O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da venda do ativo em Portugal e da mudança estrutura societária, a companhia deu outro passo em seu plano de Recuperação Extrajudicial ao aprovar um aumento de capital de R$ 110 milhões
Quando o assunto é fusões e aquisições é comum pensarmos em cifras com valores milionários — e até bilionários — em operações de compra e venda de empresas. Mas no caso Sequoia Logística e Transportes (SEQL3) o valor não passou nem perto disso — embora o anúncio conjunto de aumento de capital tenha chegado à casa dos milhões de reais.
Em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa anunciou nesta sexta-feira a venda da MRR Logistics Solutions (Moove Portugal) para seu atual administrador pelo valor simbólico de 1 euro, aproximadamente R$ 6, na cotação atual
A decisão faz parte da estratégia da companhia de focar suas operações no Brasil.
A Moove Portugal, que iniciou suas atividades em 2020, conta com oito funcionários e opera em um galpão alugado de 2 mil metros quadrados. No ano passado, registrou receita líquida de 486,7 mil euros (cerca de R$ 2,9 milhões), mas sem apresentar lucro.
Segundo a Sequoia, um laudo independente avaliou a empresa em 10,5 mil euros, enquanto os custos para encerramento das operações foram estimados em 143,9 mil euros.
SAIBA MAIS: Esta ação brasileira é uma boa pagadora de dividendos, está barata e pode se beneficiar de incentivos do governo Trump; veja a tese completa do papel
Leia Também
Além da venda, a Sequoia anunciou a incorporação de três subsidiárias para reduzir custos e simplificar a estrutura societária da companhia de logística no Brasil.
As empresas Levoo Tecnologia, Rodoe Transporte de Encomendas e JHO Administração e Participações serão incorporadas a outras unidades do grupo.
Já o processo de encerramento da M3 Pagamentos e da SF 350 está em fase final.
“Uma vez que as empresas apresentavam a mesma estrutura de gestão e administração, este movimento representa para o grupo redução de custos com obrigações acessórias, simplificação dos processos de back-office, entre outros”, afirmou a empresa em nota.
Além das mudanças em sua estrutura societária, a Sequoia deu outro passo em seu plano de Recuperação Extrajudicial ao aprovar um aumento de capital de R$ 110 milhões.
A decisão foi tomada por unanimidade em Assembleia Geral Extraordinária (AGE).
Segundo a empresa, o aumento será feito por meio da emissão de no mínimo 13,75 milhões de ações ordinárias ao preço de R$ 8 cada. Com isso, a empresa reduzirá R$ 110 milhões de sua dívida, convertendo créditos de credores em participação acionária.
Vítima da crise das varejistas on-line e de uma estratégia equivocada de expansão, a Sequoia Logística fechou um acordo de renegociação de dívidas com os bancos e os investidores de debêntures em dezembro de 2023, após cair quase 90% no ano na B3.
No ano passado, em outubro, a empresa enviou à Justiça um plano de recuperação extrajudicial com os demais credores para renegociar dívidas de R$ 295 milhões.
Segundo a Sequoia, a recuperação extrajudicial é resultado das “dificuldades momentâneas” enfrentadas pelas empresas e fruto da “desaceleração do e-commerce no Brasil no último ano”.
Com IPO realizado na B3 em 2020, ainda durante a pandemia de covid-19, a companhia sofreu com o ciclo de alta de juros que se seguiu.
Desde a abertura de capital, as ações SEQL3 praticamente viraram pó, com uma derrocada acumulada de 98% na bolsa. Hoje a empresa vale R$ 77,68 milhões na B3.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro