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FMI não está nem aí para quem comanda o Banco Central da Argentina

Para o fundo mundial, relação com o país latino seguirá sendo construtiva com Guido Sandleris no comando do BC

25 de setembro de 2018
16:25 - atualizado às 12:02
FMI diz que seguirá com relacionamento próximo com a Argentina - Imagem: Shutterstock

Após o presidente do Banco Central da Argentina abandonar o barco e ser substituído nesta terça-feira, 25, o Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que seguirá com relacionamento próximo e construtivo com a instituição.

Hoje pela manhã, o presidente do Banco Central da Argentina, Luis Caputo, apresentou sua demissão, de acordo com o jornal Clarín. O diário lembra que a decisão ocorre durante uma viagem do presidente Mauricio Macri aos EUA para negociações com o FMI e também cita que Caputo vinha apresentando divergências com o Ministério da Fazenda.

"Estamos ansiosos para continuar nosso relacionamento próximo e construtivo com o BCRA, sob a liderança de Guido Sandleris", disse o FMI em comunicado.

Caputo disse que a decisão é pessoal e afirma na nota que o novo acordo com o FMI deve restabelecer a confiança sobre a situação fiscal, financeira, cambial e monetária do país.

"Nossa equipe e as autoridades argentinas continuam a trabalhar intensamente com o objetivo de concluir as negociações em um prazo muito curto", acrescentou o FMI.

*Com Estadão Conteúdo

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