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Na minuta endereçada ao presidente argentino, Bolsonaro afirma que é “um perseguido por motivos e por delitos essencialmente políticos”
Jair Bolsonaro voltou a entrar na mira do Supremo Tribunal Federal (STF) e, agora, arrasta seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o presidente argentino, Javier Milei, para o olho do furacão — que entrou nos holofotes da mídia internacional.
Uma investigação da Polícia Federal (PF) indicou que Jair e Eduardo Bolsonaro tentaram interferir no julgamento da ação penal de tentativa de golpe de Estado, em curso no STF.
A acusação levou ao indiciamento de ambos pelos crimes de coação no curso de processo e abolição do estado democrático de direito.
Além disso, o ministro Alexandre de Moraes determinou a aplicação de medidas restritivas contra o pastor Silas Malafaia, alvo de busca e apreensão e de retenção de passaporte.
Porém, a mídia internacional destaca ainda outro ponto do relatório da PF: durante a investigação, foi encontrada uma carta de pedido de asilo endereçada a Javier Milei.
A minuta com pedido de asilo político na Argentina foi produzida após a operação sobre o plano de tentativa de golpe de Estado, que resultou na ação penal na qual Bolsonaro é réu no STF.
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De acordo com a PF, o arquivo foi editado pela última vez em fevereiro de 2024. No documento endereçado ao presidente argentino, Bolsonaro afirma que é “um perseguido por motivos e por delitos essencialmente políticos”.
Cerca de dois meses antes da última edição deste documento, em 5 de dezembro de 2023, o ex-presidente chegou a informar a Moraes que iria viajar para a Argentina, dos dias 7 a 11 de dezembro.
Segundo a defesa de Bolsonaro, o aviso ocorreu devido às diversas investigações nas quais o ex-presidente era alvo.
“Jair Bolsonaro esteve, então, presente na posse do atual mandatário argentino, em comitiva acompanhada por seu filho Eduardo Bolsonaro, dentre outros aliados”, escreveu a PF em seu relatório.
“Os elementos informativos encontrados indicam, portanto, que o ex-presidente Jair Bolsonaro tinha em sua posse documento que viabilizaria sua evasão do Brasil em direção à República Argentina”, concluíram os investigadores.
A tentativa de fuga de Jair Bolsonaro repercutiu nos principais jornais estrangeiros.
Entre os principais veículos que repercutiram a informação, o jornal britânico The Guardian publicou a reportagem “Polícia brasileira acusa Bolsonaro de planejar fuga para a Argentina em busca de asilo”.
O veículo definiu o ex-presidente como um político de extrema-direita e detalhou que Bolsonaro pode enfrentar “uma pena de mais de 40 anos de prisão quando a Suprema Corte se reunir no próximo mês para decidir se ele é culpado de conspirar para anular o resultado da eleição presidencial de 2022”.
Também na Europa, o espanhol El País destacou a apreensão do celular de Bolsonaro no começo do mês e informou que a Polícia Federal produziu um relatório de 170 páginas solicitando uma nova acusação para o ex-presidente brasileiro: a de obstrução no curso do processo.
O texto também afirma que a minuta para um pedido de asilo e “outras informações descobertas pelos agentes ajudaram a Polícia Federal a pedir aos juízes que processassem o ex-presidente, confinado em Brasília, e seu filho Eduardo, um deputado residente nos EUA, por tentativa de coagir o Supremo Tribunal Federal”.
Já na Argentina, o Clarín publicou uma notícia com o título “Jair Bolsonaro planejava pedir asilo ao governo de Javier Milei em 2024”. No texto, o jornal explica que “o líder de extrema-direita pediu asilo, declarando-se vítima de 'perseguição’ por ‘motivos políticos’” e afirmou que o intuito do ex-presidente era evitar as investigações pela tentativa de golpe de Estado.
Além disso, dois dos maiores jornais dos Estados Unidos, The New York Times e The Washington Post, também cobriram o caso e publicaram notícias sobre o novo indiciamento.
O New York Times diz que Milei era “um colega líder de direita” de Bolsonaro e dá destaque para as articulações de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
O jornal afirma que “o filho, Eduardo Bolsonaro, visitou a Casa Branca diversas vezes nos últimos meses para buscar a intervenção dos EUA no caso do pai. No mês passado, o presidente Trump citou o assunto ao anunciar que imporia tarifas de 50% sobre produtos do Brasil, exigindo que o país desistisse do processo contra o ex-presidente brasileiro, que é aliado de Trump”.
O Washington Post, por sua vez, foi mais conciso e afirmou que “Bolsonaro está atualmente aguardando uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre uma suposta tentativa de golpe e soube na quarta-feira que ele pode enfrentar outro caso, já que a polícia o acusou formalmente, junto com um de seus filhos, Eduardo Bolsonaro, de obstrução da justiça em conexão com seu julgamento”.
Já o advogado e ex-secretário de Comunicação de Jair Bolsonaro, Fábio Wajngarten, afirmou que o ex-presidente “nunca cogitou sair do Brasil” e negou a existência de um plano de fuga para a Argentina.
“O Presidente Jair Bolsonaro NUNCA cogitou deixar o Brasil. Como ele mesmo sempre disse, o telefone dele, bem como do seu ajudante de ordens, sempre foram ‘aeroportos de mensagens’ e ‘muros de lamentações’. Essa é a verdade, o resto é vazamento criminoso para dividir e constranger”, escreveu Wajngarten em uma de suas redes sociais.
O advogado ainda afirma que alguém pode ter enviado ao ex-presidente essa ideia de asilo político na Argentina, mas diz que nunca foi cogitada seriamente por Bolsonaro.
“Nunca ouvi falar de fuga para nenhum lugar. Nem Israel, nem Argentina. Nada. Tanto o celular dele quanto do principal ajudante de ordens, o tenente-coronel Mauro Cid, eram espaços onde inúmeras ideias chegavam e saíam sem nenhum juízo de valor e sem nenhuma apreciação”, afirmou.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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