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Segundo levantamento do Quinto Andar, juros elevados limitam a alta dos preços; veja onde os imóveis foram vendidos mais caro e onde houve maior valorização
Os preços dos imóveis residenciais à venda nos dois principais mercados imobiliários do país tiveram variações inferiores à inflação no primeiro trimestre de 2025, tanto na comparação trimestral quanto anual, mostra levantamento do Quinto Andar feito com os imóveis cadastrados na plataforma de venda e aluguel de moradias.
Segundo o Relatório de Compra e Venda Quinto Andar do 1T25, em São Paulo os preços medianos efetivamente praticados na venda dos imóveis anunciados na plataforma até subiram no período, porém abaixo da inflação oficial, medida pelo IPCA.
Nos primeiros três meses deste ano, o preço mediano do metro quadrado dos imóveis vendidos na capital paulista foi de R$ 7.333, valor efetivamente praticado nos contratos de compra e venda.
Trata-se de uma alta de apenas 0,25% ante o 4T24, bem abaixo da inflação de 1,99% vista no período. Em comparação ao primeiro trimestre de 2024, a alta foi de 2,46%, enquanto o IPCA ficou em 8,58%.
Quando considerado o preço mediano do metro quadrado anunciado — isto é, o valor que os vendedores estavam pedindo nos seus anúncios —, a cifra no período ficou em R$ 7.738, queda de 0,11% ante o trimestre anterior, e alta de 1,19% ante o primeiro trimestre de 2024.
A diferença entre um preço e outro reflete que os compradores conseguiram um desconto mediano de pouco mais de 5% após negociação.
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Já no Rio de Janeiro, houve queda nos preços medianos praticados na venda de imóveis, tanto em base trimestral quanto anual.
O preço mediano do metro quadrado dos imóveis vendidos na capital fluminense no 1T25 foi de R$ 4.900, valor efetivamente praticado nos contratos de compra e venda. Trata-se de uma queda de 2% em relação ao trimestre anterior e 9,13% na comparação anual.
O preço mediano do metro quadrado dos anúncios, por sua vez, ficou em R$ 5.300, queda de 0,33% na comparação trimestral e de 8,12% na anual. O desconto obtido pelos compradores foi superior a 7,5%, maior do que na cidade de São Paulo.
Os preços medianos não sofrem distorção dos extremos da amostra (valores mais altos e mais baixos), diferentemente do que ocorre com os preços médios.
De acordo com o levantamento, o desempenho pode ser um reflexo da elevada taxa básica de juros (Selic), que resulta numa demanda menor por parte dos compradores. Para além disso, o Quinto Andar acredita que no Rio de Janeiro, especificamente, está havendo um ajuste de preços.
A alta modesta ou queda nos preços anunciados dos imóveis à venda, no entanto, não necessariamente reflete um mercado menos aquecido, pois ainda não houve sinais claros de diminuição de quantidades vendidas, diz a pesquisa.
O levantamento do Quinto Andar também divulgou a lista dos bairros e regiões mais caros e também os que mais se valorizaram no trimestre em cada cidade, de acordo com o preço mediano do metro quadrado dos contratos de compra e venda fechados no período.
Em São Paulo, a Vila Nova Conceição mantém seu posto tradicional de bairro com os imóveis residenciais mais caros, com um preço mediano de metro quadrado de R$ 13.888 nas vendas praticadas no primeiro trimestre. Completam o pódio os badalados bairros do Sumaré (R$ 13.603) e de Pinheiros (R$ 13.333).
O bairro do Sumaré, por sinal, chegou a esse nível de preço após uma forte e rápida valorização. Trata-se do bairro com maior valorização no 1T25, com um salto de 55,1% no preço mediano do metro quadrado efetivamente praticado. A vizinha Vila Pompeia, aparece em segundo lugar, com alta de 42,2%.
O terceiro bairro mais valorizado de São Paulo no período destoa dos demais, por não se localizar na zona Oeste, mas sim na zona Norte. A Vila Guilherme teve alta de 39,2% no preço mediano do metro quadrado praticado no 1T25.
O Quinto Andar também divulga a lista dos bairros menos valorizados, onde mais se viu queda no preço mediano do metro quadrado praticado na venda. A maior baixa foi no Brás, no centro da capital, com queda de 37,1%, seguido do Morumbi, com baixa de 28,9%. A terceira maior queda foi vista na Vila Mascote, na zona Sul, com baixa de 18,8%.


Para o Rio de Janeiro o levantamento não divulga os preços e valorizações por bairro, apenas por região. O preço mediano de metro quadrado mais elevado fica na Zona Sul (R$ 10.784,30), seguido do Centro (R$ 4.833,30), da Zona Oeste (R$ 4.604,20) e da Zona Norte (R$ 4.239,10).
Vale reforçar, porém, que há grande variação na infraestrutura e no preço do metro quadrado entre os bairros das zonas Oeste e Norte da cidade.
A Zona Sul foi a única que se valorizou na comparação trimestral, com alta de 2,2%. Os preços caíram 1,4% no Centro, 10,8% na Zona Norte e 12,7% na Zona Oeste na mesma base de comparação.
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