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Diante de uma indústria com um patrimônio líquido de R$ 5,5 bilhões, os fundos de renda fixa encerraram junho com uma participação de 38,2% do total, ante uma fatia de 42,4% no mesmo intervalo do ano passado

Após uma forte onda de resgates em meio à pandemia do covid-19, a renda fixa terminou o primeiro semestre do ano com a menor participação da indústria de fundos de investimento desde 2016, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Diante de uma indústria com um patrimônio líquido de R$ 5,5 bilhões, os fundos de renda fixa encerraram junho com uma participação de 38,2% do total, ante uma fatia de 42,4% no mesmo intervalo do ano passado.
Mesmo um pouco menor, a categoria ainda é, de longe, a de maior representatividade na indústria de fundos brasileira.
"Com patamar muito baixo de taxas de juros os investidores percebem que a renda fixa tradicional é um porto seguro, mas entregam pouco retorno", disse o vice-presidente da entidade, Carlos André.
Os fundos de ações, que ganham destaque no mercado por conta do cenário de juros baixos empurrando os investimentos para ativos de maior risco, fecharam a primeira metade do ano com uma fatia de 8,5% da indústria, ante 7,3% há um ano.
Os fundos multimercados também viram a participação crescer na indústria, com 22,9% do total, ante 21% em junho de 2019.
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