🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

TESOURO DIRETO

Qual o momento certo para comprar ou vender títulos públicos? Saiba o que afeta os preços dos papéis para saber a hora de entrar e sair do investimento

O investimento ativo em títulos prefixados e atrelados à inflação não é trivial, mas pode gerar retornos formidáveis. Mas como saber o momento certo de comprar e vender?

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
30 de julho de 2025
15:06 - atualizado às 12:50
Dinheiro esquecido
Compre títulos pré e NTN-B quando taxas estiverem acima da média; avalie a venda quando elas se aproximarem do juro neutro - Imagem: Canva

Os rankings de melhores investimentos do ano por vezes são liderados por personagens aparentemente improváveis: títulos públicos. Eles mesmos, que estão à venda lá no Tesouro Direto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, esse tipo de retorno com títulos públicos vem sempre acompanhado da tão temida volatilidade. Ao mesmo tempo que um título pode se valorizar, ele também pode despencar em valor, dependendo do seu vencimento e do tipo de indexação que ele possui. 

Você pode estar se perguntando como tudo isso é possível. Afinal, título público não é renda fixa? Não são os investimentos de menor risco da nossa economia?

Sim, são os investimentos de menor risco de calote, pois têm garantia do governo federal. Mas existe risco de mercado, uma vez que os preços dos títulos flutuam diariamente, podendo se valorizar ou desvalorizar, dependendo das condições econômicas.

Para quem investe passivamente, mantendo o título até o vencimento, de fato este risco é baixíssimo. Você recebe exatamente a rentabilidade contratada no ato da compra, nem mais, nem menos. Seu retorno é sempre positivo e pouco importam as flutuações dos preços no meio do caminho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas quem quer lucrar com esses ganhos formidáveis que certos títulos públicos podem gerar precisa investir ativamente, isto é, comprar e vender os papéis nos momentos mais adequados.

Leia Também

Essa forma de investir é bem mais arriscada, pois a volatilidade dos títulos públicos pode ser bastante alta. Como você viu, é possível ter enormes ganhos, mas também amargar fortes perdas. Então sim, nesse caso é possível perder dinheiro com renda fixa.

Por que os títulos públicos têm volatilidade?

Primeiramente, é importante entender que os títulos públicos são sempre negociados a preço de mercado. Portanto, vendas antecipadas são sempre feitas pelo preço na data da venda, que pode ser maior ou menor que o preço no dia da compra. É dessa variação que vêm os ganhos e as perdas da gestão ativa.

Os preços dos títulos públicos, por sua vez, variam de acordo com as perspectivas para as taxas básicas de juros (Selic/DI) até a data do vencimento do papel. Isto é, se o mercado espera que os juros subam ou desçam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

São as negociações de contratos futuros de juros na bolsa (DI de um dia) que dão a melhor medida do que o mercado espera que aconteça com os juros em diferentes prazos. Essas expectativas também podem ser observadas nas taxas para os títulos prefixados (LTN) mais longos e nas previsões para a taxa Selic divulgadas no Boletim Focus do Banco Central.

Em segundo lugar, você deve ter em mente que o investimento ativo em títulos públicos não é trivial. A maioria dos especialistas não recomenda que as pessoas físicas o façam sozinhas, indicando que, para este fim, sejam preferidos os fundos de investimento.

O investimento ativo requer compreensão dos riscos, um certo conhecimento de macroeconomia (perspectiva para juros, câmbio, crescimento econômico e inflação) e, de preferência, alguma assessoria financeira.

Investidores muito conservadores, muito iniciantes ou que não querem ter trabalho — traduzindo: que não desejam acompanhar e mexer na sua carteira o tempo todo — devem preferir o investimento passivo ou via fundos de investimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O investimento passivo também pode ser interessante para quem tem objetivos com data certa para ocorrer. Nesse caso, o investidor pode casar a data do objetivo com o vencimento do título e esquecer.

Mas vamos nos focar aqui no melhor momento para comprar e vender títulos públicos para lucrar com a sua valorização.

Como dissemos, determinar esses momentos de entrada e saída não é trivial, então nossa intenção aqui não é esgotar o assunto. Queremos apenas traçar algumas linhas gerais, alguns pontos para você ficar de olho.

Por que o Tesouro Selic é o título mais estável?

Vamos começar com o título mais tranquilinho, o Tesouro Selic (LFT). Esse não tem muito mistério. Ele paga a variação da taxa básica de juros no vencimento, e seus preços são atualizados diariamente pela Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pode haver um ágio ou deságio, isto é, ele pode pagar um pouco a mais ou a menos que a Selic no vencimento, dependendo da demanda pelo título. Mas, em geral, isso não faz muita diferença para o investidor.

Por ser pós-fixado e apenas “seguir” a Selic, esse título tende a dar retorno positivo tanto no vencimento quanto na venda antecipada. É o papel mais conservador do Tesouro Direto.

Por isso, pode ser usado para investimentos de curto prazo, reserva de emergência e para manter seu caixa enquanto você aguarda boas oportunidades de investimento. Aplicar em Tesouro Selic é mais rentável e seguro do que deixar o dinheiro na poupança, por exemplo.

Assim, nem quem investe passivamente, nem quem faz gestão ativa da carteira tem com que se preocupar aqui. Qualquer dia é dia e qualquer hora é hora de comprar ou vender Tesouro Selic. Ele compõe a parte mais conservadora da carteira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas é claro que o cenário econômico pode beneficiar ou prejudicar o retorno do Tesouro Selic. Quando há expectativa de alta nos juros, esses títulos se tornam mais atrativos. É que quando os juros sobem, eles pagam mais, e vice-versa.

Entendendo a volatilidade dos títulos Prefixados e atrelados a inflação

Os títulos prefixados são negociados no Tesouro Direto pelos nomes de Tesouro Prefixado (LTN) e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F). Ambos pagam uma remuneração nominal já conhecida no ato da compra, como 10% ao ano ou 12% ao ano.

Já os pós-fixados atrelados à inflação são negociados como Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal) e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B). Eles pagam uma taxa prefixada mais a variação da inflação pelo IPCA até o vencimento. Por exemplo, 5% ao ano + IPCA ou 6% ao ano + IPCA.

Os papéis com juros semestrais pagam uma remuneração a cada seis meses e, no vencimento, retornam o principal mais um remanescente de juros. Os outros dois papéis pagam tudo — juros e principal — apenas no vencimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lógica de precificação desses títulos é bem diferente da lógica do Tesouro Selic. Eles não são corrigidos dia após dia por um indexador.

Em vez disso, seu preço de mercado (valor presente) é calculado a partir do seu preço no vencimento (valor futuro, que é o valor de face do título) descontado pela sua rentabilidade (juros pagos pelo papel).

As rentabilidades desses títulos, por sua vez, embutem a expectativa para as taxas básicas de juros até o vencimento mais um prêmio para o investidor que, porventura, ficar com eles até o vencimento.

No caso dos títulos prefixados, a remuneração também embute uma expectativa para a inflação. Nas NTN-B isso não ocorre, pois elas já oferecem correção pelo IPCA. Por não contarem com essa proteção, os títulos pré são mais arriscados — e potencialmente mais rentáveis — que as NTN-B de mesmo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De uma forma geral, podemos dizer que, quando a expectativa é de alta nos juros, a remuneração desses papéis sobe e seus preços de mercado caem. Do contrário, se a perspectiva passa a ser de queda nos juros, a remuneração cai e seus preços sobem.

Quanto mais longo o prazo de um título pré ou de uma NTN-B, maior sua volatilidade. Afinal, quanto mais distante o vencimento, maior a incerteza em torno do que pode acontecer com a economia e mais difícil prever juros e inflação lá na frente.

É por isso que os títulos com maiores ganhos e maiores perdas nos rankings de fim de ano normalmente são as NTN-B de prazo longo. Elas voam quando as taxas de juros de longo prazo caem, mas despencam quando elas sobem.

Quem prefere investir de forma passiva não deve se aventurar a ficar vendendo título pré e NTN-B antes do vencimento. Independentemente do prazo e da volatilidade dos papéis, quem fica com eles até o fim do prazo leva exatamente a rentabilidade contratada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, se você quer comprar um carro, por exemplo, você pode investir em um prefixado com vencimento na data em que pretende realizar seu objetivo, para saber exatamente quanto vai ganhar.

Títulos públicos atrelados à inflação, por sua vez, costumam ser muito usados por quem quer poupar para a aposentadoria, pois podem chegar a prazos realmente longos. Nesse caso, basta comprar aqueles que vencem na época em que você pretende se aposentar, e seu investimento estará protegido contra a inflação.

É por isso também que os títulos públicos destinados especificamente a poupar para a aposentadoria, chamados de Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra, são papéis indexados à inflação de longuíssimo prazo.

Quem pretende, porém, especular para ganhar no curto prazo, precisa ficar atento às oscilações de preços. Tudo vai depender do cenário econômico no momento da compra e no momento da venda. Mas existe um conjunto de elementos nos quais você deve ficar de olho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando comprar e vender títulos públicos prefixados e IPCA+?

A especulação com títulos públicos leva em conta as expectativas do mercado para os juros e a possibilidade de as taxas não se comportarem como o esperado — isto é, de o Banco Central mexer na Selic de forma diferente do previsto.

O comportamento dos juros, por sua vez, depende das expectativas para crescimento econômico, inflação e câmbio.

No cenário doméstico, a gente olha para crescimento econômico e inflação. Por exemplo, alta nos preços das commodities, economia aquecida, forte geração de empregos e estímulos governamentais ao consumo são fatores que podem gerar inflação elevada e levar o Banco Central a subir os juros.

Por outro lado, uma economia deprimida, consumidores e empresas altamente endividados, aumento na taxa de desemprego e queda nos preços das commodities podem derrubar a inflação e levar o Banco Central a cortar juros para estimular o crescimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No cenário externo, a gente olha para o desempenho da economia mundial, especialmente a dos Estados Unidos.

Um forte crescimento nos EUA pode levar o banco central americano a aumentar juros, o que tende a encarecer o dólar e atrair recursos para aquele país. Em uma situação como essa, o Brasil pode precisar subir os juros para controlar o aumento da inflação e a fuga de recursos estrangeiros.

Já uma recessão nos países desenvolvidos pode levá-los a derrubar os juros, que em países ricos podem chegar a zero. Com isso, nosso Banco Central tende a ficar mais livre para cortar a Selic, se necessário.

Lembre-se de que os investidores tendem a antecipar esses movimentos da Selic no mercado de juros futuros. Saber o momento certo de comprar e, sobretudo, de vender títulos públicos requer essa análise macroeconômica prévia e um palpite do que porventura possa acontecer que já não esteja precificado pelo mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os títulos de prazos mais curtos permitem apostas no cenário macroeconômico atual. Já os títulos de prazos longos estão mais ligados a apostas estruturais: como será o futuro do país, dadas as condições atuais? O Brasil estará mais desenvolvido e poderá ter um juro real mais baixo? Ou iremos de mal a pior, e o juro real vai subir?

É claro, você pode errar as previsões. Se isso acontecer, cabe reavaliar antes de realizar qualquer prejuízo: preciso desse dinheiro agora, ou posso “sentar” no papel até o vencimento para não amargar prejuízos? É possível esperar um pouco mais para ver se os preços se recuperam (o que não é incomum)?

Algumas “regras de bolso” para comprar e vender Tesouro Direto

Dado o histórico de juros e inflação do Brasil pós-real, é possível chegar a algumas “regras de bolso” de quando comprar títulos pré e NTN-B e quando avaliar uma possível venda.

“Regras de bolso” entre aspas porque não dá para se guiar apenas por esses números, uma vez que as condições macroeconômicas são dinâmicas. Mas eles já servem de alerta de que pode haver oportunidade de compra ou venda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os bons momentos para comprar são mais fáceis de enxergar. Uma dica geral é tentar sempre acompanhar as rentabilidades dos títulos e efetuar as compras quando as taxas estiverem mais altas que o normal.

No caso dos títulos pré, uma remuneração muito superior à expectativa para a Selic no mesmo prazo mostra uma oportunidade de compra. Lembrando que a remuneração desses papéis costuma ser ligeiramente superior à expectativa para os juros básicos.

Já no caso da NTN-B é bem mais fácil ter noção do que representa uma remuneração elevada. Basta olhar para o histórico de juros reais brasileiros, que têm variado menos que os juros nominais.

De uma maneira geral, quando o retorno dos títulos Tesouro IPCA+ bate os 6% ao ano ou mais, entende-se que eles estão atrativos para compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o momento da venda? Esse é mais difícil, e requer uma avaliação das condições — se é possível o título valorizar mais ou se realmente é hora de realizar os ganhos.

Mas no caso dos títulos indexados à inflação, retornos reais por volta de 4% ou menos indicam momentos de venda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COMÉRCIO INTERNACIONAL

Maior área de livre-comércio do mundo: entenda em 13 pontos o acordo entre Mercosul e União Europeia

10 de janeiro de 2026 - 12:35

Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor

ILHADA

Capital com o metro quadrado mais caro do Brasil não é São Paulo nem Rio de Janeiro

10 de janeiro de 2026 - 11:00

Dados do FipeZap mostram que Vitória lidera entre as capitais em preço médio de venda; história, geografia limitada e qualidade de vida ajudam a explicar o fenômeno  

NOVOS MERCADOS

Maior concorrência e oportunidade de exportação: os possíveis impactos do acordo Mercosul–UE para PMEs brasileiras

9 de janeiro de 2026 - 16:47

Pequenas e médias empresas ganham acesso ao mercado europeu, mas também precisarão lidar com maior concorrência em solo nacional

SEM MULTAS

Começa a valer hoje a renovação automática da CNH para bons motoristas; veja como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:54

Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações

INFLAÇÃO E JUROS

IPCA de dezembro deixa gosto amargo na boca: corte da Selic em janeiro sai da prateleira e março finca lugar na mesa 

9 de janeiro de 2026 - 13:10

Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026

DE OLHO NO CONTRIBUINTE

Lula sanciona Lei do Devedor Contumaz, mas barra cinco pontos do texto; veja o que mudou

9 de janeiro de 2026 - 11:39

As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações

A RENDA FIXA É POP

Busca por isenção de IR drenou recursos dos fundos de ações e multimercados em 2025, apesar dos seus bons retornos

9 de janeiro de 2026 - 7:37

Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil 3582 brilha sozinha e faz 2 novos milionários; Mega-Sena e outras loterias acumulam

9 de janeiro de 2026 - 7:14

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.

PRESSÃO DIGITAL

Caso Master: avalanche de críticas ao Banco Central entra na mira da PF e levanta suspeita de pressão coordenada

8 de janeiro de 2026 - 17:06

Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master

PRESTAÇÕES REDUZIDAS

Pequenas empresas podem parcelar dívidas com desconto e condições facilitadas até 30 de janeiro; veja como

8 de janeiro de 2026 - 15:01

Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor

CASO MASTER

Quase 75% dos empréstimos consignados do Banco Master agora estão na mira do INSS

8 de janeiro de 2026 - 12:47

Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro

PÉ NA ESTRADA

Portugal passa a aceitar a CNH brasileira; veja quais outros países aceitam o documento

8 de janeiro de 2026 - 12:37

Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional

ALTOS E BAIXOS

Brasil tem segunda maior saída de dólares da história em 2025, mas real se valoriza

8 de janeiro de 2026 - 12:07

Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC

BOA PARA MORAR?

Ponto de virada da cidade com metro quadrado mais caro do interior de São Paulo veio do céu (literalmente)

8 de janeiro de 2026 - 11:38

Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano

NO REBOTE

Lotomania aproveita bola dividida na Lotofácil e paga maior prêmio da quarta-feira nas loterias da Caixa

8 de janeiro de 2026 - 7:24

Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.

MERCADO DE CAPITAIS

CVM sob um novo-velho comando: quem é Otto Lobo, indicado do governo Lula para a presidência da xerife do mercado de capitais

7 de janeiro de 2026 - 19:13

Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição

ENTENDA A NOVA LEI

Tributação sobre lucros e dividendos: o que a nova lei muda para empresas do Simples Nacional

7 de janeiro de 2026 - 18:30

Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado

MENINO NEY

O que você faria com R$ 300 milhões? Neymar comprou uma coleção de veículos na ‘estética Batman’

7 de janeiro de 2026 - 16:16

Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque

DE NOVO 

Fake news sobre taxação do Pix acima de R$ 5 mil volta a circular; entenda o que diz a Receita Federal

7 de janeiro de 2026 - 15:44

Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026 

GOLAÇO!

Quina aproveita bolas divididas na Lotofácil e na Dia de Sorte e faz único milionário das loterias da Caixa na terça-feira

7 de janeiro de 2026 - 7:43

Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar