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A sessão será retomada na próxima terça-feira (9), às 9 horas, com o voto do relator e ministro do STF, Alexandre de Moraes
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou nesta quarta-feira (3) o segundo dia da sessão de julgamento da ação penal que acusa o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados de uma trama golpista com o objetivo de reverter o resultado das eleições de 2022.
A sessão, que durou quase quatro horas na manhã de hoje, foi marcada pelas sustentações orais das defesas, incluindo a do ex-chefe do Executivo e de generais.
A Primeira Turma do STF julga o caso do "núcleo crucial" da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
O tom da sessão foi de contestação das acusações da PGR, a desqualificação da delação premiada de Mauro Cid e, em alguns casos, críticas à conduta do ministro relator, Alexandre de Moraes.
O processo, que pode resultar em penas de mais de 30 anos de prisão para o ex-presidente e outros envolvidos no caso, foi estruturado para oito sessões, com previsão de votação sobre o parecer nas próximas reuniões.
O julgamento será retomado na próxima terça-feira (9), às 9 horas, com o voto do relator, Alexandre de Moraes.
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Os advogados de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, afirmaram que "não há uma única prova" que ligue o ex-presidente aos ataques de 8 de janeiro e que ele não atentou contra o estado democrático de direito.
A defesa argumentou que Bolsonaro foi "dragado para esses fatos" e que é inocente das acusações. Vilardi ressaltou que "não há uma única prova que atrele o presidente [ex-presidente Bolsonaro] à Operação Luneta, ao Punhal Verde e Amarelo e ao 8 de janeiro", e que "nem o delator falou isso".
Um dos pilares da defesa do ex-presidente foi a desqualificação da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Os advogados afirmaram que Cid "não é confiável" e "mentiu", além de ter "mudado a versão várias vezes", o que, segundo a defesa, já foi apontado pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal no último relatório de novembro.
Vilardi sugeriu que Cid foi "dirigido" e "induzido" a implicar Bolsonaro em um golpe.
No primeiro dia de julgamento, que ocorreu na última terça-feira (2), a defesa do ex-ajudante de ordens pediu a manutenção do acordo de delação premiada de Cid com a Polícia Federal e negou que ele tenha sido pressionado para aceitar o acordo.
A defesa ainda sustentou que não houve tentativa de golpe, pois todas as medidas discutidas entre os acusados estariam previstas na Constituição.
Os advogados de Bolsonaro também afirmaram que o ex-chefe do Executivo realizou a transição para o governo Lula no final de 2022, sem criar obstáculos, o que, na visão da defesa, contraria a acusação de tentativa de golpe.
Vilardi apontou que o ex-presidente foi responsável por fazer uma ponte entre os comandantes das Forças Armadas e José Múcio, nomeado ministro da Defesa por Lula, já que os comandantes não estavam atendendo às ligações de Múcio.
Os advogados afirmam que ocorreu um "cerceamento de defesa", alegando que o processo andou "muito rápido" e que não tiveram tempo suficiente para analisar os mais de 70 terabytes de dados colhidos pela Polícia Federal.
Diante dessas argumentações, a defesa pediu a absolvição de Bolsonaro e afirmou que uma pena de 30 anos de prisão "não seria razoável".
As defesas de réus acusados pelos ataques de 8 de janeiro, como os generais Walter Souza Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, adotaram a estratégia de questionar a delação de Mauro Cid e se distanciar das ações golpistas.
O advogado de Braga Netto, José Luís Oliveira Lima, contestou a validade da delação de Cid, chamando-a de "mentira descarada" e alegando que as acusações eram baseadas em provas frágeis e imprecisas.
Ele também questionou a quantidade de documentos anexados ao processo, acusando cerceamento de defesa.
O advogado de Augusto Heleno, Matheus Mayer Milanez, criticou o ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o juiz não deveria ser protagonista no processo.
A defesa do general negou que Heleno tivesse pressionado militares a participar dos ataques de 8 de janeiro e contestou o uso da agenda do seu cliente como prova.
Ele ainda citou depoimentos que indicam um afastamento entre o general e Bolsonaro.
Andrew Fernandes, advogado de Paulo Sérgio Nogueira, afirmou que o ex-ministro tentou dissuadir Bolsonaro de ações golpistas e que as provas mostram que Nogueira não fez parte da organização criminosa.
*Com informações do g1 e Estadão Conteúdo
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