O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Medidas protecionistas dos EUA elevam custos de tecnologias limpas e podem atrasar metas climáticas globais, segundo análise do banco
A guinada protecionista encabeçada pelo presidente dos Estados Unidos se estende além da economia tradicional e ameaça diretamente os investimentos sustentáveis ao impactar a cadeia global de fornecimento de energias renováveis.
De acordo com um relatório publicado pelo UBS Financial Services, o pacote tarifário de Trump pode desacelerar a transição energética global, encarecendo componentes críticos para tecnologias limpas e dificultando o cumprimento das metas climáticas internacionais.
Componentes essenciais como painéis solares, baterias e equipamentos para redes elétricas, amplamente fabricados na Ásia, sofrerão com o aumento dos custos de importação, o que encarecerá projetos sustentáveis em escala global.
O relatório também destaca que 2024 foi um ano de extremos climáticos, com ondas de calor ao redor do mundo elevando a demanda por energia elétrica. Mesmo com a expansão recorde das renováveis, as emissões globais de carbono atingiram novos picos, evidenciando que as fontes limpas ainda não são suficientes para substituir totalmente os combustíveis fósseis.
O relatório do UBS alerta que as tarifas de importação recentemente adotadas por Trump podem tornar os investimentos em energia limpa menos atrativos do ponto de vista econômico, retardando novos projetos e aumentando as incertezas do setor.
Essa conjuntura desafia os compromissos firmados no Acordo de Paris – do qual os Estados Unidos se retiraram logo após a posse de Trump – e pode comprometer os avanços na descarbonização da economia e na luta contra as mudanças climáticas.
Leia Também
Segundo o relatório, as novas tarifas de Trump se somam às do governo de Joe Biden, que incluem taxas de 100% sobre veículos elétricos fabricados na China, 50% sobre células solares e 25% sobre baterias e minerais estratégicos para energia solar e eólica.
Além disso, o UBS ressalta que as novas tarifas impostas sobre os países do Sudeste Asiático – Vietnã (46%), Tailândia (36%), Camboja (49%) e Malásia (24%) – também pressionam a transição energética, visto que esses países fornecem mais de 80% das células solares importadas pelos EUA.
O relatório enfatiza ainda que o impacto das tarifas não se limita ao aumento de custos: o protecionismo freia a cooperação internacional, um elemento-chave para acelerar a transição energética global.
Após o anúncio das tarifas comerciais pelo presidente Trump, o relatório do UBS mostra que os mercados registraram uma reação inicial positiva em ETFs de sustentabilidade, mas o movimento foi interpretado como defensivo e de curta duração.
Na sequência, o setor de energia renovável acabou sendo penalizado, acompanhando a queda geral das bolsas globais.
Curiosamente, nem mesmo as ações de empresas de combustíveis fósseis foram beneficiadas, segundo os analistas do UBS. A perspectiva de menor crescimento econômico global inibe a expectativa de aumento na demanda por energia, impactando negativamente todo o setor.
O anúncio da contratação dos escritórios vem após a empresa ter tido suas notas de crédito rebaixadas por três empresas empresas de rating
A decisão foi motivada pelo vazamento de água e sedimentos que atingiu cursos d’água e áreas industriais da região há algumas semanas.
A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026
Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento
Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento
Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço