🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Monique Lima

Monique Lima

Repórter de finanças pessoais e investimentos no Seu Dinheiro. Formada em Jornalismo, também escreve sobre mercados, economia e negócios. Já passou por redações de VOCÊ S/A, Forbes e InfoMoney.

PESOU NO BOLSO

Tesouro Direto: Tesouro RendA+ ainda vai valer a pena com alta da alíquota de IR para 17,5%? Veja o impacto da mudança na sua aposentadoria

Medida provisória proposta pelo governo muda as regras e afeta o planejamento de longo prazo dos investidores, com perda significativa no retorno final

Monique Lima
Monique Lima
28 de agosto de 2025
6:04 - atualizado às 14:17
Imagem: ChatGPT/Seu Dinheiro

A maré da tributação está virando. Do contracheque aos investimentos, o imposto de renda do brasileiro pode passar por uma transformação completa nos próximos meses. No Congresso Nacional, tramitam um projeto de lei e uma medida provisória que colocam as novas regras em debate.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O projeto de lei (PL 1.087/25) amplia a isenção para salários de até R$ 5 mil — com a contrapartida de uma alíquota mínima de 10% para a alta renda. Já a medida provisória (MP 1.303/25) reduz o benefício fiscal de ativos isentos de IR e cria uma alíquota única de 17,5% para os ativos que hoje já são tributados, como fundos de investimento, ações, títulos de renda fixa bancária e títulos do Tesouro Direto.

O maior risco para a carteira de investimentos está na MP 1.303/25. O texto ainda não é definitivo e depende da aprovação dos parlamentares para virar lei, mas a simples possibilidade do fim da isenção com a introdução de uma alíquota de 5% já desencadeou uma “corrida aos isentos” entre gestores e investidores. O movimento mira títulos de renda fixa que têm o benefício, antes da mudança prevista.

O efeito da proposta do governo é mais claro para esses títulos, que incluem LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas emitidos a partir de 1º de janeiro de 2026. 

Menos óbvio é o efeito da alíquota única de 17,5% para os demais investimentos, hoje já tributados a alíquotas que variam de 15% a 22,5% 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto essa mudança altera os retornos de títulos públicos do Tesouro Direto? Produtos de longo prazo, como o Tesouro RendA+, ainda fazem sentido para quem busca aposentadoria?

Leia Também

Para responder a essas e outras dúvidas, o Seu Dinheiro ouviu especialistas: Rosiene Nunes, sócia do Machado Associados, Igor Machado, advogado do Meirelles Costa Advogados, Cristiano Luzes, sócio do Serur Advogados, Neimar Rossetto, contador no Nimbus Tax, Roberto Freitas, assessor de investimentos da Warren e Julio Ortiz, sócio-fundador da CX3.

Mudança no imposto de renda do Tesouro Direto 

Atualmente, títulos do Tesouro Direto estão sujeitos à tabela regressiva de imposto de renda. Essa tabela vincula a alíquota cobrada à data de resgate do investimento. Quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor será a alíquota do IR. 

Quando instituída, o objetivo da regra era incentivar aplicações de longo prazo. Para atingir a menor alíquota, de 15%, o investimento tem que durar — ainda é a regra vigente — pelo menos dois anos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A MP 1.303/25 propõe o fim deste modelo. A tabela regressiva sai de cena e uma alíquota única de 17,5% entra no lugar. Aplicações curtas e longas passam a ser equivalentes em termos de cobrança de imposto. 

Veja as mudanças propostas no imposto para investimentos: 

Período de aplicaçãoAntes - alíquota de IRProposto na MP - alíquota de IR
Até 180 dias22,5%17,5%
Entre 181 e 360 dias20%17,5%
Entre 361 e 720 dias17,5%17,5%
Acima de 721 dias15%17,5%

A mudança vale para uma série de ativos além dos títulos públicos: CDBs, ações e fundos de investimento diversos, como multimercados, cambiais, de renda fixa e mais. Confira os detalhes das regras aqui. 

A cobrança continua sobre os rendimentos — não o principal —, e a incidência acontece no momento do pagamento de juros e amortização e quando houver resgate, liquidação ou alienação (venda, cessão, doação e transmissão por herança, por exemplo) da aplicação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A regra do estoque 

Diante de mudanças tão significativas, o governo propôs uma “regra do estoque” na medida provisória. Essa regra determina que os ativos isentos de imposto de renda manterão esse benefício até o vencimento, desde que emitidos até 31 de dezembro de 2025. 

A regra do estoque é válida para títulos como LCIs, LCAs, CRIs, CRAs, debêntures incentivadas e outros. Na prática, significa que o investidor que comprar esses papéis emitidos até o fim deste ano conseguirá manter a isenção de IR sobre os rendimentos. 

Quem comprar títulos públicos até 31 de dezembro de 2025 também cai na regra do estoque e mantém a tributação pela tabela regressiva? Não

A regra do estoque vale apenas para os títulos e fundos com benefício fiscal, segundo os especialistas consultados pelo Seu Dinheiro. Os ativos financeiros tributáveis, elegíveis à alíquota única, estarão sujeitos à nova regra a partir de 1º de janeiro — caso o Congresso aprove a MP nos termos atuais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se o investidor comprar um Tesouro Selic 2031 em 27 de agosto de 2025 ou em 2 de janeiro de 2026, a incidência de imposto será a mesma: 17,5%. E essa cobrança acontecerá no pagamento de juros ou no resgate do papel. 

De modo geral, os especialistas acreditam que os investidores mais impactados serão os que têm aplicações de longo prazo. Para eles, haverá um aumento de carga tributária a partir de janeiro do próximo ano. Quem resgatar antes de dois anos, terá a mesma alíquota de imposto, ou até menor do teria antes. 

“Em termos de rentabilidade, a alta de 15% para 17,5% pode parecer pouco, mas representa uma aumento de carga de 14,28% para os rendimentos de investimentos acima de dois anos”, diz Neimar Rossetto, da Nimbus Tax. 

Um caso prático — o Tesouro RendA+ 

O Tesouro RendA+ é um título do Tesouro Direto criado para ser uma opção complementar à aposentadoria. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O título funciona de modo similar a um fundo de previdência. Existe um período de acumulação de capital. Neste período, o investidor pode comprar mais títulos ou apenas deixar o dinheiro alocado rendendo. Quando chegar a data de vencimento, o Tesouro RendA+ devolve a aplicação em 240 parcelas mensais consecutivas — equivalente a 20 anos de aposentadoria. 

Por se tratar de um título voltado para o longo prazo, a incidência de imposto sobre uma aplicação no Tesouro RendA+ certamente seria, pelas regras atuais, de 15% de IR. Se aprovada a alíquota única de 17,5%, porém, o imposto aumentará. Será uma conta maior para aqueles investidores que já começaram a formar seu pé de meia no título público.

A pedido do Seu Dinheiro, Roberto Freitas, da Warren, calculou quanto essa mudança significa em perda financeira nas parcelas do Tesouro RendA+. 

A simulação estabelece uma aplicação de R$ 100 mil no Tesouro RendA+ 2050, em agosto de 2025. O título oferece atualmente uma rentabilidade de IPCA + 7,10% ao ano — o que significa a correção anual da inflação mais um prêmio prefixado de juro real para quem o levar ao vencimento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Freitas considerou uma média de inflação anual de 6%, que somada ao juro real entrega um rendimento anual médio de 13,53%. 

Sem realizar mais aportes, passados 25 anos, o Tesouro RendA+ 2050 acumulou um total (principal + rentabilidade) de R$ 2.384.423,55, o equivalente a uma parcela mensal bruta de R$ 9.935,09. 

A mudança de alíquota, de 15% para 17,5%, incidiria justamente nas parcelas mensais de pagamento do Tesouro RendA+, já que o título não libera o valor todo de uma vez. 

Com uma alíquota de 15%, a parcela mensal líquida seria de R$ 8.444,83. Com uma alíquota de 17,5%, o valor líquido das parcelas cai para R$ 8.196,45 — uma diferença mensal de quase R$ 250, que quando multiplicada pelas 240 parcelas chega a R$ 59.611,20

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma colher de chá para o investidor 

Segundo o texto atual — que ainda será debatido na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, ou seja, tudo pode mudar —, a alíquota única é essa, e o pagamento de juros e o rendimento final do Tesouro Direto estão sujeitos a ela. 

Mas há uma pequena colher de chá no meio de números e juridiquês da medida provisória: a possibilidade de compensação de prejuízos. 

Essa é uma medida que já existe atualmente para ações. A MP 1.303/25, no entanto, amplia essa possibilidade para mais ativos — renda fixa, renda variável e fundos —, e com o prejuízo sendo compensado entre eles. 

Os especialistas consideram que essa medida tem o potencial de reduzir o impacto tributário para investidores com carteiras de investimento mais diversificadas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso de uma saída antecipada de um título do Tesouro Direto, com prejuízo no preço do papel, essa perda poderá ser compensada ao diminuir ganhos com outros investimentos, como ações, por exemplo. Como consequência, o IR devido sobre esses ganhos também diminui.

Tesouro Direto ainda vale a pena? 

O aumento da alíquota não é irrelevante. Representa uma perda considerável de renda futura. Entretanto, como a mudança na tributação abarca a maior parte dos ativos — 17,5% para CDBs, ações e fundos, além de tirar a isenção de LCIs, LCAs, debêntures incentivadas e mais — os especialistas não veem a medida como desproporcional. 

“Não sei dizer no futuro, mas hoje, as taxas que os títulos públicos estão oferecendo são excepcionais e valem a pena mesmo com o aumento da tributação”, diz Julio Ortiz, sócio-fundador da CX3. 

O gestor afirma que os papéis do Tesouro Direto indexados à inflação — Tesouro RendA+ e Tesouro IPCA+ — estão pagando 7% de juro real, uma taxa historicamente alta. Diante do prêmio significativo, da previsibilidade em relação à rentabilidade e às datas de pagamento, o balanço é positivo na sua visão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ortiz considera o título de aposentadoria do Tesouro Direto um ótimo instrumento para o planejamento de previdência complementar. Entretanto, não descarta acrescentar os fundos de previdência privada — VGBL e PGBL — neste planejamento. 

Em termos de alíquota de imposto, o modelo de tabela regressiva dos fundos de previdência continua intacto — e cobra 10% de IR no resgate ou nas parcelas após dez anos de aplicação.

No caso dos fundos VGBL, essa alíquota incide apenas sobre os rendimentos. Enquanto no PGBL, o imposto incide sobre o valor total (principal + rendimentos), mas o investidor pode deduzir as contribuições ao plano na declaração de imposto de renda. Saiba mais sobre os fundos de previdência aqui

“No final, a decisão está na ponta do lápis. Precisa fazer conta para entender o tamanho do impacto e qual é o melhor investimento”, diz Ortiz. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seja como for, a nova tributação amplia a vantagem tributária dos planos de previdência em relação ao Tesouro RendA+, mas não tira a atratividade desses títulos em relação a outras aplicações financeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GRANDE DIFERENÇA

Brasil divide motoristas: IPVA mais barato e mais caro em 2026 — veja onde você paga até 3× mais que no outro lado do país

13 de janeiro de 2026 - 12:55

Diferença nas alíquotas do IPVA 2026 faz o imposto de um mesmo carro variar em milhares de reais entre os estados, com Amazonas no piso e São Paulo, Rio e Minas no topo

REAJUSTE 

Novo teto do INSS já está valendo; veja quem recebe e como consultar o benefício

13 de janeiro de 2026 - 11:47

Reajuste de 3,9% vale para aposentadorias e benefícios acima do salário mínimo; veja regras, datas e quem chega no teto 

DINHEIRO DE VOLTA

FGC deve começar a pagar CDBs do Master nos próximos dias: veja como entrar na fila para receber mais rápido

12 de janeiro de 2026 - 15:30

Ressarcimento tem um passo a passo que o investidor deve se atentar para não ficar por último na fila

AGORA SIM

Acabou o suspense: ganhador de quase R$ 182 milhões na Mega da Virada de 2025 finalmente resgata prêmio

12 de janeiro de 2026 - 10:23

Se o ganhador da Mega da Virada de 2025 perdesse o prazo, teria deixado na mesa o maior prêmio ‘esquecido’ da história das loterias no Brasil

AGORA VAI?

FGC deve iniciar pagamentos dos CDBs do Banco Master na próxima semana, diz jornal

9 de janeiro de 2026 - 18:43

Já faz 52 dias desde a decretação da liquidação extrajudicial pelo Banco Central, em 18 de novembro — a maior espera em mais de dez anos

QUEM ME PAGA?

O que acontece com os CDBs do Banco Master se a liquidação extrajudicial for revertida?

8 de janeiro de 2026 - 19:35

Especialistas descartam reversão da liquidação e explicam por que o FGC continua responsável pelo pagamento aos investidores

CARRO POTENTE E IMPOSTO MAIS AINDA

O IPVA mais caro do Rio de Janeiro passa de R$ 300 mil — e o carro tem menos de 25 unidades no Brasil

8 de janeiro de 2026 - 16:41

O IPVA mais alto do Rio de Janeiro em 2026 ultrapassa R$ 300 mil e equivale ao preço de um imóvel em muitas cidades do país

TERMINA HOJE

Última oportunidade: veja como pagar IPVA à vista com 15% de desconto

8 de janeiro de 2026 - 10:21

Desconto de 15% beneficia os proprietários de veículos emplacados em apenas um Estado; veja qual

AGORA SÓ FALTA UM

Mega da Virada de 2025: vencedor ainda não resgatou prêmio — e vai bater um recorde absoluto se não se apressar

8 de janeiro de 2026 - 8:31

Se o ganhador da Mega da Virada de 2025 que ainda não se apresentou à Caixa realmente perder o prazo, terá deixado na mesa o maior prêmio ‘esquecido’ da história das loterias no Brasil.

PRODUTOS RECOLHIDOS

Anvisa retira panetone do consumo após detectar fungos e suspende fórmulas infantis da Nestlé

7 de janeiro de 2026 - 13:44

Decisão atinge lotes específicos de panetones e produtos “funcionais” com ingredientes não autorizados; consumidores devem parar o uso

AO FIM DE FEVEREIRO

IPVA 2026 no Espírito Santo: veja quando pagar, como parcelar e garantir desconto

7 de janeiro de 2026 - 12:47

Espírito Santo concede um dos maiores descontos do país no IPVA 2026 para quem paga à vista e permite parcelamento em até seis vezes

COMEÇA EM BREVE

IPVA 2026 em Mato Grosso: veja quando pagar, como parcelar e quais descontos estão disponíveis

7 de janeiro de 2026 - 11:31

Mato Grosso oferece desconto para pagamento à vista do IPVA 2026 e permite parcelar o imposto ao longo do ano, conforme o final da placa

NÃO CONTAVAM COM MINHA ASTÚCIA 

Chapolin: como funciona o golpe no qual bandidos usam controle de portão para roubar carros — e os donos só percebem quando é tarde demais

7 de janeiro de 2026 - 10:45

Golpe conhecido como “Chapolin” impede o travamento das portas e transforma distração em furto silencioso 

IMPOSTOS

IPVA 2026 no Distrito Federal: veja quando pagar, quais são os descontos e como parcelar

7 de janeiro de 2026 - 10:32

Distrito Federal mantém alíquotas do IPVA e concede desconto de 10% para quem paga o imposto à vista, com vencimentos a partir de fevereiro

JÁ EM JANEIRO

IPVA 2026 no Rio Grande do Sul: veja quando pagar, como parcelar e quais descontos estão disponíveis

7 de janeiro de 2026 - 9:50

Rio Grande do Sul abre cobrança do IPVA 2026 em dezembro de 2025, com descontos cumulativos e parcelamento em até seis vezes sem juros

IPVA

IPVA 2026 em Minas Gerais: veja quando pagar, quais são as alíquotas e como garantir desconto

7 de janeiro de 2026 - 8:36

Governo de Minas Gerais manteve o desconto para pagamento à vista e o parcelamento do IPVA 2026 em até três vezes, com vencimentos por final de placa

IPVA

Calendário do IPVA 2026 no Ceará: confira as datas de pagamento e descontos

7 de janeiro de 2026 - 7:59

Secretaria da Fazenda do Ceará manteve as alíquotas do IPVA e oferece desconto para pagamento à vista, com benefício extra para participantes do programa Sua Nota Tem Valor

POSSIBILIDADE DE DESCONTO

Calendário do IPVA 2026 no Paraná: confira as datas de pagamento e descontos

6 de janeiro de 2026 - 18:54

Secretaria da Fazenda do Paraná manteve desconto para pagamento à vista e parcelamento em até cinco vezes, com vencimentos definidos pelo final da placa

MERCADO IMOBILIÁRIO

Preço para comprar imóvel disparou 16% em uma capital do Nordeste — no país, valorização de 2025 é a segunda maior em 11 anos

6 de janeiro de 2026 - 18:41

Valorização no preço dos imóveis ficou bastante acima da inflação, com metro quadrado chegando a R$ 14 mil na capital mais cara

COMEÇA EM BREVE

Calendário do IPVA 2026 em Goiás: confira as datas de pagamento e descontos

6 de janeiro de 2026 - 17:47

Governo de Goiás manteve as regras do IPVA para 2026, com desconto de 8% no pagamento à vista e cronograma unificado para todas as placas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar