Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Política Monetária

IPCA escapa para cima, mas o que importa mesmo é o dólar

Inflação oficial tem maior alta para meses de setembro desde 2015 e poderia ampliar aposta de alta da Selic, mas foco do mercado, por ora, é outro

Dólar
Imagem: Shutterstock

Olhando de cara, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) não é boa notícia. A leitura acima do previsto e uma inflação mais disseminada autorizariam um debate mais acalorado sobre aumento Selic. Mas todos estão de olho mesmo no dólar, que tem se afastado da linha dos R$ 4,0.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inflação oficial foi de 0,48% em setembro, percentual não visto desde 2015, após deflação de 0,09%. O resultado ficou no teto do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo “Projeções Broadcast”, que oscilavam de queda de 0,28% a alta de 0,48%. Em 12 meses, o índice marcou 4,53%, maior resultado desde março de 2017. Além disso, o índice de difusão, que mostra quantos produtos tiveram alta, avançou de 49,6% para 62,1%.

A boa notícia está nos núcleos, medidas que tentam captar a tendência da inflação excluindo choques temporários. Duas novas medidas anunciadas pelo BC seguem abaixo do piso da meta de 3%. Outros indicadores estão, como diz o próprio BC, em “níveis apropriados”, ou seja, consistentes com as metas para a inflação.

Como o Comitê de Política Monetária (Copom) já acenou que pode subir a Selic para garantir inflação e projeções nas metas, esse resultado poderia reforçar a avaliação de alta do juro básico já no encontro de 31 de outubro.

No entanto, o foco do mercado é outro. O que deve ditar a reação do BC é o comportamento do dólar, que reflete a avaliação sobre as eleições. Confirmada uma taxa mais baixa, na linha de R$ 3,8, a percepção é de que haveria espaço para o BC conservar o juro no atual patamar de 6,5% ao ano por mais algum tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que tudo o que BC faz e comunica visa, principalmente, o ano de 2019. Isso ocorre em função da defasagem entre as decisões do Copom e o efeito no lado real da economia. A inflação de 2018, por assim dizer, já está na conta. Ainda assim, um dólar mais baixo pode ter algum reflexo nos preços ainda neste ano.

Leia Também

WEB SUMMIT RIO 2026

“Não ganhamos dinheiro quando o usuário perde”: bilionária brasileira fundadora da Kalshi diz por que mercados preditivos não são bets

EFEITO COLATERAL

Alerta no IPCA: como o El Niño e o conflito no Oriente Médio mexeram com as projeções do BTG para inflação, juros e PIB do Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
todo mundo em panico 6 (1) 8 de junho de 2026 - 11:27
feriado 8 de junho de 2026 - 11:14
destinos românticos dia dos namorados viagem romance casal 7 de junho de 2026 - 8:04
Urso nos mercados financeiros, bolsa brasileira, ações, ibovespa 6 de junho de 2026 - 16:50
6 de junho de 2026 - 11:00
5 de junho de 2026 - 14:36
Jato 5 de junho de 2026 - 12:29
pix zelle 5 de junho de 2026 - 12:11
5 de junho de 2026 - 10:44
bolsa de valores bolsa brasileira B3 (1) 5 de junho de 2026 - 6:12
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar