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Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
A greve dos caminhoneiros volta ao radar em 2026 — e, com ela, as lembranças de um dos episódios mais críticos da economia brasileira recente. Em maio de 2018, a paralisação nacional levou o país a um colapso logístico e fez o preço da gasolina disparar a níveis históricos.
Naquele momento, o litro chegou a R$ 9,99 em um posto de Águas Claras (DF), na madrugada de 24 de maio. Corrigido pela inflação, o valor equivale hoje a R$ 15,06.
Consumidores chegaram a relatar que o estabelecimento se recusava a emitir nota fiscal. Após reclamações, o preço caiu para R$ 5,99 cerca de meia hora depois. Ainda assim, o episódio ficou registrado como um dos mais emblemáticos da greve dos caminhoneiros.
A greve dos caminhoneiros de 2018 teve efeitos imediatos e profundos sobre a economia, retirando 1,2 ponto porcentual (pp) do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) daquele ano.
Em poucos dias, postos de combustíveis ficaram sem gasolina e diesel em várias cidades. Supermercados enfrentaram desabastecimento, com prateleiras vazias, enquanto indústrias interromperam a produção por falta de insumos.
O país praticamente parou, mesmo sem pandemia ou lockdown — um cenário que hoje volta a preocupar diante da possibilidade de uma nova paralisação. Relembre a greve dos caminhoneiros de 2018 aqui.
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Nesta semana, motoristas voltaram a enfrentar preços elevados da gasolina em postos pelo Brasil. Em alguns casos, inclusive, os valores chegaram a R$ 9,99 por litro em estabelecimentos da cidade de São Paulo.
Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que, entre 8 e 14 de março, o preço médio subiu de R$ 6,30 para R$ 6,46 por litro, marcando a segunda alta semanal consecutiva.
O maior preço registrado pela ANP foi de R$ 9,29 em São Paulo, encostando em patamares críticos observados durante a greve dos caminhoneiros de 2018.
Além disso, o diesel, combustível-chave para o transporte de cargas, seguiu a mesma trajetória e já custa, em média, R$ 6,80 por litro no país.
A pressão vem principalmente do mercado internacional, com a alta do petróleo em meio às tensões no Oriente Médio — movimento que persiste mesmo após o governo federal anunciar medidas na tentativa de conter o avanço dos combustíveis.
Com a escalada dos preços e diante da possibilidade de uma nova greve dos caminhoneiros, o governo intensificou a fiscalização para evitar distorções no mercado.
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) reuniu mais de 100 Procons estaduais e municipais para ampliar o monitoramento em cerca de 19 mil postos de combustíveis, espalhados por 459 municípios.
O objetivo é identificar aumentos considerados abusivos, especialmente em regiões com alta expressiva recente.
Em Ourinhos (SP), por exemplo, o diesel S10 chegou a R$ 9,99 por litro — um salto de 36% em apenas sete dias. Situações semelhantes foram registradas em cidades como Caldas Novas (GO) e Itabuna (BA).
Já Feira de Santana (BA) lidera os aumentos de gasolina entre as cidades do Nordeste, com alta de quase 20%, seguida por Belém (PA), na região Norte, e Guarapuava (PR), no Sul do País.
*Com informações do G1 e da Agência Brasil
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
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