O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A aprovação consolida a MBRF Global Foods Company como uma das líderes globais na indústria alimentícia, com alcance em 117 países
Finalmente, BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3) podem partir para a lua de mel. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu o aval, nesta sexta-feira (5), à fusão entre as duas companhias, que formará a MBRF Global Foods.
A aprovação foi unânime e sem restrições, ou seja, sem os chamados remédios ao ato de concentração. A decisão de hoje ratifica o parecer anterior da Superintendência-Geral do Cade, que havia dado aval à aquisição sem imposições, considerando que a transação não gera riscos para a concorrência.
De acordo com o regulador, a operação conjunta das empresas é inferior a 20% do market share do setor, patamar abaixo do presumido como posição dominante. Olhando para as operações complementares das marcas, a fatia de cada parte é inferior a 30%, reduzindo a possibilidade de fechamento de mercado.
Com receita líquida anual de R$ 152 bilhões, a MBRF nasce como uma das maiores empresas do mundo, presente em 117 países, abrangendo marcas amplamente conhecidas pelo público — como Sadia, Perdigão, Qualy e Bassi.
A expectativa das empresas é que a fusão gere sinergias de R$ 485 milhões, provenientes de estratégias como cross-selling. Além disso, são esperados ganhos de eficiência na cadeia de suprimentos, abrangendo matérias-primas, embalagens e insumos.
Há também a projeção de uma economia de até R$ 320 milhões via racionalização das operações comerciais e logísticas, e simplificação da estrutura corporativa. Outros R$ 3 bilhões podem ser capturados por meio de otimização fiscal.
Leia Também
A aprovação pela autarquia sela um processo iniciado em 2021 — em uma paquera que não foi nada fácil.
Tudo começou em 2021, quando a Marfrig comprou uma participação de 20% na rival. Em 2023, quando esse percentual já tinha chegado aos 50%, o mercado já esperava a fusão como um passo natural. O anúncio oficial veio em maio deste ano. Desde então, muitos foram os percalços que se colocaram no caminho.
Um deles foi a Minerva (BEEF3), que foi à justiça para tentar barrar o negócio sob argumentos que incluem os riscos de concentração excessiva em alimentos processados, a ampliação indevida do poder de compra e a atuação cruzada da Salic.
A Previ, um dos maiores fundos de pensão do Brasil e acionista relevante da BRF, também se opôs à operação, alegando que a relação de troca de ações proposta não refletia adequadamente o valor da BRF. O fundo de pensão argumentou que isso poderia resultar em perdas para os acionistas minoritários, incluindo seus associados.
Em julho de 2025, o fundo anunciou a venda de sua participação de aproximadamente 5% na BRF por R$ 1,9 bilhão, com o objetivo de evitar riscos incompatíveis com o perfil de seus associados. Ao longo do processo, outros minoritários também se opuseram à fusão.
A urgência da votação de hoje estava relacionada ao fim do prazo, nesta sexta-feira, para que os acionistas dissidentes exerçam o direito de recesso. Ou seja, a possibilidade de receber um valor em dinheiro pela sua participação na empresa.
Esse período foi contado a partir da publicação da ata da reunião do último dia 5 de agosto, quando os acionistas das duas empresas deram luz verde à fusão em assembleias gerais extraordinárias simultâneas. Com o término dessa fase, a MBRF Global Foods Company será oficialmente constituída.
Após a fusão, a BRF se tornará uma subsidiária integral da Marfrig. A relação de troca é de 0,8521 ação da Marfrig para cada ação da BRF. Quem é acionista de umas das duas envolvidas na fusão e não concordou pode exercer o direito de retirada — também chamado de direito de recesso.
Para ter direito ao reembolso do valor das ações, é preciso cumprir três condições:
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar