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De acordo com o presidente da Câmara, estratégia é não deixar que algumas corporações trabalhem com informações falsas
Tão ou até mais importante que definir idade mínima, regras de transição ou sistema de capitalização, aprovar uma reforma da Previdência passa por uma dura batalha de comunicação.
O deputado não vai votar um projeto se a percepção geral, mesmo que formada por “memes” e vídeos com continhas duvidosas no “YouTube”, trouxer a eterna e por vezes equivocada batalha de classes. Mentiras confortantes e ilustradas causam estragos, por vezes, irreparáveis.
Os detentores de “direitos adquiridos” e outros “justos privilégios” mostram enorme capacidade de usar os pobres como uma barreira para impedir mudanças nos sistemas de previdência e de tributos. É uma das facetas da “tirania do status quo”.
Por isso, o ponto que chamou atenção nas falas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do ministro da Economia, Paulo Guedes, foi justamente a ênfase em combater informações falsas e descoladas da realidade, as famigeradas “Fake News”. E sabemos bem que a velocidade de propagação de uma informação é inversamente proporcional à sua veracidade.
Maia foi enfático ao dizer que o problema não é a reforma, mas sim “as mentiras que se falam sobre a reforma”. A estratégia, segundo o presidente da Câmara é não deixar que algumas corporações, de entes públicos notadamente, trabalhem com informações falsas.
“Nosso problema no debate da previdência no governo Michel Temer foram as falsas informações que algumas categorias levaram à sociedade”, disse.
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De acordo com Maia, se o brasileiro soubesse que o trabalhador que se aposenta com um salário mínimo, aos 65 anos, pois não conseguiu cumprir o prazo de 15 anos de contribuição, financia a aposentadoria de quem se aposenta com 55 anos e ganhando mais, talvez o Brasil tivesse uma crise de relacionamento, “quase uma guerra civil”.
“Se os brasileiros tivessem a informação correta de que é o pobre que paga a aposentadoria dos que ganham mais, talvez os brasileiros entrassem em processo de muita revolta”, disse.
Segundo Maia, aquele que está se aposentando mais cedo e com maior salário vai para imprensa dizer que é o trabalhador que ganha salário mínimo que será prejudicado. De acordo com ele, a proposta não tira nada dos que ganham menos e organiza para os que ganham mais.
Vimos essa batalha de desinformação acontecer em vídeos e campanhas de corporações ao longo do governo Michel Temer e essa campanha de desinformação já volta a se articular.
“Temos mais experiência, hoje, e não vamos deixar que algumas corporações tratem a reforma com falsas verdades. Vamos tratar dela com a verdade. Se tratarmos com as verdades, vamos ganhar essa batalha”, disse Maia.
Para Maia, o vazamento de um desenho da proposta da reforma, na segunda-feira, já é o início do trabalho para desorganizar a votação do projeto. Guedes também atacou o vazamento.
“Quando o brasileiro souber que o maior sistema de transferência de renda do mundo é a Previdência brasileira, vamos ter o apoio da sociedade”, afirmou Maia.
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Guedes voltou a falar que a Previdência brasileira tem sido uma fábrica de desigualdades, perpetuando privilégios e acentuando diferenças e desigualdades sociais. O que se busca, segundo o ministro, é uma reforma que “atenue”, que “reduza” isso.
Segundo Guedes, é preciso difundir que a reforma é “virtuosa” e não cair na “armadilha corporativista dos que se beneficiam com isso, daqueles que vazam e tentam atacar o tempo inteiro”.
Segundo Maia, a reforma é essencial para o equilíbrio das contas públicas e o governo tem de chegar a um modelo que garanta um impacto fiscal capaz de garantir a redução ou estabilização da relação dívida/PIB no curto prazo.
"Eu aposto com vocês que se a gente aprovar a Previdência, o Brasil vai crescer nos 12 meses seguintes mais de 6%", disse Maia.
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A projeção é do próprio presidente da Câmara que disse ter certeza de que "pelo PIB potencial que o Brasil tem hoje, vamos crescer mais de 6% [taxa anualizada] nos 12 meses seguintes" à aprovação.
"Aposto muito que a reforma vai tirar muitos brasileiros do desemprego, do desalento e da pobreza, porque ela vai garantir o equilíbrio fiscal de longo prazo", disse.
Maia disse que a proposta do governo é muito boa e que ele não precisa do texto final para entender o escopo da reforma. "Quando chegar na Câmara, a responsabilidade será minha", disse.
Antes disso, ele já tinha dito que "estou aqui para ajudar o ministro Paulo Guedes", que é um "grande economista", que tem "orgulho de tê-lo" como ministro da economia e que vai "ajudar como presidente da Câmara".
Segundo Maia, a base de apoio do governo está em discussão, mas ela pode chegar a 350 deputados. Para Maia, o problema não é o tempo de tramitação ou se a proposta de Temer, que já está na Câmara, será usada. "O que temos de garantir é voto."
Com relação ao prazo de votação, Maia fez uma suposição. Se a Câmara trabalhar com o mês de maio como limite, o Senado pode voltar já em junho, pois o ritmo de tramitação é mais curto por lá. Para Maia, Davi Alcolumbre, presidente do Senado, é um "liberal" e membro do Democratas (DEM) e não há dúvida que Alcolumbre vai defender a aprovação da reforma também.
Segundo Guedes, assim que o presidente Jair Bolsonaro retornar a Brasília, serão apresentadas duas ou três versos diferentes de reformas que já estão com simulações feitas. Dependendo do cenário, a economia pode ser de R$ 1 trilhão ao longo de dez anos.
O desafio, segundo o ministro da Economia, não é só salvar a Previdência antiga, mas impedir e livrar as gerações futuras desse mecanismo atual e perverso de transferência de renda, "desse sistema que piora a desigualdade e destrói empregos em massa".
Ainda de acordo com Guedes, teremos um novo regime previdenciário e trabalhista. Na campanha, o programa defendido por Guedes e Bolsonaro falava na criação de um carteira de trabalho "verde e amarela", que seria ofertada aos novos entrantes no mercado de trabalho, atrelado à redução de impostos para as empresas, e sistema de capitalização na aposentaria. Sobre esse regime de contas individuais de previdência, Guedes disse que será um "segundo capítulo".
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