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Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares
Quando Brasília ainda era tratada como um projeto de futuro, o Torre Palace Hotel surgiu como um endereço de prestígio. Inaugurado em 1973, no Setor Hoteleiro Norte, o prédio se impunha pela localização estratégica e pela vista privilegiada da Esplanada dos Ministérios e do Estádio Mané Garrincha.
Por décadas, foi sinônimo de status. Autoridades, diplomatas, empresários, artistas e jogadores de futebol passaram por seus corredores. A história do Torre Palace Hotel chegou ao fim no domingo (25), quando foi demolido.
Idealizado pelo empresário Jibran El-Hadj, o Torre Palace contava com cerca de 140 apartamentos, 14 andares, restaurante, áreas sociais amplas e serviços que o colocavam entre os hotéis mais sofisticados do país nos anos 1970 e 1980, com classificação de quatro estrelas.
O prédio também virou cenário de encontros políticos informais e eventos sociais, reforçando sua imagem como ponto de referência da elite que transitava entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.
A trajetória começou a mudar após a morte do fundador, em 2000. O que deveria ser sucessão virou uma disputa judicial entre herdeiros, travando decisões estratégicas e investimentos.
Sem consenso, o hotel entrou em um processo lento de deterioração administrativa e financeira.
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Em 2013, depois de aproximadamente 40 anos de operação, o Torre Palace fechou as portas. A partir de então, o edifício passou a existir apenas como estrutura física: sem função econômica, sem manutenção e sem perspectiva clara de recuperação.
Com o passar dos anos, o prédio vazio se transformou em um problema urbano. O que antes era símbolo de luxo virou sinônimo de degradação, com invasões, furtos de materiais, ocupações irregulares e riscos à segurança.
Mármore, esquadrias, portas e instalações foram sendo retirados. O hotel passou a concentrar relatos de violência, uso de drogas e incêndios, tornando-se um ponto sensível no centro da capital.
De acordo com hóspedes e funcionários de hotéis vizinhos, os “invasores” do Torre Palace:
Autoridades chegaram a realizar operações de desocupação, mas sem solução definitiva.
Em 2020, segundo reportagens da época, o hotel Torre Palace foi a leilão, avaliado em R$ 35 milhões, mas não recebeu nenhum lance.
A venda do prédio foi determinada pela Justiça do Trabalho, e o valor arrecadado seria utilizado pata pagar dívidas de salários e direitos trabalhistas de ex-funcionários.
Em uma segunda tentativa de leilão ainda em 2020, o hotel foi arrematado por R$ 17,6 milhões pela empresa RBS Administração de Imóveis LTDA. Mas a empresa desistiu e o pedido foi aceito pela Justiça.
Em 2019, o governo do Distrito Federal pediu a demolição do prédio do Hotel Torre Palace, pois o edifício estava abandonado e continuava sendo ocupado de forma ilegal.
No entanto, o laudo pericial do prédio indicou que, apesar das péssimas condições do local, não havia risco evidente de abalo estrutural.
Em 2025, o DF Legal encaminhou um novo pedido de demolição do Torre Palace e no segundo semestre o imóvel foi transferido para novos proprietários.
Agora, em janeiro de 2026, veio o desfecho. Após anos de debates, laudos técnicos e decisões judiciais, o prédio foi implodido em uma operação controlada que utilizou cerca de 165 quilos de explosivos distribuídos em pontos estratégicos da estrutura.
Em poucos segundos, o hotel que marcou gerações veio ao chão.
O terreno, em uma das áreas mais valorizadas do Plano Piloto, deve dar lugar a um novo empreendimento hoteleiro, com padrão mais moderno e integrado às exigências atuais de sustentabilidade, segurança e uso urbano.
A expectativa é que sejam construídos entre 230 e 250 apartamentos, distribuídos em 16 andares no novo edifício.
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