Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

NÃO TEM MAIS PARA NINGUÉM?

Mercado Livre (MELI34) vai aniquilar a concorrência com investimento de R$ 34 bilhões no Brasil? O que será de Casas Bahia (BHIA3) e Magalu (MGLU3)?

Aposta bilionária deve ser usada para dobrar a logística no país e consolidar vantagem sobre concorrentes locais e globais. Como fica o setor de e-commerce como um todo?

Bia Azevedo
Bia Azevedo
16 de abril de 2025
6:00 - atualizado às 21:22
Mercado Livre (MELI), com carros da empresa ao fundo
Imagem: Divulgação

“Praticamente o que Americanas teve de rombo, o Mercado Livre está investindo no Brasil”. É com essa brincadeira que o consultor e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Maurício Morgado, define a magnitude dos aportes anunciados pela companhia por aqui neste ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última segunda-feira (7), a empresa argentina — ou brasileira de coração — anunciou um investimento de R$ 34 bilhões no país. 

Se excluirmos o efeito cambial, esse valor representa uma alta de 32% em relação ao ano anterior, quando a companhia destinou R$ 23 bilhões ao nosso mercado. É o oitavo ano consecutivo em que o Mercado Livre (MELI34) aumenta o volume de recursos investidos no Brasil. 

E esse é só o começo… promessa que pode ser lida em tom de ameaça, principalmente pelos concorrentes da companhia. 

Diante de um investimento dessa dimensão, como fica o cenário para o e-commerce no país? E quanto à situação de Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3), que já sofrem, entre outras coisas, com uma competição voraz? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E em relação à Amazon e outras concorrentes estrangeiras, como os marketplaces asiáticos?

Leia Também

Por fim: o investimento de R$ 34 bilhões só solidifica ainda mais o que já é uma realidade do setor de e-commerce no Brasil ou vai funcionar como um rolo compressor para os outros players (em especial os brasileiros ‘de sangue’)?  

É só o começo para o Mercado Livre (em tom de ameaça)

Na visão de um gestor com quem o Seu Dinheiro conversou, esses R$ 34 bilhões nada mais fazem do que consolidar algo que já é realidade: o Mercado Livre é líder absoluto no país. 

Esse gestor inclusive considera o Meli uma empresa brasileira. Até porque, em 2024, quase 60% da receita total da companhia veio daqui. Só no e-commerce, a receita líquida foi de aproximadamente R$ 40 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário, Casas Bahia e Magazine Luiza não estão sequer brigando a mesma batalha — nem valeria a pena. Vale lembrar que o atual valor de mercado das duas juntas (pouco mais de R$ 8,3 bilhões) é bastante inferior ao total de investimentos do Meli no Brasil só neste ano. 

E essa não é a primeira vez que a companhia choca com a alocação de capital por aqui, muitas vezes dobrando a aposta em decisões que chegaram a deixar os investidores receosos sobre a lucratividade da empresa.  

Fonte: Mercado Livre

Mas, segundo o Itaú BBA, o denominador comum desses investimentos tem sido a capacidade consistente de superar as expectativas de retorno, seguida por uma forte performance nas ações. Veja o desempenho dos papéis MELI, negociados em Nova York (Nasdaq), à medida que os investimentos da companhia evoluem: 

Fonte: Mercado Livre e Investing.com

Magalu e Casas Bahia não conseguiriam bater de frente com Meli (nem querem)

“Mercado Livre está em um grau de maturidade diferente de Magalu e Casas Bahia, que precisam focar em mostrar rentabilidade agora, enquanto o amiguinho está jogando dinheiro para cima”, Roberto Wajnsztok, sócio-diretor da Gouvêa Consulting, consultoria especializada em varejo, consumo e distribuição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já que não dá para brigar, elas escolhem outras lutas. 

Existe um posicionamento claro: o principal foco do Meli são produtos de ticket médio a baixo — ou seja, mais baratos —, que exigem uma logística mais simples. 

Enquanto os outros dois se concentram em vender eletrônicos e eletrodomésticos. É muito mais difícil entregar uma geladeira do que uma peça de automóvel. 

“O Mercado Livre ocupou espaço de solucionador de problemas na cabeça do consumidor, porque lá você encontra de tudo. Já no Magalu e nas Casas Bahia você compra eletrodomésticos”, diz Morgado, consultor e professor da FGV. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fora isso, os principais produtos vendidos por Casas Bahia e Magalu geralmente exigem parcelamento no crédito e isso gera um custo financeiro maior para a companhia, dado que  prazos mais longos significam maiores despesas com juros.

Outro ponto relevante está no modelo de vendas adotado por cada empresa. 

No caso do Mercado Livre, a esmagadora maioria das transações ocorrem no formato 3P — quando a plataforma apenas intermedia a venda entre vendedores terceiros e consumidores, sem assumir a posse do estoque ou a responsabilidade pelo ciclo completo de venda.

Já Magalu e Casas Bahia operam majoritariamente no modelo 1P, no qual a empresa compra os produtos, mantém o estoque e realiza a venda direta ao consumidor. Esse formato exige mais capital, já que demanda investimento antecipado em mercadorias e maior gestão operacional. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o juros elevados, empresas com operações mais intensivas em capital acabam sendo mais impactadas. Assim, o diferencial do Meli ficou ainda mais evidente. 

Para o gestor com quem o Seu Dinheiro conversou, Casas Bahia e Magazine Luiza enfrentam uma conjuntura que dificulta o crescimento, enquanto o Mercado Livre segue sendo a empresa com maior potencial de expansão no varejo brasileiro. 

Um aspecto relevante também é a estratégia de diversificação de portfólio adotada pela dupla nascida e criada aqui. 

“Eles foram para um caminho de ecossistema, estão tentando seguir menos focados na pessoa física e sim na prestação de serviços”, diz Wajnsztok. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Magazine Luiza, por exemplo, tem investido em tecnologia e serviços financeiros com o objetivo de construir um ecossistema digital robusto que atende negócios de diversos portes. 

Por fim, a omnicanalidade — ou seja, presença física e digital — conta como uma vantagem para as varejistas brasileiras, dado que a penetração online na América Latina ainda é baixa, cerca de 12%. No Brasil, esse número chegou a 10% em 2024, segundo dados da pesquisa E-shopper barometer. 

Em outras palavras…

Não, os investimentos de R$ 34 bilhões do Mercado Livre não significam a aniquilação completa da concorrência brasileira. Aqui, o setor caminha cada vez mais para ter líderes de categoria, com Meli jogando um jogo e Magalu e Casas Bahia jogando outro. 

Mas o papo é diferente quando o assunto são as rivais estrangeiras. Em especial, a Amazon, que é a principal concorrente de Mercado Livre no Brasil. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E é por isso que essa bolada deve representar uma baita vantagem competitiva para o Mercado Livre. Se eles querem continuar no topo, têm que investir. 

“Eles colocam cada vez mais lenha na fogueira porque sabem que quem vem atrás também tem muita bala na agulha”, diz Wajnsztok, da Gouvêa Consulting. 

A verdadeira batalha do Mercado Livre

Nesse sentido, o dinheiro deve intensificar os esforços em entregar cada vez mais rápido, porque esse é justamente o “X” da questão no e-commerce hoje, em especial no segmento em que o Meli tem predominância. 

O consumidor tem levado o preço cada vez menos em consideração. Agora, o foco é no tempo que o produto leva para chegar na porta de casa. Tanto é que na plataforma do Mercado Livre você já pode filtrar suas compras assim. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse sentido, a preocupação com a Amazon ganha profundidade. Até porque não dá para esquecer que a companhia norte-americana também vem investindo pesado no Brasil. 

De acordo com o líder-global da companhia em uma entrevista à Exame, já foram investidos R$ 33 bilhões no Brasil nos últimos anos, e a previsão é que isso continue. 

Hoje, a empresa fundada por Jeff Bezos tem 12 centros de distribuição no Brasil, espalhados por São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco e Distrito Federal.

Já o Mercado Livre conta com 10 centros — nós inclusive já visitamos um deles. A empresa pretende dobrar esse número com parte do valor anunciado em investimentos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a expansão, 63% deles estarão fora de São Paulo, em Estados como Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Bahia, Paraná e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. 

Seis estão sendo construídos ao longo deste ano, e cinco estão previstos para o ano que vem. Segundo Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil, serão do tamanho de 120 estádios de futebol. 

“É no last mile [entrega de última milha] que essa guerra acontece. Quem entrega mais rápido vende mais. Vence a batalha quem substituir completamente a necessidade de o consumidor sair de casa para comprar produtos”, complementa Wajnsztok.

E as varejistas chinesas? 

De acordo com a analista da Empiricus, Larissa Quaresma, os marketplaces chineses — como Shopee, Aliexpress e Temu — até podem se tornar um problema sério para o Mercado Livre, mas primeiro precisam se livrar da imagem atrelada a “tranqueiras”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Maurício Morgado, professor da FGV, concorda: “acho que elas ainda não venceram essa barreira”. 

A logística também é um problema. Em relatório, o BTG Pactual já destacou isso no caso da Shopee: “seria preciso  desenvolver uma estrutura  mais robusta em um território de dimensões continentais como o Brasil”.  

Para enfrentar isso, a empresa inaugurou, em meados de 2024, seu primeiro centro de distribuição no país. A estrutura se soma a uma rede já formada por 11 centros de cross-docking, cerca de 150 hubs regionais e o apoio de aproximadamente 20 mil transportadoras terceirizadas.

O TikTok Shop é realmente uma ameaça? 

O Mercado Livre entrou para o centro de uma discussão estratégica após a chegada do TikTok Shop, braço de e-commerce da rede social, na América Latina. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo um relatório do Santander, a plataforma pode movimentar até R$ 39 bilhões no Brasil até 2028, o que representaria até 9% do setor.

As projeções para o avanço são baseadas no sucesso do TikTok Shop em países como Indonésia, onde atingiu 5% do mercado em um ano. Globalmente, o volume de vendas saltou de US$ 4,4 bilhões em 2021 para US$ 32,6 bilhões em 2024.

Nós somos o terceiro maior mercado da plataforma no mundo, com 111 milhões de usuários ativos, atrás apenas dos Estados Unidos — onde a rede social enfrenta problemas com o governo — e da Indonésia. 

Para Morgado, trata-se de uma ameaça real: “ninguém fica navegando no aplicativo do Mercado Livre como fica no do TikTok. É como se fosse um novo Polishop. Eu mesmo fico mais tempo do que deveria na rede social, se tivesse como comprar lá, já teria gastado uma grana”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Larissa Quaresma concorda: “estamos falando do aplicativo mais usado pela Geração Z, que será o maior público consumidor do mundo em breve. Então de fato é algo a se monitorar”. 

Mas o Santander enxerga uma faca de dois gumes. A infraestrutura robusta do Meli, que inclui logística, pagamentos e serviços para vendedores, o posiciona como um parceiro natural do TikTok Shop na região”, pontuam os analistas.

Nesse sentido, a grande vantagem para o Mercado Livre pode estar na logística. Isso porque o modelo de negócios do TikTok Shop depende de entregas rápidas e confiáveis para os produtos descobertos via vídeo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALÉM DO MINÉRIO DE FERRO

No coração da estratégia da Vale (VALE3), metais básicos devem compor o motor de lucros da mineradora

31 de março de 2026 - 17:45

Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos

COMPOUNDER

Ação da Eneva (ENEV3) entra em clube seleto, segundo o BTG; banco projeta ganhos de até 30% e dividendos bilionários

31 de março de 2026 - 14:10

Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG

ELE NÃO ERA O ÚNICO PROBLEMA

CEO sai, ação sobe: por que o mercado comemorou a saída de Rafael Lucchesi da Tupy (TUPY3)

31 de março de 2026 - 12:30

A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano

REDUZINDO AS DÍVIDAS

MRV (MRVE3) faz a maior venda até então no plano de desinvestimento da Resia, nos EUA, por US$ 73 milhões; confira os próximos passos

31 de março de 2026 - 12:01

Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados

SINAIS DE VIRADA?

Gol melhora, mas ainda não decola: prejuízo cai 72% e chega a R$ 1,4 bilhão no 4T25; veja os destaques do balanço

31 de março de 2026 - 11:22

Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre

TÍTULOS DE DÍVIDA

Mais dinheiro na mesa: JBS (JBSS32) emite US$ 2 bilhões em bonds com taxas de até 6,4% ao ano

31 de março de 2026 - 10:55

Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”

VIROU A CHAVE

Nubank (ROXO34): mercado aperta “vender”, XP manda “comprar” — e vê rali de mais de 50% para as ações

31 de março de 2026 - 10:16

Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação

VIRADA ESTRATÉGICA

Fundadores deixam conselho da Natura (NATU3) pela primeira vez: por que analistas acreditam que a reestruturação na liderança é positiva

31 de março de 2026 - 9:46

A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança

MOMENTO DE VIRADA

Natura (NATU3) dá mais um passo na reestruturação — e traz um gigante global para perto

30 de março de 2026 - 20:04

Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado

LÍDERES NO MEIO DA CRISE

Ações do Grupo Pão de Açúcar caem após mudanças no conselho de administração: assembleia reduz mandato e elege novos conselheiros

30 de março de 2026 - 14:10

Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3

VAI TER ACORDO?

Com fim da RJ, Americanas (AMER3) pode destravar venda do Hortifruti Natural da Terra, diz jornal

30 de março de 2026 - 10:03

O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

Credores avaliam cisão na Raízen (RAIZ4) e exigem aporte maior das controladoras Cosan (CSAN3) e Shell, diz jornal

29 de março de 2026 - 15:50

Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos

FALTA DE PAGAMENTO

Banpará anuncia fim de contrato com a Entrepay após liquidação extrajudicial pelo BC

29 de março de 2026 - 13:30

Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas

OTIMIZAÇÃO

Fim da linha para o Itaucard: a reorganização societária do Itaú (ITUB4) que coloca fim à subsidiária

28 de março de 2026 - 13:59

Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.

NOVO ELENCO

Onze homens? No Banco do Brasil, são 12 “segredos” e a estratégia é o rodízio 

28 de março de 2026 - 9:31

O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026

PORTO LUCRATIVO

Valor de mercado da Petrobras (PETR4) salta para R$ 673,22 bilhões, o décimo recorde com petróleo nas alturas

28 de março de 2026 - 8:30

No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização

MUDANÇA NO COMANDO

Saída relâmpago: CEO da Tupy (TUPY3) renuncia após menos de um ano no cargo

27 de março de 2026 - 19:23

Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor

ENDIVIDADA

Braskem (BRKM5) diz que o problema são os spreads; BTG e BB acreditam que o problema maior é outro

27 de março de 2026 - 16:40

O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários

TENDÊNCIA GLOBAL

BTG Pactual entra na disputa pelos mercados de previsão com nova plataforma; veja como vai funcionar

27 de março de 2026 - 16:08

BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado

CHECK-UP AMARGO

Dasa (DASA3) tem prejuízo de quase R$ 1 bilhão e ações vão para a UTI na maior queda da bolsa; papéis chegam a recuar 19%

27 de março de 2026 - 13:02

A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia