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Aliar Tarcísio de Freitas, Bolsonaro e centrão elevaria o real, os títulos e as ações brasileiras, na visão da empresa
Em um de seus mais novos relatórios, a casa de análises Gavekal, uma das mais importantes e renomadas do mundo, resolveu escrever sobre política. E já começa o documento alertando que o assunto não é frequente em sua temática.
“Tentamos evitar escrever sobre política. Primeiro, porque, com muita frequência, a política não passa de espetáculo para pessoas feias. Segundo, porque, na maioria das vezes, o impacto imediato das eleições nos mercados financeiros é mais modesto do que os investidores normalmente esperam”, escreve Louis-Vincent Gave, fundador da Gavekal.
Mas aí ele segue adiante e explica a que veio o texto: política não costuma fazer preço nos mercados exceto na América Latina, onde tem uma influência significativa na confiança dos investidores.
Na região, afirma Gave, há uma forte correlação entre riqueza e tendências políticas, levando a movimentações de capital para fora quando a esquerda assume o poder e para dentro quando a direita retorna.
“Correndo o risco de soar caricatural, quando a esquerda vence eleições na América Latina, os investidores locais tendem a temer a chegada de um personagem como Hugo Chávez, que levará seu país a um inferno socialista”, afirma Gave.
“Nesses momentos, dinheiro e pessoas se mudam para lugares como Miami, Uruguai, Espanha ou Suíça. E quando a direita retorna ao poder, o dinheiro local retorna ao país (ou, pelo menos, para de sair).”
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Gave destaca que, nos próximos trimestres, estão previstas eleições em quatro países da região: Chile (novembro de 2025), Colômbia (março e maio de 2026), Peru (abril de 2026) e Brasil (outubro de 2026). E destaca: “Em todos esses países, as pesquisas atuais indicam que governos de esquerda ou centro-esquerda devem ser substituídos por governos de direita.”
Mas o documento destaca especialmente o Brasil, cuja eleição é considerada crucial para os investidores devido ao tamanho do país e ao desempenho abaixo do esperado das ações brasileiras sob o governo atual.
Gave destaca que as ações na região da América Latina têm estado em alta por conta do tarifaço global de Donald Trump, mas que, nesse meio de campo, as ações brasileiras estão “atrasadas”. “Isso deve mudar à medida que a situação política pré-eleitoral se tornar mais clara”, estima a casa de análise.
E vai direto ao ponto, citando a possível candidatura do atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, à Presidência no ano que vem.
“Tudo isso me traz de volta ao tema da política como espetáculo para pessoas feias. Nos próximos dias, ou semanas, o governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, parece pronto para declarar sua candidatura à presidência. Freitas, pró-mercado, parece ser o favorito do mercado.”
A grande questão, então, segundo Gave, é quem seria seu potencial candidato a vice: Eduardo Bolsonaro, para unificar o voto de direita, ou Ciro Nogueira Lima Filho, do Centrão, para formar uma coalizão.
E finaliza: “É claro que o resultado mais favorável ao mercado seria construir uma chapa em torno da qual as três bancadas pudessem se unir. À primeira vista, isso pode parecer improvável. Mas a política é a arte de tornar possível o que é necessário. Qualquer indício de que tal acordo esteja a caminho provavelmente elevaria o real, os títulos e as ações brasileiras.”
Agora, é aguardar as próximas tacadas.
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