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Esquenta G-20

China diz esperar que encontro de Xi com Trump gere “resultados positivos”

Com início da cúpula do G-20 nesta sexta-feira, expectativa é que Xi Jinping e Donald Trump consigam chegar a algum entendimento para redução de barreiras

29 de novembro de 2018
12:46 - atualizado às 12:47
Imagem: Fotos Públicas/Kremlin

O governo chinês espera que os Estados Unidos consigam trabalhar com a China para obter "resultados positivos" durante uma reunião iminente dos líderes dos dois países, afirmou hoje um porta-voz do Ministério de Comércio chinês, Gao Feng.

Segundo Gao, autoridades da área econômica dos EUA e da China estão em contato próximo antes do encontro entre os presidentes americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping. Os dois deverão discutir a espinhosa questão das divergências comerciais durante jantar no sábado (01), às margens da reunião de cúpula do G-20 a ser realizada na Argentina nos próximos dois dias.

Gao fez o comentário ao ser perguntado se o governo chinês está preocupado com a intenção de Washington de seguir adiante com planos de elevar tarifas sobre produtos chineses.

Em entrevista recente ao The Wall Street Journal, Trump disse que poderá cumprir a promessa de elevar tarifas sobre US$ 200 bilhões em bens chineses, de 10% a 25%, a partir de 1º de janeiro.

Linha do tempo da crise

  • 1º de março: Trump anuncia tarifas em todas as importações de aço, alumínio e metais da China
  • 22 de março: Trump anuncia novos planos de impor tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões de bens chineses. A China responde, prometendo retaliar
  • 4 de abril: China anuncia uma lista de 100 bens que seriam tarifados equivalentes a US$ 50 bilhões
  • 21 de maio: após reunião, ambos os países anunciam um acordo comercial para evitar tarifas
  • 29 de maio: Casa Branca anuncia que seguirá em frente com as taxas sobre os bens chineses
  • 15 de junho: Trump apresenta nova lista de bens chineses a serem tarifados, equivalentes a US$ 34 bilhões
  • 18 de junho: Trump ameaça nova tarifa de 10% sobre mais US$ 200 bilhões de bens chineses
  • 6 de julho: as primeiras tarifas, equivalentes a US$ 34 bilhões em bens chineses, entram em vigor
  • 10 de julho: os EUA divulgam uma lista adicional de US$ 200 bilhões em bens chineses que receberiam tarifa de 10%
  • 1º de agosto: Washington anuncia que irá dobrar tarifas de 10% para 25%
  • 3 de agosto: China anuncia que irá impor novas tarifas sobre US$ 16 bilhões em bens, que entrarão em vigor no dia 23 de agosto
  • 7 de setembro: Trump ameaça impor novas tarifas sobre US$ 267 milhões em bens chineses
  • 17 de setembro: Trump anuncia tarifa de 10% sobre bens chineses ao dizer que a China não vem medindo esforços para “mudar suas práticas”
  • 18 de setembro: a China diz que não tem “escolha” a não ser retaliar as tarifas dos EUA

*Com Estadão Conteúdo

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