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O dólar à vista acumula queda de mais de 11% nas últimas 15 sessões, afastando-se de vez da faixa dos R$ 6,00 — na bolsa, o Ibovespa também teve alívio forte no período, retomando os 90 mil pontos
Enquanto o mundo passa por forte turbulência, os mercados estão mais calmos que nunca: o dólar teve a maior queda diária desde 2018 e o Ibovespa foi às máximas em quase três meses
Desempenho do dólar e do Ibovespa embala queda do chamado CDS (Credit Default Swap) do Brasil nesta sessão
O que você observa do mercado hoje? Querendo ou não, gostando ou não, é um mercado leve, comprador, sem vendedor marginal, migrando para ativos de risco.
O dólar à vista já aparece na faixa de R$ 5,21, chegando às mínimas desde 14 de abril. Entenda o que está acontecendo com o mercado de câmbio e o que está por trás desse alívio
Ao contrário do noticiado ontem pela Bloomberg, o jornal chinês Global Times afirmou que o país asiático continuará comprando soja dos Estados Unidos. O alívio visto nas bolsas globais deve ajudar o Ibovespa em dia de agenda ecnômica fraca.
As ações mais indicadas pelas corretoras tinham um perfil comum: resiliência e capacidade de adaptação. Elas foram muito testadas durante os últimos 30 dias, mas passaram com louvor
As ações mais indicadas pelas corretoras tinham um perfil comum: resiliência e capacidade de adaptação. Elas foram muito testadas durante os últimos 30 dias, mas passaram com louvor
O Ibovespa abriu o mês no campo positivo e foi às máximas desde 10 de março, sustentado pelos indicadores econômicos mais fortes na China e nos EUA. O dólar, por outro lado, teve um dia mais pressionado, colocando na conta as manifestações nos EUA e no Brasil
A tensão social adiciona um ingrediente à crise provocada pela pandemia do coronavírus, que levou à disparada no desemprego na maior economia do planeta
A bolsa não está barata diante da grande incerteza que permanece no radar, mas em termos relativos hoje oferece bastante oportunidade, diz Luiz Aranha, sócio da gestora que possui R$ 4,5 bilhões em patrimônio
A escalada nas tensões sociais nos EUA e no Brasil podem aumentar a cautela na bolsa — e a agenda econômica carregada aparece como mais um fator de risco a ser considerado pelos investidores
Pelo segundo ano consecutivo, a máxima “sell in may and go away” não se fez valer. Ativos de risco se saíram bem em maio, mas títulos públicos de longo prazo e o dólar tiveram desempenho negativo
Uma suavização nos fatores de risco domésticos e globais permitiu que o dólar se despressurizasse em maio e levou o Ibovespa de volta aos 87 mil pontos
O presidente dos EUA, Donald Trump, assumiu um tom menos incisivo que o imaginado em seu pronunciamento sobre a China. Com isso, os mercados globais passaram por uma onda de alívio — o que, por aqui, se refletiu na virada do dólar ao campo negatvo
A escalada de tensão entre Estados Unidos e China volta ao primeiro plano, com o clima de cautela generalizado nos mercados globais. No Brasil, clima político tenso e números do PIB devem ditar o ritmo dos negócios.
O que me parece fazer mais sentido agora é buscar uma boa dose de diversificação e, na atual conjuntura, um belo fundo de fundos imobiliários (famosos FoFs) é uma opção bastante adequada
Você, investidor comum, possui uma enorme vantagem contra os fundos de investimento bilionários na hora de encontrar as melhores oportunidades de investimento em ações
O dólar à vista saltou mais de 10 centavos em relação ao fechamento de ontem, pressionado pelas tensões entre governo e STF. O Ibovespa caiu mais de 1% hoje, mas ainda acumula ganhos de 8% desde o começo de maio
O Credit Suisse vê o mercado de ações do Brasil com bons olhos em relação aos demais emergentes, promovendo uma ‘dupla elevação’ na recomendação para a bolsa brasileira. O banco ainda lista alguns papéis do país que podem representar uma boa oportunidade de investimento