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2018-10-09T10:48:42+00:00
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Em queda

Produção industrial recua em seis estados em agosto

Média de produção do país caiu 0,3% em agosto ante julho, segundo o IBGE

9 de outubro de 2018
10:38 - atualizado às 10:48
Produção industrial
Produção no estado de SP, que representa o maior parque industrial do país, recuou 0,9%. - Imagem: shutterstock

A produção industrial recuou em 6 de 15 estados pesquisados em agosto ante julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 9.

Na média do país, a produção caiu 0,3% em agosto frente ao mês anterior. No acumulado do ano, a indústria avançou 2,5%. Nos últimos 12 meses, perdeu fôlego e passou de um avanço de 3,3% em julho para 3,1% até agosto.

O estado de São Paulo, que representa o maior parque industrial do país, apresentou um recuo de 0,9%.

Veja quais estados também registraram queda:

  • Amazonas (-5,3%)
  • Pará (-1,1%)
  • Espírito Santo (-0,9%)
  • Santa Catrina (-0,7%)
  • Rio de Janeiro (-0,3%)

No caminho inverso, os seguintes estados avançaram:

  • Mato Grosso (3%)
  • Bahia (2,7%)
  • Pernambuco (2,6%)
  • Ceará (1,5%)
  • Região Nordeste (1,5%)
  • Rio Grande do Sul (0,8%)
  • Paraná (0,7%)
  • Minas Gerais (0,5%)
  • Goiás (0,2%)

Comparação anual

Quando levado em consideração o desempenho dos estados nos oitos primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, 11 dos 15 locais pesquisados.

Amazonas (10,9%)

Pará (9,2%)

Pernambuco (5,6%)

Santa Catarina (4,6%)

Rio de Janeiro (4,5%)

São Paulo (3,7%)

Rio Grande do Sul (3,7%)

O que puxou?

O avanço desses estados foi puxado pela expansão na fabricação de bens de capital, principalmente aos voltados para o setor de transporte e para construção. Além disso, influenciaram os bens intermediários, como minérios de ferro, celulose, óleo diesel, naftas para petroquímica, querosenes de aviação, siderurgia, derivados da extração da soja, preparações em xarope. Por fim, entram na lista os bens de consumo duráveis, semi e não duráveis, que incluem desde eletrodomésticos a carnes de bovinos congeladas e produtos de higiene pessoal.

*Com Estadão Conteúdo

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