Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Saída da União Europeia

Brexit sem acordo aumenta chances de contração do PIB, diz BC britânico

BC britânico manteve a taxa básica de juros em 0,75% ao ano, mas cortou sua projeção de crescimento do PIB do Reino Unido neste ano, de 1,7% para 1,2%

Imagem: shutterstock

O presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Mark Carney, afirmou nesta quinta-feira que um Brexit sem acordo seria um "choque" que aumentaria as chances de que o Reino Unido registre resultados de Produto Interno Bruto (PIB) trimestrais negativos, ou seja, em contração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais cedo, o BC manteve a taxa básica de juros em 0,75% ao ano, mas cortou sua projeção de crescimento do PIB do Reino Unido neste ano, de 1,7% para 1,2%, citando o impacto da demanda mais fraca nas exportações britânicas e as incertezas do processo para a retirada do país da União Europeia nos investimentos e nos gastos com consumo.

Para 2020, o BoE reduziu sua previsão de alta do PIB de 1,7% para 1,5%. Em 2021, a expectativa é que o crescimento acelere para 1,9%. "A economia atual desacelerou por causa do mundo, da Europa e das incertezas do Brexit", resumiu Mark Carney na entrevista coletiva após a decisão de política monetária. "As famílias e as empresas estão percebendo cada vez mais essas incertezas."

O canadense reconheceu que a probabilidade de uma separação abrupta, sem acordo, aumentou, lembrando que faltam apenas sete semanas para a data em que, a princípio, o Brexit deve ser consumado, de 29 de março.

Carney negou, contudo, que o BoE esteja "de mãos atadas". "Não é que as nossas mãos estejam atadas. É que a reação a um Brexit sem acordo não seria automática", explicou, acrescentando que os dirigentes do banco central têm "uma noção muito boa" dos efeitos de uma saída brusca, mas não há como prever os "detalhes".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Metade das empresas ouvidas pelo Banco da Inglaterra em seus levantamentos dizem não estar preparadas para um Brexit sem acordo, segundo o canadense.

Leia Também

QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO

Lotofácil 3751 tem vencedor mineiro com prêmio de quase R$ 1,8 milhão; Mega-Sena acumula e próximo sorteio pode pagar R$ 135 milhões

O QUE BOMBOU

A crise bilionária de um estádio, Smart Fit (SMFT3) com potencial de alta de 80% e os riscos do Tesouro IPCA+ 8%: confira as mais lidas da semana

Por outro lado, ele declarou que, se a retirada britânica do bloco europeu se der com algum tipo de acordo e uma transição "suave" - cenário que segue sendo visto como o mais provável pelo BoE - a economia do Reino Unido vai voltar a acelerar. "O investimento cresceria", pontuou.

Ainda assim, Carney mostrou ponderação. "Se houver um acordo de retirada, isso já vale alguma coisa, vale muito, mas a incerteza persiste até que empresas tenham clareza sobre a relação futura", disse, referindo-se às tratativas que transcorreriam durante o período de transição mesmo que Londres e Bruxelas acertem um pacto para regular a parte inicial da separação.

Questionado sobre se não seria adequado o BoE alterar a atual orientação para os juros, que usa os termos "graduais e limitadas" para descrever o ritmo das elevações, de forma a preparar os mercados para um cenário sem nenhuma alta da taxa em 2019, o banqueiro central foi claro: "Não."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem com uma casa e moedas para representar preços de imóveis 1 de agosto de 2026 - 12:30
bolsa família 1 de agosto de 2026 - 6:30
Antiga sede dos Correios 31 de julho de 2026 - 12:19
Bolsa Família 2025 31 de julho de 2026 - 5:38
Ilustração de pessoa assitindo chuva de meteoros 30 de julho de 2026 - 17:02
William Foster, vice-presidente da Moody's Ratings e responsável pela classificação soberana do Brasil. 30 de julho de 2026 - 12:05
Montagem mostrando cédulas e moedas de real espalhadas numa mesa; no topo, uma placa de madeira com a sigla FGTS, em verde 29 de julho de 2026 - 14:41
Pix 29 de julho de 2026 - 9:18

CONTRADIÇÃO LATINO-AMERICANA

Brasileiros usam cada vez menos dinheiro vivo — e a culpa é do Pix

29 de julho de 2026 - 9:18
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 29 de julho de 2026 - 9:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar