🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

SEM FGC NESSE CASO

O labirinto da Fictor e os SCPs: entenda os riscos por trás da promessa de alto retorno e os direitos dos investidores diante do atraso

Investidores entraram em uma oferta irregular, que não é valor mobiliário como ações ou fundos de investimento; CVM investiga o caso

Monique Lima
Monique Lima
16 de janeiro de 2026
12:02 - atualizado às 11:18
Imagem gerada por inteligência artificial - Imagem: ChatGPT via Copilot

Imagine investir no agronegócio, o motor do Brasil, com a promessa de retornos altos e garantidos, apenas para se ver com o bolso furado: sem o retorno e sem o resgate. Esta é a situação de muitas pessoas que colocaram dinheiro em Sociedades em Conta de Participação (SCPs) da Fictor.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde dezembro de 2025, uma série de reclamações contra a Fictor Invest foram registradas no ReclameAqui. A maior parte dos depoimentos diz a mesma coisa: houve atraso no pagamento dos dividendos ou na solicitação de resgate, com prorrogação do prazo de forma unilateral pela Fictor, sem justificativa.  

Os relatos são de diversos cantos do país — de Campo Bom (RS) a Ariquemes (RO) —, e ganharam volume nos últimos dias. Atualmente, o site registra 72 reclamações contra a Fictor Invest, sendo 71 nos últimos 23 dias.  

Em 12 de janeiro, a Fictor soltou um comunicado afirmando que atravessa um momento “atípico”, que gerou “um desafio temporário de liquidez e timing operacional”. Segundo a empresa, não se trata de insolvência ou falta de compromisso. 

O comunicado diz que os pagamentos em atraso serão regularizados em 12 de fevereiro, e que a holding anunciará a entrada de “um investidor relevante” nos próximos dias.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para entender o imbróglio envolvendo a Fictor e as SCPs, o Seu Dinheiro foi atrás de advogados e profissionais especializados em mercado de capitais. A reportagem também ouviu a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a própria Fictor.  

Leia Também

As SCPs e o limite cruzado pela Fictor  

As Sociedades em Conta de Participação (SCPs) são instrumentos legais, previstos nos artigos 991 a 996 do Código Civil. O modelo contratual permite que um grupo de pessoas se junte para investir em um empreendimento, com direito a receber participação dos lucros. Para isso, há dois tipos de sócios:   

  • Sócio ostensivo, com CNPJ para gerir o negócio e responder legalmente (a Fictor); e  
  • Sócio participante, pessoa física que entra com o capital e participa dos lucros (o investidor). 

Entretanto, uma característica importante das SCPs é sua natureza de sociedade privada. Andrea Sano Alencar, sócia do Efcan Advogados, afirma que esse modelo de sociedade é comum em incorporações imobiliárias, que reúnem amigos e familiares para construir um empreendimento.  

“A gente diz que é um instrumento family & friends. Um membro da família tem um terreno, quer construir um pequeno prédio com uns R$ 3 milhões, então reúne umas cinco pessoas para juntar capital e faz uma SCP. Quem tem o CNPJ fica como ostensivo e, depois de pronto, vende as unidades e distribui o lucro entre os participantes”, diz Alencar.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, a Fictor transformou o que deveria ser um contrato privado em uma máquina de captação em massa, cruzando o limite da regulamentação. Veículos de imprensa afirmam que a holding levantou R$ 1,67 bilhão, via 12 SCPs, desde 2021.  

Em resposta ao Seu Dinheiro, a empresa não confirmou esse dado e alegou que são informações estratégicas e contratuais, protegidas por deveres de confidencialidade e “compromissos assumidos com investidores e parceiros”.  

A Fictor usou as redes sociais e assessores de investimento para anunciar a venda de participação em SCPs prometendo retornos de até 1,8% ao mês — muito acima da média do mercado, que ultrapassa por pouco o 1% em instrumentos mais arriscados.  

Esse tipo de iniciativa é irregular por dois motivos: caracteriza oferta pública e oferece garantia de retorno em um instrumento que não é garantido. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entrada da CVM  

As SCPs não são valores mobiliários, fundos de investimento ou consórcios. Por isso, não estão no escopo de fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).  

No entanto, ao anunciar o produto de forma pública nas redes sociais, via assessores de investimento, os instrumentos da Fictor caracterizam “contrato de investimento coletivo” (CIC) oferecido via oferta pública. A partir daí, entra a CVM. 

“O conceito da lei é aberto nesse sentido. Qualquer título ou contrato de investimento, que gera participação nos lucros ou remuneração, viabilizado com o esforço de um terceiro, é uma oferta pública e deve seguir o rito da CVM”, diz Alencar.  

Segundo a advogada, o instrumento SCP é legal, mas a forma que ele foi instituído e ofertado pela Fictor é irregular.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resposta ao Seu Dinheiro, a CVM destaca justamente o enquadramento de contrato de investimento coletivo e a caracterização de oferta pública dos instrumentos da Fictor. 

A autarquia ainda alega que um processo (CVM 19957.008553/2024-1) foi instaurado para avaliar o caso e está sob análise na Superintendência de Registros de Valores Mobiliários.  

Casos antigos da CVM demonstram como a instituição avalia essa caracterização de um CIC e uma oferta pública irregulares. Em 2015, a autarquia autuou a Trade Invest por um caso parecido (Processo CVM nº RJ-2015-1951), também realizado via SCP. Os critérios avaliados e descritos no processo foram:  

  • Há investimento? Sim, o investidor aplica recursos com a intenção de ter um ganho. 
  • Foi formalizado por um título ou contrato? Sim, a promessa de compra e venda, o contrato SCP, o acordo comercial para administração de empreendimento e contratos de prestação de serviços [de assessores de investimento]. 
  • O investimento foi coletivo? Sim, na medida em que foi oferecido ao público em geral por meio de um website, e-mails, mídias sociais etc. 
  • Alguma forma de remuneração foi oferecida? Sim, a expectativa de distribuição de rendimentos. 
  • A remuneração vem do esforço do empreendedor ou de terceiros? Sim, o investidor apenas entrega o dinheiro e espera o resultado do trabalho de outros. 
  • Os contratos foram ofertados publicamente? Sim, se a proposta de investimento foi acessível ao público em geral. 

A CVM determinou a retirada de todas as ofertas da Trade Invest, sob pena de multa, e comunicou o caso ao Ministério Público Federal. Alencar afirma que, a depender do nível do caso, pode ser considerado crime contra o sistema financeiro e passível de responder na esfera cível e criminal.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Retorno “garantido” 

Os advogados Ângelo Lim e Luciano Prado Neto, sócios do MBC Advogados, também veem problema na estrutura das SCPs vendidas pela Fictor.  

As SCPs devem estar vinculadas a um empreendimento ou projeto específico, bastante delimitado. Entretanto, ainda nesses casos, não existe uma garantia “fixa” de retorno, porque trata-se do desenvolvimento de um projeto. O que se pode fazer é estimar o retorno final.  

Lim afirma que, em SCPs imobiliárias, o retorno é a unidade imobiliária ou o valor de sua venda. No caso de um negócio, como um restaurante, por exemplo, é o resultado financeiro ou da venda do restaurante. Sempre deve estar atrelado à conclusão do empreendimento.  

“Já no objeto da SCP em questão [da Fictor], é vago. Dizer que uma SCP vai investir em títulos, terras, grãos, novos projetos, e ainda assim garantir um retorno fixo ou mínimo sobre o investimento, é uma temeridade. O investidor não sabe efetivamente no que está investindo. É quase um cheque em branco”, diz o advogado.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em casos de perdas de SCPs regulares, o sócio ostensivo arca integralmente com a perda, mas o sócio participante perde o capital investido.  A única “proteção” ao participante é que seu risco está limitado à perda do valor investido.  

“No final do dia, a base da SCP é um contrato entre o sócio ostensivo (a Fictor) e o investidor. Apesar de essa SCP [da Fictor] ser apresentada como um investimento garantido, ela efetivamente é um investimento de capital, sem maior respaldo”, complementa Prado Neto. 

A Fictor afirma que tem um plano de contingência previamente estruturado. Esse plano contempla “reorganização e reescalonamento dos fluxos de pagamento”, para uma gestão ativa da liquidez. 

A empresa ainda diz que as medidas serão adotadas dentro dos limites contratuais e regulatórios aplicáveis, com acompanhamento contínuo e respeito aos diretos dos investidores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

FIDCs: uma nova roupagem para o mesmo risco 

Enquanto os investidores das SCPs esperam por seu dinheiro diante do novo prazo indicado pela Fictor — 12 de fevereiro —, um outro instrumento de captação de recursos ganhou os holofotes.  

As SCPs deram lugar aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Neste caso, por serem fundos de investimento, os FIDCs são regulados e estão sob fiscalização da CVM. Entretanto, uma fonte ouvida pelo Seu Dinheiro, que preferiu não se identificar, acredita que a Fictor encontrou um meio de nublar seus movimentos.  

Fictor Invest FIDC, instituído em agosto de 2025, tem por política de investimento investir exclusivamente em outros FIDCs, com a possibilidade de 100% de concentração em FIDCs da própria Fictor

Para a fonte, esse método configura um problema de transparência que foi destaque em 2025: os fundos que investem em fundos ao ponto de se perder de vista de onde veio o dinheiro e para onde ele vai. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que a fonte vislumbra é a possibilidade de uma estrutura “de limpeza”, em que o dinheiro do FIDC será usado para investir e cobrir os buracos das SCPs. 

Ao Seu Dinheiro, a Fictor negou essa possibilidade. A empresa afirma que não há transferência de passivos, cobertura cruzada de inadimplência, nem qualquer mecanismo de socorro financeiro entre estruturas.  

“Cada veículo responde exclusivamente por suas próprias obrigações, resultados e riscos, nos termos de seus respectivos instrumentos contratuais e regulatórios”, afirma a Fictor.  

Outro ponto inusual do Fictor Invest FIDC, que aumenta o risco do fundo, é sua composição de cotas. Dos 608 investidores do fundo, 607 possuem cotas subordinadas. Apenas um único investidor possui cota sênior.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na estrutura dos FIDCs, as cotas subordinadas (subordinada e subordinada mezanino) são as mais arriscadas. 

As cotas sêniores oferecem retornos menores porque têm prioridade de pagamento. Já as subordinadas têm retornos maiores, mas absorvem o prejuízo em caso de inadimplência. A promessa também é de 1,8% de retorno ao mês, como no caso das SCPs.  

Os 608 investidores do fundo são qualificados — aqueles com mais de R$ 1 milhão investidos no mercado de capitais —, sendo 568 pessoas físicas e as demais pessoas jurídicas. Até novembro de 2025, o fundo tinha captado R$ 228 milhões.  

O fundo já é o maior dos seis FIDCs da Fictor, ainda que seja o mais recente. Segundo o site Neofeed, a holding utiliza esse instrumento desde 2022 e possui R$ 628 milhões de patrimônio líquido em FIDCs.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quais os direitos dos investidores da Fictor?  

Para um sócio participante dos SCPs da Fictor com pagamentos em atraso — sejam dividendos ou resgate — os advogados ouvidos pela reportagem afirmam que cabe o ajuizamento de ações de cobrança, execução de contrato ou pedido de indenização por perdas e danos. 

O que você pode conseguir: 

  • Recebimento do valor principal: com base no descumprimento do prazo contratual de pagamento dos dividendos e do resgate. 
  • Encargos contratuais: mesmo que a empresa pague com atraso, ainda é possível processar se não houver o pagamento de multas, juros e correção monetária previstos no contrato. 

Porém, é preciso averiguar a natureza do contrato, quais os termos e responsabilidades cabíveis para cada sócio: o ostensivo (a Fictor) e o participante. 

Além disso, os advogados destacam que é importante guardar todos os registros possíveis: e-mails de assessores com promessas de taxas, comprovantes de depósitos e capturas de tela de anúncios e conversas com terceiros envolvidos na venda das SCPs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os advogados do MBC Advogados sugerem que também cabe processo baseado no direito do consumidor, devido à indução ao erro na oferta da sociedade, já que o contrato foi apresentado com promessas de rendimento fixo, que não condizem com a natureza de risco da SCP. 

Entretanto, é preciso aguardar o prazo indicado pela Fictor. Na hipótese de o pagamento ser regularizado, com o valor devido, juros, multa e correção monetária (conforme o que estiver disposto no contrato), não cabe processo.  

“Se já existir um processo em curso e o valor for pago, isso afeta a ação judicial, mas depende do processo intentado e do contrato da SCP”, diz Lim.  

A Fictor afirmou ao Seu Dinheiro que a inadimplência observada “decorre de eventos pontuais e excepcionais, sem caráter estrutural”. A holding alega que o seu histórico não apresenta recorrência de inadimplência, mas sim uma operação dentro dos padrões regulares de adimplência e previsibilidade de fluxo.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A nova sopa de letrinhas do aluguel, os resultados da Nvidia, e o que mais movimenta o mercado hoje

26 de fevereiro de 2026 - 8:28

O proprietário de imóveis terá 2026 para se adaptar à cobrança de novos impostos sobre a renda do aluguel; confira tudo o que muda com o pagamento de CBS e IBS

IR 2026

Você já pode se preparar para o IR 2026! Veja os documentos que você precisa reunir para declarar imposto de renda

26 de fevereiro de 2026 - 7:21

Termina nesta sexta (27) o prazo para as empresas enviarem os informes de rendimentos para a declaração de IR 2026. Reunir a documentação é o primeiro passo para preenchê-la

NOVAS REGRAS, MAIS IMPOSTO

IBS e CBS no aluguel de imóveis: quem está sujeito aos novos impostos sobre a locação criados na reforma tributária

26 de fevereiro de 2026 - 6:02

Imposto adicional, nota fiscal eletrônica, redutor social e uma série de novas regras desafiam os proprietários de imóveis e valem já a partir de 2026

IR 2026

Informe de rendimentos do INSS para o IR 2026 já está disponível; veja como baixar

25 de fevereiro de 2026 - 16:07

Documento serve como comprovação do recebimento de benefícios da Previdência Social em 2025

BALANÇO DA ANBIMA

Super-ricos compram títulos isentos e ações; mas, para o ‘povão’, os CDBs são a nova poupança — veja como investiram os brasileiros em 2025

24 de fevereiro de 2026 - 19:42

O volume total de investimentos dos brasileiros atingiu R$ 8,59 trilhões no ano passado, impulsionado pelo crescimento da alocação da alta renda

IR 2026

Mudou-se para o exterior em 2025? Prazo de entrega da Comunicação de Saída Definitiva termina nesta sexta (27); veja como enviar

24 de fevereiro de 2026 - 17:13

Quem se mudou do Brasil no ano passado tem até 27 de fevereiro para enviar documento que avisa a Receita Federal que contribuinte não é mais residente fiscal no país

IR 2026

O que a Receita Federal quer de mim, afinal? Entenda a lógica da declaração de imposto de renda para não errar nunca mais

23 de fevereiro de 2026 - 16:01

Entenda quais informações devem de fato constar na declaração de imposto de renda e por que a Receita quer que você as declare

UMA PECHINCHA

Até 99% de desconto: Mutirão para limpar o nome começa hoje (23); veja como participar

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Feirão Serasa Limpa Nome, que segue até 1º de abril, ajuda consumidores a sair do vermelho

TÁ GARANTIDO

Até onde vai a garantia do FGC: mesmo com R$ 52 bilhões a menos, o fundo ainda pode proteger os investidores?

19 de fevereiro de 2026 - 16:21

Com Master, will bank e Pleno na conta, o FGC enfrenta uma prova dura, mas tudo indica que a rede de proteção continua firme

ACIONADO DE NOVO

FGC: quais são as garantias para correntistas e investidores após a liquidação do Banco Pleno?

18 de fevereiro de 2026 - 13:25

Segundo o fundo garantidor, 160 mil clientes são elegíveis ao reembolso, que vai custar R$ 4,9 bilhões

HORA DE AGIR

Perdeu o cartão ou o celular no Carnaval? Veja o passo a passo do que fazer para não ter um prejuízo ainda maior

16 de fevereiro de 2026 - 13:11

Depois que o estrago está feito, o jeito é correr atrás para minimizar os danos e as perdas, confira como

ATENÇÃO, FOLIÕES

7 golpes comuns no Carnaval — e como proteger o seu dinheiro em meio à folia

15 de fevereiro de 2026 - 12:09

Golpe da maquininha, do Pix, clonagem de cartão, as opções são diversas e é preciso estar atento para a festa não virar pesadelo

ATENÇÃO, CONTRIBUINTE

IRPF 2026: Prazo para entrega dos informes está acabando; erros podem atrasar restituição e levar à malha fina

12 de fevereiro de 2026 - 18:26

Bancos, planos de saúde, empregadores, INSS e outros tem até 27 de fevereiro para entregar os informes de rendimentos para a declaração do IRPF 2026

ALERTA AOS DESAVISADOS

Você novamente pode atualizar o valor do seu imóvel na declaração de imposto de renda; vale a pena aderir desta vez?

11 de fevereiro de 2026 - 6:10

Contribuintes têm até 19 de fevereiro para optar pela atualização de valores de imóveis pelo preço de mercado. Medida é boa demais para ser verdade?

O PESO DOS TRIBUTOS

Quer economizar com o IPVA 2026? Desconto de 15% vai só até amanhã neste estado

9 de fevereiro de 2026 - 14:31

Apesar do desconto ser alto, os motoristas precisam tomar cuidado para ver se realmente vale a pena

Saúde

O que levou a Anvisa a suspender lote de azeite e glitter e proibir a venda de ‘café de açaí’

6 de fevereiro de 2026 - 11:47

A Anvisa estabeleceu medidas de suspensão e proibição para produtos alimentícios considerados irregulares em fiscalização.

Loterias

Mega-Sena: quanto rende o prêmio de R$ 141 milhões de ganhador solo do RJ na renda fixa

6 de fevereiro de 2026 - 9:53

Prêmio de R$ 141 milhões da Mega-Sena pode render mais de R$ 1 milhão por mês na renda fixa conservadora.

ZUMBIS?

Enquanto o mundo volta os olhos para o vírus Nipah, cientistas alertam para outra ameaça invisível

5 de fevereiro de 2026 - 17:07

Raros e pouco conhecidos, microrganismos presentes na água e no solo acendem um sinal de atenção entre pesquisadores

Free Flow

Free flow na Anchieta-Imigrantes ganha cronograma e mudança nos valores do pedágio

5 de fevereiro de 2026 - 15:05

Tarifa, atualmente cobrada em um único sentido, será dividida no sentido Litoral e São Paulo, com valor de R$ 19,35.

CUSTA R$ 3,00 A MAIS

Um ‘segredo’ no espelho: o guia definitivo para (tentar) ficar milionário na Lotomania

5 de fevereiro de 2026 - 10:37

Se tivessem feito aposta-espelho, os dois ganhadores da faixa de zero acerto do concurso 2884 da Lotomania também teriam ficado milionários.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar