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Com transação anunciada em US$ 207 milhões, serviço que revolucionou a indústria de música na virada dos anos 2000 deve ser usado em experiências imersivas como show e listening parties; relembra a história do Napster
Se você é um sobrevivente da web 1.0, provavelmente se lembra com carinho das madrugadas online, dos aplicativos de chat, dos sons achatados e bipes robóticos da época. Era ruim, mas era bom. E, se viveu essa época direito, possivelmente passou horas, ou até dias, esperando por downloads de músicas no Napster.
Para toda essa geração, a primeira notícia talvez seja dura: já são 24 anos desde que a justiça dos Estados Unidos derrubou o serviço de troca de arquivos que estremeceu a indústria de música na virada dos anos 2000. A segunda notícia é que o Napster está vivo e passa bem. Tão bem, aliás, que acaba de ser adquirido por US$ 207 milhões (cerca de R$ 1,17 bilhão). Isso mesmo, em 2025.
O anúncio, que pegou desprevenidos os saudosistas de plantão essa semana, é de que a marca foi vendida à empresa Infinite Reality, especializada em experiências de imersão 3D.
O objetivo, confirmado à CNBC pelo CEO da Infinite Reality, John Acunto, é o de usar o Napster para criar e operar espaços virtuais para shows e festas de audição no metaverso.
"Quando pensamos em clientes com público, como influencers e creators, acho importante que eles tenham um espaço de conexão em torno da música ou de comunidades musicais", disse Acunto. "Não costumamos ver ninguém no streaming criando espaços para a música."
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A novidade da aquisição pode até surpreender a quem batalhava por seus preciosos arquivos MP3 na virada do milênio. Mas a verdade é que o Napster existe até hoje e sua história se estende desde aquela época.
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Atualmente, inclusive, é possível assinar o Napster como um serviço de streaming de música, tal qual Spotify ou Deezer, ainda que, naturalmente, muito menor. Preços de assinatura no Brasil vão de R$ 17,99 (plano individual) a R$ 26,99 (plano familiar).
Para quem perdeu o fio da meada no início dos anos 2000, resumimos a história do serviço em quatro "eras", da fundação na internet 1.0 até hoje.
A revolução e a queda (1999-2001) – Criado por Shawn Fanning e Sean Parker em 1999, o Napster revolucionou a música com o compartilhamento P2P. Um ano depois, em 2000, acabaria processado por artistas como o Metallica e pela Recording Industry Association of América (RIAA, a associação das gravadoras dos Estados Unidos). Em 2001, foi ultimamente fechado por decisão judicial.
Idas e vindas (2002-2008) – Após falência, o Napster foi adquirido pela Roxio e transformado em um serviço legal de música paga. Seu sucesso, entretanto, nunca foi o mesmo. Nos anos seguintes, a marca experimentou associações com a Samsung, como um MP3 player, e com a Best Buy. No entanto, o acirramento da concorrência com outros serviços mais modernos acabaria tornando o negócio deficitário.
Fusão com a Rhapsody (2011-2020) – Em 2011, o serviço foi absorvido pela Rhapsody, plataforma de streaming que seria rebatizada posteriormente como Napster, buscando competir com Spotify e Apple Music. Apesar dos esforços, no entanto, a marca nunca atingiu a mesma relevância da concorrentes.
De mão em mão (2020-2025) – Nos últimos anos, várias empresas tentaram ressignificar o Napster, que passou por uma série de aquisições. Em 2020, o serviço foi comprado pela MelodyVR, empresa de realidade virtual em música, que tentou reformular a marca para um público nichado. Em 2022 foi a vez da Algorand e da Hivemind Capital Partners tentarem reposicionar o Napster como um serviço de streaming com novos formatos de monetização para artistas.
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