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Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Nos anos 1970, pesquisadores realizaram uma série de estudos na Universidade de Stanford com crianças de três a cinco anos. Batizados de "Experimentos do Marshmallow", o objetivo era avaliar a capacidade dos pequenos de adiar a gratificação.
Funcionava assim: um pesquisador colocava um doce na frente de uma criança e explicava as regras. Ela poderia comer o quitute naquele momento ou aguardar 15 minutos para receber dois.
Ao acompanhar essas pessoas, descobriu-se que aquelas que conseguiam aguardar para dobrar sua recompensa tinham mais sucesso acadêmico e social. A conclusão, na época, foi que quem tem mais força de vontade poderia ter, estatisticamente, um desempenho melhor na vida adulta.
Um estudo de 2012, da Universidade de Rochester, no entanto, refez o experimento com certas alterações. Parte das crianças recebiam promessas falsas, enquanto outras tinham a promessa cumprida.
O resultado foi que aquelas que podiam confiar que o doce seria de fato dobrado conseguiam aguardar mais. Ou seja, a confiança da criança no pesquisador e o seu contexto também têm um peso relevante.
Com os dividendos acontece a mesma coisa. Reinvestir os proventos recebidos, no lugar de gastar o dinheiro imediatamente, pode dobrar o seu patrimônio no futuro. Isso se você tiver pensamento estratégico, voltado ao longo prazo.
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No entanto, o colunista do Seu Dinheiro, Ruy Hungria, alerta que isso não serve para qualquer ação. Essa tática só deve ser aplicada em teses confiáveis, com boas perspectivas de retorno e em um bom contexto.
Confira como identificar essas empresas e como calcular quanto o seu dinheiro pode crescer nesta coluna aqui.
Investir em empresas como Petrobras, Vale e Itaú já é comum para quem acompanha a bolsa brasileira. Mas quando o assunto são pequenas e médias empresas, as oportunidades no mercado de capitais são mais limitadas.
Isso pode começar a mudar com o Regime Fácil, iniciativa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que entrou em vigor em março de 2026. O modelo foi criado para simplificar o acesso das PMEs à bolsa, reduzindo burocracia, custos e exigências regulatórias para emissão de ações e títulos de dívida.
Neste episódio do SD Explica, você vai entender como funciona o Regime Fácil, quais empresas podem participar, quais são as vantagens e riscos do modelo e por que ele pode abrir novas oportunidades tanto para empresas quanto para investidores.
O cessar-fogo entre EUA, Israel e Irã segue de pé, apesar de caminhar em uma corda bamba. Ontem, o presidente Donald Trump voltou a subir o tom contra Teerã, rechaçando uma suposta cobrança feita pelo país persa para petroleiras atravessarem o Estreito de Ormuz.
Em meio à fragilidade do acordo, os preços do petróleo voltaram a registrar altas, mas bem mais sutis do que as vistas até então. Nesta manhã, os contratos futuros mais líquidos do Brent subiam, mas bem perto da estabilidade.
Já os mercados estão em ritmo de recuperação. As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta sexta-feira (10), com o índice japonês Nikkei liderando os ganhos.
Na Europa, o dia também começa no azul, mas com leves valorizações. Já Wall Street oscila, com os índices futuros de Nova York caminhando em direções opostas.
Os investidores aguardam agora as negociações entre EUA e Irã, que devem ocorrer neste fim de semana. Até lá, estarão de olho na agenda econômica de hoje, que conta com o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) norte-americano e o sentimento do consumidor, calculado pela Universidade de Michigan.
Por aqui, as atenções se voltam para a publicação do IPCA referente a março. Além disso, em evento fechado à imprensa, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, falará sobre política monetária e conjuntura econômica na FEA-USP.
RENDA FIXA
A maré virou: fundos de debêntures ficam abaixo do CDI em março e investidores de renda fixa começam a pular do barco. Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida.
NO SHAPE
Panobianco: por que o Itaú BBA enxerga a rede de academias como uma ameaça para a Smart Fit (SMFT3) e defende que o grupo ‘veio para ficar’. A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub.
CARTEIRA RECOMENDADA
Além do Tesouro Selic e do CDI: recomendações de renda fixa para abril reafirmam atratividade de títulos IPCA+. A guerra no Oriente Médio mexeu com a renda fixa em março; analistas indicam cautela e confiança no longo prazo para investir em meio às incertezas.
DE VOLTA AO JOGO
Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos. Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira.
PLANOS MAIORES
Sabesp (SBSP3) acelera investimentos e pode expandir para além de SP, diz CEO; ações sobem na bolsa. Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex.
NOVAS MUDANÇAS
Depois de trocar o CEO, Hapvida (HAPV3) indicará Lucas Garrido para comandar as finanças. Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança.
GALPÕES EM ALTA
A ação da Log (LOGG3) já subiu, mas ainda está barata? CFO aponta dividendos de até 17%. Empresa surfa o boom logístico, combina proventos elevados e ainda negocia com desconto, segundo a própria gestão.
RECUO ESTRATÉGICO
Petrobras (PETR4) dá marcha à ré no leilão de gás de cozinha e devolve valores após críticas de Lula. Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio.
MENOR PATAMAR EM DOIS ANOS
Dólar abaixo de R$ 5? O que precisa acontecer para a moeda cair ainda mais — e o que poderia atrapalhar isso. Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização.
EFEITO COLATERAL
Quem ganha com a guerra? Rússia pode turbinar cofres em abril com até US$ 9 bilhões em petróleo. Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção.
MANDATO ATÉ 2029
Sai executivo do Bradesco (BBDC4), entra CEO do Itaú (ITUB4): Milton Maluhy é eleito presidente do Conselho da Febraban. Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029.
CENTRALIZANDO A GESTÃO
Mercado Pago lança ‘Conta Negócio’ para unificar serviços para PMEs dentro do app. Empreendedores que já têm conta na plataforma e faturam mais de R$ 10 mil por mês estão sendo migrados automaticamente.
QUEDA NO PIB?
Pressão sobre o fim da escala 6×1: CNI e mais de 400 instituições assinaram manifesto contra a redução da jornada do trabalho. Entidades dizem reconhecer as discussões como um debate legítimo, mas defendem que o impacto será severo sobre a economia, investimentos e geração de empregos formais.
MUDANÇAS NO PORTFÓLIO
Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações. O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas.
O PREÇO DO CONFLITO
Derrota para o governo Lula: petroleiras travam taxa de exportação de petróleo no Brasil para mitigar efeitos da guerra. Até então, as alíquotas para a exportação dessas companhias eram de 0%. Em evento, ministro de Minas e Energia defendeu o imposto.
MAIS UM NO BOLSO
BTG Pactual (BPAC11) fecha acordo para comprar banco Digimais, do bispo Edir Macedo. Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis.
GASTRONOMIA ACESSÍVEL
36ª São Paulo Restaurant Week reúne mais de 200 estabelecimentos para espalhar a boa gastronomia na capital paulista; confira lista completa. Evento já tradicional na capital paulista acontece de 10 de abril a 10 de maio; festival gastronômico oferece menus completos à preços mais acessíveis.
TOUROS E URSOS #266
Faria Lima em apuros: fundos sofrem com Trump e aposta errada na Selic. Lais Costa, analista da Empiricus Research, explica por que tantos fundos sofreram com o conflito e mostra que outra classe corre risco em um cenário de juros altos.
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
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