Gramado Parks
Impasse no comando da gestora do fundo imobiliário DEVA11 derruba cotas do FII na B3; controladores e gestores da Devant se enfrentam na Justiça
A queda ocorre em meio a dúvidas dos investidores a respeito de quem está no comando da gestora e, consequentemente, da condução do FII
Gestores do fundo imobiliário DEVA11 são demitidos pela RTSC, que alega irregularidades na Devant; executivos dizem que decisão não é válida
Destituição ocorre em meio a disputa entre os executivos da Devant e a holding RTSC; fundo DEVA11 está entre os que sofreram com inadimplência em títulos de crédito neste ano
Fundo imobiliário HCTR11 volta a investir em títulos ligados à Gramado Parks no mês da assembleia que aprovou renegociação das dívidas
A Hectare, gestora do FII, disse que não irá se pronunciar sobre o assunto. Já a Fortesec, emissora do ativos, destacou que é mérito da securitizadora ter conseguido manter os títulos fora da recuperação judicial da companhia
Devant, gestora do fundo imobiliário DEVA11, entra na Justiça para suspender waiver para títulos da Gramado Parks que deram calote em FIIs
Segundo a gestora, houve irregularidades nas assembleias que concederam a carência de pagamento aos títulos
Gestora do DEVA11, fundo imobiliário vítima de calotes da Gramado Parks, abre sete processos contra emissor de títulos e questiona “waiver”
A Devant Asset abriu sete processos para “possibilitar o acesso aos documentos que evidenciam e justificam movimentações financeiras” envolvendo CRIs inadimplentes
É o fim dos calotes? Gramado Parks renegocia mais de R$ 1 bilhão em CRIs que têm HCTR11 e outros fundos imobiliários como credores
A Fortesec afirma ter realizado assembleias com os credores de seis CRIs ligados à companhia e que somam mais de R$ 1 bilhão em saldo devedor
HCTR11 despenca 31% em setembro e anota maior queda do IFIX; fundo imobiliário sofreu com calotes e cortou dividendos — relembre
O desempenho do FII é afetado pelo mesmo fator desde março deste ano: a inadimplência de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) do portfólio
HCTR11 e fundos imobiliários do caso Gramado Parks despencam até 70% no ano e se tornam os mais baratos da B3, segundo ranking da Órama; vale a pena investir?
A ferramenta da Órama atribuiu uma nota para os FIIs com base em duas métricas quantitativas: o dividend yield e a relação entre preço e valor patrimonial
Gestora ligada a fundos imobiliários que sofreram calote da Gramado Parks volta a gerir FII que investe na companhia
Um dos elos entre a companhia em recuperação judicial e os fundos que foram alvo de inadimplência foi restabelecido hoje
TORD11 e outros fundos imobiliários que tomaram calote da Gramado Parks e bronca da B3 despencam até 15% e têm maiores quedas do IFIX em julho
Quatro nomes que investem em títulos da companhia em recuperação judicial lideram as perdas do principal índice de FIIs da B3
HCTR11 e outros fundos imobiliários que levaram ‘bronca’ pública respondem à B3; FIIs dizem que calote atrasou balanços
De acordo com a Vórtx, administradora dos ativos, o atraso está ligado a problemas com inadimplência de CRIs e empresas nos quais os FIIs investem
HCTR11, DEVA11 e outros fundos imobiliários alvos de calotes da Gramado Parks são censurados publicamente pela B3; entenda
A administradora dos quatro FIIs foi censurada por um atraso na entrega das demonstrações financeiras do ano passado, que deveriam ter sido publicadas em março
Fundo imobiliário acionista da Gramado Parks fica com patrimônio líquido negativo após ajuste e nova gestora renuncia ao posto; entenda
A passagem da Catalunya pela gestão do SRVD11, que é sócio da empresa que deu calote em diversos FIIs da B3, durou pouco mais de dois meses
Fundos imobiliários: Pátria Logística (PATL11) salta 15% e anota maior alta do mês; FIIs de papel alvo de calote despencam
Com os investidores antecipando um corte de juros em breve, os fundos de tijolo dominaram as maiores altas do IFIX em junho
Fundos imobiliários ligados à Gramado Parks disparam até 39% e anotam as maiores altas de maio; veja os FIIs que mais caíram no mês
Uma das razões para o salto é o desempenho dos fundos de papel do tipo high yield, que entregam remunerações maiores em troca de um risco de crédito mais elevado