

25 de outubro de 2018
6:53 - atualizado às 10:12
Fábrica da Ambev no Rio de Janeiro
Imagem: shutterstock_

A Ambev divulgou seus resultados do 3º trimestre nesta quinta-feira, 25.

Veja os números comparados ao mesmo período do ano passado e as estimativas do mercado, de acordo com a Bloomberg:

  • Lucro líquido ajustado: R$ 2,864 bilhões. A expectativa era de R$ 2,210 bilhões. Em 2017, foi de R$ 3,100 bilhões no mesmo período
  • Ebitda: recuou a R$ 4,451 milhões e ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de R$ 5,133 bilhões. Em 2017, foi de R$ R$ 4,552 bilhões no mesmo período
  • Receita líquida: caiu a R$ 11,064 bilhões. A expectativa era de R$ 12,188 bilhões. Em 2017, foi de R$ R$ 11,362 bilhões no mesmo período

Pior que a indústria

A empresa disse que a queda na receita está relacionada com a variação cambial do período, citando pressões inflacionárias na Argentina e preços mais elevados das commodities.  Segundo a companhia, houve queda de 3,1% no volume de cerveja vendido no país, resultado pior que o desempenho médio da indústria, que teve recuo de 2,5% no período.

'Resultado decepcionante'

O Goldman Sachs avaliou como "decepcionantes" os resultados divulgados pela Ambev, apontando a Argentina como o principal ponto fraco da empresa. "A mudança na contabilidade na Argentina teve um impacto maior do que o esperado nos resultados e pode continuar sendo um problema para o restante do ano", o analista Luca Cipiccia no relatório.

Destaques

Em comunicado aos investidores, a empresa destacou que acredita na aceleração do crescimento do Ebtida no Brasil ainda em 2018: "Permanecemos otimistas quanto às perspectivas de longo prazo no país, na medida em que vemos diversas oportunidades à nossa frente e estamos bem posicionados com um forte portfólio para capitalizar sobre essas oportunidades".

Por outro lado, a fabricante de bebidas optou por reduzir a divulgação de metas para este ano, deixando de informar expectativas para investimentos ou evolução de custos do negócio como um todo no Brasil.

A companhia também disse permanecer cautelosa com os investimentos na Argentina a curto prazo, mas se diz confiante para o médio e longo prazo.

A empresa destacou o bom desempenho das vendas em volume na América Central além de afirmar que continuará comprometida melhorar seu desempenho no Canadá.

*Com Estadão Conteúdo 

Comentários
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