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Após o rali das últimas semanas nos mercados, a relação entre o risco e o retorno dos ativos não é mais a mesma do pico da crise do coronavírus, segundo a gestora
O Ibovespa continua em alta e, com isso, já volta ao patamar dos 97 mil pontos, aproveitando mais um dia de tranquilidade no exterior. O dólar também segue calmo, ficando abaixo do nível de R$ 4,90 pela primeira vez desde 13 de março
Mesmo com a recuperação recente, alguns segmentos de FII ainda têm, na média, valor de mercado inferior ao valor dos ativos
A bolsa brasileira e os demais mercados do mundo estão numa onda de recuperação, mas há diversos fatores de risco no radar, incluindo o cenário político e uma importante decisão de política monetária
Os diversos riscos associados à alocação de recursos no Brasil fizeram o peso do Brasil na carteira dos investidores estrangeiros — a incerteza política e a fraqueza econômica aparecem como importantes fatores
O recente rali da bolsa pegou todo mundo de surpresa — e, não à toa, a matéria elencando cinco razões que explicam essa onda de otimismo foi a mais lida do Seu Dinheiro nesta semana
A XP Investimentos revisou para cima sua projeção para o Ibovespa ao fim de 2020, passando de 94 mil pontos para 112 mil pontos — um patamar que implica num potencial de alta de mais de 18% em relação aos níveis atuais da bolsa
O dólar à vista terminou a semana a R$ 4,99, indo ao menor nível desde 26 de março, enquanto o Ibovespa cravou a sexta alta seguida e voltou ao patamar de 94 mil pontos. Entenda o que motivou toda essa onda de otimismo nos mercados
Yduqs salta mais de 10% no Ibovespa; para BTG, o fraco ímpeto de lucros da companhia e a falta de catalisadores ainda justificam a cautela na recomendação
O dólar segue em queda firme e o Ibovespa crava a sexta alta consecutiva, surfando a onda de otimismo desencadeada após os dados mais fortes que o esperado no mercado de trabalho dos EUA
Mercado acionário global volta a mostrar otimismo com a reabertura econômica e pacotes de estímulos para recuperação da economia. O destaque do dia é a divulgação do payroll americano
O problema dessas empresas “reloginho” – com lucros estáveis e recorrentes – é que elas atraem acionistas que só conseguem pensar nos dividendos
O Ibovespa contrariou a tendência global e fechou em alta, aproximando-se do patamar dos 94 mil pontos. O tom mais cauteloso visto lá fora só foi sentido no mercado de câmbio, com o dólar à vista subindo e voltando a R$ 5,13
Impactos negativos diferentes em partes da indústria explicam o rebaixamento nas recomendações de Localiza e Movida, cortadas de compra para neutra
O Ibovespa até cedeu a um movimento de realização de lucros durante a manhã, mas já voltou a se fortalecer e, com isso, ronda o patamar dos 94 mil pontos. No câmbio, o dólar à vista tem um dia de oscilações tímidas, tentando permanecer abaixo da faixa de R$ 5,10
Após alguns dias de rali, os mercados interncionais realizam lucros enquanto aguardam decisão monetária do BCE. Com a agenda esvaziada no Brasil, destaque para a divulgação dos pedidos de auxílio-desemprego e da balança comercial nos Estados Unidos.
Após consultar 14 corretoras, o Seu Dinheiro selecionou as três ações favoritas de cada uma delas. No pódio, duas velhas conhecidas voltam para mais uma presença no ranking após um bom desempenho em maio.
O Ibovespa teve mais um dia de ganhos e chegou ao maior nível desde 6 de março, sustentado pelo otimismo global. O dólar à vista caiu forte, chegando a R$ 5,01 na mínima da sessão
O dólar à vista segue em queda firme e já se aproxima dos R$ 5,00, enquanto o Ibovespa sobe e busca os 93 mil pontos. Novamente, os investidores mostram-se otimistas com as perspectivas para a economia global e deixam de lado os fatores de risco
Na agenda econômica, o destaque é a divulgação dos números da produção industrial de abril. Lá fora, expectativa pelo novo acordo da Opep para estender o corte na produção de petróleo