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Apesar de alguns desafios de crescimento que podem gerar volatilidade no curto prazo, na visão do banco há um futuro brilhante para o Meli
Não só das minas vêm as pedras preciosas. Ao menos, é a visão do Safra, que coroou o Mercado Livre (MELI34) como a “joia” mais preciosa do e-commerce da América Latina — e, ainda por cima, com um novo preço-alvo.
A equipe de analistas do Safra, liderada por Vitor Pini, permanece otimista com os catalisadores de crescimento do Mercado Livre, apesar dos impactos sofridos no crescimento de curto prazo.
Os destaques do relatório divulgado nesta quinta-feira (21) são a combinação de desempenho “excepcional” contínuo, com rápido crescimento, ganhos de lucratividade e geração de caixa.
Com isso, a gigante argentina de e-commerce se torna a top pick do Safra para o setor, que reiterou a classificação “outperform”, equivalente à compra, para as ações da companhia — listadas na Nasdaq sob o ticker “MELI” — e elevou o preço-alvo de US$ 2.600 para US$ 3.000.
O Mercado Livre, destacam os analistas, tem uma relação de dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 1 vez. Quanto menor for o indicador, menos risco financeiro a empresa apresenta.
Apesar de alguns desafios de crescimento que podem gerar volatilidade no curto prazo, na visão do Safra há um futuro brilhante para o Mercado Livre.
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No vasto cenário latino-americano, o setor de e-commerce ainda engatinha, representando apenas 14% das vendas. E esse cenário é uma terra fértil para a companhia, segundo os analistas.
"O e-commerce da América Latina deve aumentar 54% de 2023 a 2028", o que deve solidificar a liderança do Mercado Livre no segmento, de acordo com o Safra.
A projeção é que a empresa "aumente sua fatia de mercado de 30% em 2023 para 37% em 2028", impulsionada pela abertura de novos centros de distribuição e o aumento de entregas no mesmo dia ou no dia seguinte.
O segmento de fintech do Mercado Livre é visto como um "grande espaço para crescer" para os analistas do banco, especialmente no México, onde a penetração de contas bancárias (63%) e acesso formal ao crédito (38%) é significativamente menor que no Brasil.
Apesar do forte otimismo, o Safra ressalta riscos importantes: "cenário macroeconômico, que afeta diretamente a demanda, as vendas de e-commerce e as taxas de inadimplência da fintech de crédito do Mercado Livre".
Entre os principais riscos apontados pelo banco estão a pressão inflacionária e as altas taxas de juros que podem diminuir a intenção de gastos dos consumidores.
Outro ponto de atenção é que alguns trimestres podem ter volatilidade da margem Ebit (lucros antes de juros e impostos), devido à abertura e à maturação de novos centros de distribuição, oferta de crédito mais ampla e impacto nas provisões, além das campanhas agressivas de frete grátis com preço mínimo reduzido.
Recentemente o Mercado Livre fez frente a uma grande concorrente — a Shopee — ao reduzir para R$ 19 o valor mínimo para envio sem custos. Você pode entender mais sobre como as empresas de e-commerce bancam o frete grátis na nossa reportagem.
Apesar do impacto esperado pelos analistas, o Safra aponta a estratégia como fundamental para sustentar o ritmo de crescimento exponencial da companhia.
Por fim, a exposição da companhia à Argentina é mais um risco para a gigante do e-commerce.
Citado como o "segundo mercado mais importante para o Mercado Livre", o país passa por "instabilidade econômica e alta volatilidade cambial" que podem impactar receitas, despesas e resultados financeiros, segundo o Safra.
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