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Alupar, B3 e Itaú estão entre os os papéis que continuam bem posicionados nos negócios e na agenda ambiental, social e de governança
A Carteira ESG XP chega a fevereiro de 2026 sem alterações em relação a janeiro. A decisão reflete a avaliação da XP Research de que os papéis continuam bem posicionados nos negócios e na agenda ambiental, social e de governança (ESG).
O portfólio reúne empresas com bons fundamentos financeiros e práticas ESG consolidadas, com o objetivo de superar o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 no longo prazo.
A carteira é revisada mensalmente e pode sofrer ajustes, mas, neste mês, a análise foi de continuidade.
A seguir, veja quais são as dez ações da Carteira ESG XP em fevereiro e o motivo de cada uma delas seguir na seleção.
A Alupar tem uma atuação consistente no setor de energia elétrica, com foco em transmissão e geração. A empresa é vista como bem posicionada para se beneficiar da transição energética, além de apresentar disciplina na alocação de capital e oportunidades de crescimento fora do Brasil.
Na agenda ESG, a companhia busca equilibrar suas operações com a redução de impactos ambientais e sociais, o que sustenta sua permanência na carteira.
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A operadora da Bolsa brasileira segue na carteira por combinar posição dominante no mercado com avanços relevantes em sustentabilidade. A XP avalia que a empresa tem geração de caixa robusta e estrutura de custos mais eficiente.
Do ponto de vista ESG, a B3 se destaca pela ampliação da oferta de produtos ligados à sustentabilidade, pela atuação educacional no mercado de capitais e por uma governança corporativa sólida, com alto nível de independência no conselho.
O Itaú segue como destaque entre os bancos por sua operação sólida, crescimento da carteira de crédito e controle da inadimplência. A XP vê espaço para ganhos de rentabilidade com maior eficiência operacional.
Na frente ESG, o banco se diferencia pelos esforços para mitigar impactos climáticos, pela atuação social consistente e por práticas de governança alinhadas aos mais altos padrões do mercado.
A varejista tem expectativa de demanda mais estável ao longo de 2026, apoiada pela melhora do cenário econômico. A empresa também segue focada em eficiência operacional e otimização de custos.
Em ESG, a Renner é reconhecida pelas políticas voltadas à cadeia de fornecedores, iniciativas de redução de emissões e uma governança robusta, com maioria independente no conselho.
A empresa do setor de infraestrutura segue recomendada pela perspectiva de crescimento sustentado, apoiada em novos projetos e em um ambiente regulatório considerado favorável.
Na agenda ESG, a Motiva se destaca pela adoção de energia renovável em suas operações, investimentos sociais e metas claras para redução e neutralização de emissões, fatores que reforçam sua posição na carteira.
A Orizon atua no segmento de gestão de resíduos, com foco em soluções como biometano e geração de créditos de carbono. A XP vê potencial de crescimento tanto orgânico quanto por novos negócios.
Do ponto de vista ESG, a empresa se destaca pela estratégia de compensação de emissões e pelo aproveitamento ambientalmente responsável de resíduos.
A companhia de saneamento permanece na seleção pela relevância de sua atividade e pelas oportunidades de crescimento de longo prazo, ligadas à expansão dos serviços e às metas de universalização.
A Sabesp tem forte conexão com a agenda ESG, ao atuar diretamente na preservação de recursos hídricos, no acesso ao saneamento básico e na segurança hídrica.
A Suzano tem posição de liderança no setor de papel e celulose, aliada a investimentos em inovação e eficiência produtiva. A XP vê geração de caixa consistente e avanço em novos produtos.
Em ESG, a empresa se destaca pelos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, pela busca de soluções sustentáveis e pelo compromisso com metas de redução de emissões.
A Vivo é considerada uma opção defensiva dentro da carteira, com liderança no mercado de telefonia móvel e crescimento de receitas no segmento pós-pago.
Sob a ótica ESG, a empresa é vista como bem posicionada, com iniciativas nas áreas ambiental, social e de governança, além de maior transparência na divulgação de dados.
A WEG segue na carteira mesmo com perspectivas mais moderadas no curto prazo. A empresa é reconhecida pela diversificação de receitas, histórico de execução consistente e exposição a tendências como eficiência energética.
Na agenda ESG, a companhia se destaca pela inovação, pela governança sólida e pelo papel relevante na transição para uma economia de baixo carbono.
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