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Do açaí paraense ao pistache italiano, conheça templos da sobremesa gelada que fazem do Dia do Sorvete um evento de orgulho nacional
O Dia do Sorvete, celebrado em 23 de setembro, é mais do que uma desculpa para atacar a casquinha sem culpa. É também uma chance de olhar para um mercado que movimenta bilhões, cria memórias afetivas e, em alguns casos, coloca o Brasil no mapa mundial da sobremesa gelada.
No embalo da data, montamos um ranking com 10 sorveterias que ajudam a contar a história do sorvete no Brasil — e que, em alguns casos, já ganharam reconhecimento internacional.
Pode parecer óbvio, mas o paladar é extremamente pessoal. Sorvete bom é o que você gosta. Ainda assim, ficam aí algumas dicas para adoçar o seu dia.
Fundada em 1963, a Cairu é mais que uma sorveteria: é um patrimônio cultural do Pará. Com 14 lojas na região metropolitana de Belém, produz até 8 toneladas de sorvete por mês.
Os sabores amazônicos são o grande trunfo — açaí, cupuaçu, bacuri, uxi — e criações como o Carimbó (cupuaçu com castanha-do-Pará) já viraram lenda.
A sorveteria também já apareceu entre os 100 melhores sorvetes do mundo no TasteAtlas.
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Desde 1931, é parada obrigatória no bairro da Ribeira. Surgiu de uma pizzaria de imigrantes italianos e virou um ícone da Bahia com seus mais de 60 sabores.
Tapioca, coco verde e cajá estão entre os campeões de venda. A produção é artesanal, com frutas escolhidas à mão, e o espaço oferece vista privilegiada da orla.
Reconhecida pelo TasteAtlas como uma das mais icônicas do mundo.
Eleita a 9ª melhor sorveteria do Brasil pelo Traveller’s Choice, a Santin é ponto de encontro no litoral norte paulista.
O sistema é por peso, permitindo ao cliente personalizar as combinações de sabores.
Fundada em 2011 pelos irmãos italianos Edoardo e Luigi, abriu a primeira loja na Oscar Freire e virou rede nacional, com dezenas de unidades.
O segredo está no frescor: cada loja produz diariamente seus gelatos, com ingredientes de alta qualidade, incluindo pistache siciliano, avelãs piemontesas e frutas brasileiras.
No coração de Pinheiros, em São Paulo, essa sorveteria aposta em ingredientes orgânicos e sazonais.
Pequena, descolada e artesanal, ganhou fama por unir cuidado ambiental e ousadia nos sabores.
Fundada nos anos 1940, é um clássico carioca. Conhecida pela cremosidade e pela variedade de sabores de frutas tropicais, atravessou gerações e ainda é uma das favoritas de quem busca tradição no Rio.
Gelateria artesanal famosa por trabalhar com ingredientes naturais, sazonais e brasileiros.
Criada por jovens empreendedores apaixonados por gelato, suas misturas de sabores são inusitadas e certeiras. Ganhou espaço na Vila Madalena como referência em autenticidade e frescor.
No Nordeste, a Bellucci é referência em Fortaleza. Une técnicas italianas a ingredientes locais e virou destino obrigatório para turistas.
A variedade de sabores e a qualidade do atendimento a mantêm no topo do TripAdvisor.
Fundada por Eduardo Borelli em 2013, a sorveteria que leva o nome da família valoriza o preparo artesanal do gelato. Destaca-se pela textura cremosa e sabores clássicos da Itália, como pistache, nocciola e stracciatella, além de frutas frescas brasileiras.
No Sul, a Monte Pelmo conquistou fama em Bombinhas (SC) com seus sorvetes artesanais cremosos, servidos em porções generosas.
É um clássico entre turistas argentinos e brasileiros que frequentam o litoral catarinense.
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