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Muito se fala de uma iminente disparada do Ibovespa, mas até que ponto a bolsa brasileira pode chegar? Tudo depende das premissas
Daniel Goldberg, fundador e CIO da Lumina, é um gestor com pensamento diferenciado em relação ao restante do Leblon e da Faria Lima
Até mesmo os maiores gênios vão tropeçar e simplesmente não há motivo racional para isso. Por mera aleatoriedade ou por alguma surpresa no meio do caminho, podemos acabar num cenário diferente daquele originalmente admitido pelo gestor.
As apostas do mercado para 2023 eram de bolsa para baixo, no Brasil e nos EUA. Mas eis que os desempenhos têm desafiado as previsões
Na vida do investidor, são cometidos muitos erros até que um iniciante fique calejado; o bull market do Ibovespa colocará o preparo à prova
Em tese, o ruído deveria ser ignorado pelo investidor, enquanto os sinais deveriam ser receber atenção — mas a teoria é diferente da prática
As coisas vão melhor que o esperado para a economia do Brasil, mas o fenômeno também é visto lá fora — e há como aproveitar esse quadro
Se confirmada a tendência, e com a ajuda complementar da conta de capital, o real pode ficar mais forte, o crescimento potencial pode ser maior e o risco soberano, menor
Se mantendo o quadro definido até aqui, quem perde com a decisão do STF? Além do próprio Bolsonaro, claro, outro perdedor parece ser o Lula
Se perguntarmos para qualquer economista da Faria Lima, ouviremos, sem titubear, que a taxa de juros real neutra no Brasil oscilou entre 2% e 12% nos últimos vinte anos
Se RCN sair do BC com inflação abaixo de 4%, Selic de 9% e Ibovespa a 160 mil pontos, de quem será o mérito?
Por caprichos do calendário, o 21 de junho cai no dia da reunião que decidiu sobre os juros, tirando o peso do passado das costas do futuro
Depois de um longo sumiço, a volta do financial deepening é muito bem-vinda. Mas, aprecie com moderação: se você me engana uma vez, essa é uma falha sua; se você me engana pela segunda vez, a culpa passa a ser minha.
O Fed segurou o torniquete do aperto monetário e manteve os juros como estão. Mas isso quer dizer obrigatoriamente que novas altas vêm aí?
Com as variáveis macroeconômicas domésticas mostrando uma tendência de melhora no médio prazo, diversas ações mostram potencial de alta
Em seus primeiros anos de gestão, o Governo Lula fora agraciado com um boom de commodities e uma herança benigna das reformas trazidas por FHC. Não que tenha sido completamente desprovido de méritos próprios, mas deu muita sorte. Galgou algumas conquistas endógenas e soube se aproveitar das benesses exógenas também. Já na gestão atual, o […]
Há uma mudança de paradigma em andamento — saem inflação e juros altos, entram discussões sobre corte de Selic; a bolsa é a grande beneficiada
A queda intensa no preço das commodities alivia parte da pressão inflacionária global, uma das grandes questões econômicas da atualidade
Como seria um diálogo entre Warren e Elon, dois bilionários com filosofias tão diferentes? Eis duas versões dessa possível conversa
As small caps têm seus riscos, mas dão sinais de que podem começar a entrar num ciclo virtuoso, dadas as condições macro mais favoráveis