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A cinebiografia de Michael Jackson superou US$ 1 bilhão em bilheteria, quebrando o recorde de 'Bohemian Rhapsody' e se tornando a obra mais lucrativa do gênero mundialmente.

A cinebiografia de Michael Jackson foi esnobada por alguns dos maiores estúdios de Hollywood. E é provável que seus diretores estejam arrependidos agora. Isso porque "Michael" acaba de se tornar a primeira obra cinematográfica do gênero a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria global.
A informação é da Rentrak, empresa que analisa dados da indústria cinematográfica.
“Michael” também se tornou o primeiro filme da Lionsgate a alcançar esse patamar. O estúdio independente foi quem apostou no projeto de US$ 150 milhões, recusado por grandes nomes da indústria.
Desde o lançamento, em 24 de abril, o longa já arrecadou US$ 371,8 milhões nos EUA e US$ 629,8 milhões no exterior, de acordo com a revista Variety. A bilheteria representa cerca de 6,7 vezes o valor investido na produção.
Mesmo na reta final de exibição nos cinemas norte-americanos — onde arrecadou US$ 492 mil entre os dias 3 e 5 de julho —, o filme segue avançando em mercados internacionais. No Japão, chegou às salas apenas em 12 de junho e já faturou US$ 30,5 milhões, segundo a revista Forbes.
Estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do falecido “Rei do Pop”, o longa já havia quebrado outro recorde ao superar “Bohemian Rhapsody” (2018), sobre Freddie Mercury e a banda Queen, e se tornar a cinebiografia musical de maior bilheteria de todos os tempos.
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O elenco reúne Colman Domingo e Nia Long, que interpretam Joe e Katherine Jackson, pais do cantor, além de Miles Teller, no papel de John Branca, empresário de longa data de Michael Jackson.
No Brasil, o longa também fez história e se tornou o maior lançamento da Universal Pictures no país.
Diante do recorde e da bilheteria bilionária, a pergunta fica no ar: Michael Jackson pode ser chamado também de “Rei das Cinebiografias”?
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.
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