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“Fenômeno” entre artistas globais e gringos, o arquipélago a 500 km de Pernambuco não deixa dúvidas: é um destino de luxo, que encarece cada vez mais
A ilha de Fernando de Noronha não é conhecida por ser um destino barato.
Desde que virou moda entre atores globais, influenciadores e gringos em busca de praias paradisíacas – e um toque de ostentação no Instagram –, o arquipélago torna-se cada vez mais desejado pelos turistas. E, seguindo a clássica lei da oferta e demanda, mais caro.
Não se trata apenas do custo das passagens e da hospedagem. Ao chegar no destino, que é uma área de preservação ambiental, os viajantes também precisam arcar com duas taxas obrigatórias, que tiveram reajustes recentes.
A primeira é a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), aplicável para todos os turistas. O valor varia de acordo com a quantidade de dias que o visitante vai passar na ilha.
Para 2025, o valor é de R$ 101,33 por dia. Para quem vai ficar durante uma semana, a cobrança é de R$ 644,43. Vale lembrar que trata-se de uma taxa individual, que não tem nenhum tipo de desconto ou meia-entrada.
Há duas opções para pagá-la: antecipadamente, através do site oficial; ou ao chegar em Noronha, logo no aeroporto.
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Já a segunda refere-se à entrada no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, que é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Apesar de não ser obrigatória, ela acaba tornando-se essencial porque o parque abrange quase todo o território do arquipélago – 70%, em números mais exatos.
É dentro dessa unidade de conservação que estão os principais pontos turísticos, que você provavelmente já conhece das redes sociais: a Praia do Sancho, a Baía dos Porcos e a Baía dos Golfinhos, por exemplo.
O valor para o público geral é de R$ 373, ajustado em novembro de 2024. A boa notícia é que os brasileiros têm 50% de desconto, pagando R$ 186,50.
O ingresso, que também pode ser adquirido on-line, vale por 10 dias.
E, além das taxas, qual é o custo de uma viagem para Fernando de Noronha?
O Seu Dinheiro fez as vezes de um “consultor de viagens” e pesquisou os principais custos para ir até o arquipélago mais desejado do Brasil.
Para fazer valer a viagem – são 3 horas de voo para Recife (partindo de Guarulhos), e depois, mais 1h30 da capital pernambucana até a ilha – , a recomendação dos especialistas em turismo é ficar, pelo menos, 7 dias.
Tomamos esse período como base e o Google Flights para calcular o preço médio das passagens para uma viagem entre os dias 8 e 15 de julho, partindo de São Paulo.
A partir deste momento, você já começa a sentir no bolso o custo do “Noronhe-se”. Passagens de ida e volta saem por, mais ou menos, R$ 2.500 por pessoa. É um valor semelhante ao que se paga para ir para países vizinhos aqui na América Latina.
Uma hospedagem em pousadas simples e bem-avaliadas no Booking.com (com nota acima de 8) sai por volta de R$ 4.000 para duas pessoas, já com café da manhã incluso.
Mas, como em toda viagem, dá para gastar bem mais que isso.
Na cinco-estrelas Pousada Maravilha, o mesmo número de dias em uma suíte com vista para o jardim não sai por menos de R$ 35.000.
Uma opção mais acessível e ainda luxuosa fica na casa dos R$ 14.000, na Pousada Moana.
Por 7 dias, a Taxa de Preservação Ambiental é de R$ 644,43, mais R$ 186,50 pela entrada no Parque Nacional.
Em relação à alimentação, espere um preço digno de restaurantes bem conceituados em São Paulo. Não é absurdo receber uma conta de R$ 300 para duas pessoas, incluindo bebidas alcóolicas e taxas de serviço.
Os passeios de barco, mergulhos e tours pela ilha também reforçam a reputação do arquipélago como um destino caro.
Não espere gastar menos de R$ 250 por pessoa por cada “saída” pela ilha. É a partir dessa cifra que custam os passeios mais simples. Adicione o valor do transfer e o do guia e você pode gastar R$ 1.000 por dia, sem nem “perceber”.
Claro, há também opções gratuitas. Andar pela ilha já tem um charme por si só. Mas é preciso ser realista: Noronha é um destino em que os passeios fazem 80% da viagem. Portanto, leve isso em consideração para o orçamento.
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