O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Setores como o de infraestrutura, que sempre dependeram do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), têm optado pelo mercado de capitais
O volume de dinheiro captado pelas empresas brasileiras no mercado de capitais foi três vezes maior que os desembolsos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos últimos 12 meses. Com juros mais baixos e dinheiro disponível, as companhias encontraram no apetite de investidores o espaço para substituir os empréstimos do banco de fomento por emissões de títulos e ações nos mercados interno e externo.
Levantamento do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec) mostra que até março as emissões, em 12 meses, somaram R$ 220 bilhões. Os desembolsos do BNDES ficaram em R$ 58 bilhões no período. Há quatro anos, as posições eram inversas: em 2015, o mercado de emissão de dívidas e ações somou R$ 115 bilhões e o BNDES, R$ 165,9 bilhões. “O mercado de capitais conseguiu compensar o BNDES”, afirma Carlos Antonio Rocca, diretor do Cemec.
Segundo ele, a queda da Selic - hoje em 6,5% ao ano - e a redução da oferta de financiamentos do BNDES com taxas subsidiadas criou um ambiente adequado para o mercado de capitais. De um lado, as empresas foram obrigadas a buscar opções para se financiar. Do outro, os investidores precisaram encontrar modalidades mais rentáveis que os títulos públicos para melhorar o retorno de suas aplicações.
Pelos dados do Cemec, as taxas de juros das debêntures, do BNDES e dos bancos (para os melhores clientes) estão muito próximas - entre 8,26% e 10,8%. “Isso criou um mercado competitivo, pelo menos, para as empresas mais qualificadas”, diz Rocca. A expectativa é que as emissões de dívidas e ações continuem em ascensão no Brasil e o BNDES adote uma postura voltada ao desenvolvimento de alguns setores. Segundo o Cemec, os desembolsos do banco para micro, pequena e média empresa subiram de 2016 para cá, de 30,8% para 43,1%. Para grandes empresas, recuou de 69,1% para 56,8%.
O que se vê nos últimos anos é que, mesmo setores como infraestrutura, que sempre dependeram do banco, têm optado pelo mercado de capitais. A geradora de energia francesa Engie, por exemplo, acabou de anunciar uma emissão de até R$ 1,6 bilhão em debêntures para financiar alguns projetos eólicos e hídricos, com prazos de 7 e 10 anos.
O sócio do escritório Pinheiro Neto Advogados, Ricardo Russo, acredita que o BNDES continuará tendo papel de importância como banco de desenvolvimento. “Mas seu porcentual de participação no financiamento à infraestrutura tende a cair ainda mais se o País conseguir adotar medidas que atraiam os estrangeiros.”
Leia Também
Como em debêntures, o mercado de ações também está movimentado. As operações engatilhadas para este mês têm potencial para chegar a um total de R$ 25 bilhões. Só a oferta da BR Distribuidora deve chegar a R$ 9 bilhões, com a venda de parte da participação da Petrobrás na empresa. O potencial para o ano é, ainda, de bater o recorde histórico de 2007.
Rocca afirma, porém, que para o mercado de capitais se consolidar os prazos de resgate ou amortização precisam ser ampliados ainda mais. Entre janeiro e abril, 2,9% das emissões tinham prazos superiores a 15 anos enquanto no banco estatal esse porcentual é de 8,6%. Com a retomada dos investimentos, que despencou para menor patamar em 50 anos, esse fator tende a ser preponderante. O BNDES foi procurado, mas não quis comentar.
Gás do Povo substitui o Auxílio Gás e garante recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda
Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano
O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado
Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais
Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo
Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos
Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa
Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.
Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.