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Jair Bolsonaro segue sendo o nome mais forte da oposição para enfrentar o atual presidente; porém, ele está inelegível até 2030
A tentativa de Trump de ajudar Jair Bolsonaro com as tarifas de 50% ao Brasil tem se revelado, cada vez mais, um verdadeiro tiro no pé. A medida vem aproximando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do eleitorado, que já mostra sinais de que um quarto mandato pode ser possível.
Segundo levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta manhã, o petista é o candidato mais mencionado para ocupar a Presidência da República a partir de 2027. Nos quatro possíveis cenários da pesquisa, Lula lidera em relação aos segundos colocados.
Jair Bolsonaro segue sendo o nome mais forte da oposição para enfrentar o atual presidente no primeiro turno, aparecendo com 26% das intenções de voto, contra 32% para Lula.
O levantamento da Genial/Quaest foi feito entre 10 e 14 de julho e ouviu 2.004 brasileiros a partir dos 16 anos. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
Apesar de despontar como nome favorito da oposição, o ex-presidente está inelegível até 2030 devido à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Apesar disso, Bolsonaro segue se colocando como possível candidato e nega indicação de um sucessor. Já Lula afirmou em diversas ocasiões que deve se candidatar à reeleição.
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Assim, o segundo candidato mais forte para enfrentar o petista no primeiro turno das eleições de 2026 seria Michelle Bolsonaro, segundo a Genial/Quaest.
A ex-primeira-dama aparece com 19% das intenções de voto, enquanto o atual presidente lidera, com 30%.
Em seguida, aparecem Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Eduardo Bolsonaro (PL), ambos com 15%. Porém, Lula tem menor vantagem se enfrentar o filho do ex-presidente.
Em um possível cenário contra o governador de São Paulo, o petista possui 32% das intenções de voto. Já na disputa contra Eduardo Bolsonaro, a vantagem cai para 31%, mas ainda dentro da margem de erro.
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece na sequência. A maior vantagem para o pedetista seria no cenário em que Tarcísio de Freitas aparece como o candidato da oposição. Nessa conjuntura, Ciro Gomes aparece com 12% das menções.
Diferentemente do primeiro turno, Michelle Bolsonaro não é a candidata mais forte para enfrentar Lula na segunda etapa das eleições de 2026. Quem aparece com maior vantagem, empatado com Bolsonaro, é Tarcísio de Freitas.
Ambos teriam 37% das intenções de voto. Porém, caso o petista enfrentasse o governador de São Paulo, a vantagem de Lula cairia de 43% para 41%.
Até maio, Bolsonaro aparecia empatado com o petista. Porém, o atual presidente abriu vantagem de 6 pontos percentuais. “As simulações de segundo turno mostram os efeitos negativos da associação de Bolsonaro ao tarifaço de Trump contra o Brasil”, afirmou Felipe Nunes, diretor da Genial/Quaest
Já Michelle Bolsonaro aparece empatada com o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Todos os três aparecem com 36% das intenções de voto.
No cenário em que Lula disputa contra a ex-primeira dama, o petista aparece com maior vantagem, de 43%. Nas demais conjunturas, aparece com 41%.
Em relação às rejeições, o cenário de 2022 está se repetindo para Bolsonaro, que continua sendo ligeiramente mais rejeitado que Lula. Segundo a Genial/Quaest, o medo de que o ex-presidente volte a ocupar o Palácio do Planalto chega a 44%. Já o temor de que Lula continue na Presidência é de 41%.
Além disso, a parcela da população que acredita que o petista não deveria se candidatar caiu de 68% para 58%. Já quem avalia que Lula deve participar da corrida eleitoral de 2026 subiu de 32% para 38%
A pesquisa mostrou ainda que o fôlego ganhado por Lula no último mês veio de quase todos os campos políticos, exceto dos bolsonaristas.
De acordo com o levantamento, os lulistas/petistas que defendem a candidatura passaram de 84% para 90%, enquanto o número de eleitores da esquerda não petista que apoiam a reeleição subiu de 61% para 72%.
Entre os brasileiros que não possuem posicionamento, a rejeição à candidatura de Lula caiu de 73% para 67%, enquanto a aprovação subiu de 22% para 28%.
A opinião dos eleitores de direita também melhorou em relação à reeleição do presidente, passando de 5% para 10%.
Já Bolsonaro, por sua vez, até viu a parcela da população que acredita que ele deveria se candidatar aumentar, passando de 26% para 28%. Porém, esse aumento veio apenas da base de apoio do ex-presidente.
Embora tenha aumentado o apoio à manutenção de sua candidatura entre a direita não bolsonarista, a maioria desse grupo (52%) ainda defende que ele deve abrir mão logo da candidatura.
Já entre o eleitorado de centro, apenas 17% defendem a manutenção de Bolsonaro na disputa de 2026.
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