🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Micaela Santos

Micaela Santos

É repórter do Seu Dinheiro. Formada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT), já passou pela Época Negócios e Canal Meio.

DESTAQUES DA BOLSA

Goldman eleva Ultrapar (UGPA3), mas Vibra (VBBR3) é rebaixada e tem a maior queda do Ibovespa. O que esperar do 4T24 no setor de combustíveis?

Além do Goldman Sachs, analistas do Santander também cortaram os preços-alvos para os papéis das duas companhias e divulgaram perspectivas para o balanço

Micaela Santos
Micaela Santos
31 de janeiro de 2025
16:28
Vibra Energia (VBBR3) | Dividendos
Caminhão e tanques de armazenamento da Vibra Energia (VBBR3) - Imagem: Divulgação

Com a temporada de balanços do 4T24 se aproximando, Goldman Sachs e Santander divulgaram nesta sexta-feira (31) novos relatórios sobre as expectativas para os resultados das distribuidoras de combustíveis. Ultrapar (UGPA3) e Vibra (VBBR3) tiveram os preços-alvos ajustados — com a Vibra sendo rebaixada pelo Goldman.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como consequência, a Vibra lidera as perdas do Ibovespa desde a abertura dos negócios e figura como o papel mais negociado da B3. Por volta de 15h50, VBBR3 caía 4,11%, a R$ 17,03. Na mínima do dia, o recuo foi de 5,01%. 

O Goldman rebaixou a recomendação das ações de compra para neutro e cortou o preço-alvo de R$ 27,40 para R$ 19,50 — o que representa um potencial de valorização de 9,8% sobre o preço de fechamento da véspera (30). 

Já os papéis da Ultrapar foram elevados para a compra, com preço-alvo de R$19,70 para 2025, o que indica um potencial de valorização de 19% sobre o fechamento anterior.  

VEJA MAIS: Banco de investimentos pode ajudar brasileiros a receber o pagamento de precatórios em até 5 dias úteis; veja como

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por que Vibra foi rebaixada pelo Goldman Sachs? 

Na visão dos analistas Bruno Amorim, Guilherme Costa Martins e Guilherme Bosso, a Vibra deve sofrer com revisões das estimativas de 2025 para baixo.

Leia Também

Segundo eles, o consenso do mercado ainda não incorpora totalmente o efeito da alta nas taxas de juros, a Selic, e o impacto negativo nos lucros da consolidação da recente aquisição da Comerc Energia, em janeiro deste ano. 

O banco ainda considera o nível de alavancagem “relativamente” alto da companhia, que é superior a 2 vezes a dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), maior do que o 1,2 vez da Ultrapar — que é a preferida do banco.

Para os analistas, o nível de endividamento limita o espaço para remuneração de acionistas e alocação de capital no curto e médio prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que esperar do 4T24 da Vibra? 

O Goldman espera que o negócio de distribuição de combustíveis reporte um Ebitda ajustado de R$ 1,3 bilhão no quarto trimestre de 2024, o que representa uma queda de 44% na comparação com o mesmo período do ano passado. 

O banco também considera que os resultados do 4T24 ainda não refletirão a consolidação dos resultados da Comerc. 

VEJA MAIS: O que esperar dos resultados do 4º trimestre de 2024? Acesse o guia gratuito dos balanços com análises exclusivas do BTG

Para o Santander, Vibra também é neutra

Em relatório também divulgado nesta sexta-feira, o Santander manteve a recomendação neutra para as ações da Vibra, mas cortou o preço-alvo de R$ 24 para R$ 20,50. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Rodrigo Almeida, Eduardo Muniz e Guilherme Palhares, as margens para a Vibra devem ficar cerca de 15% abaixo do consenso e das próprias estimativas anteriores.

Considerando ambiente competitivo mais fraco do que o esperado no início do trimestre, o banco projeta um Ebitda de R$ 1,14 bilhão para a Vibra, 18% abaixo do consenso.

Apesar da expectativa de um aumento no fluxo de caixa livre (FCF) impulsionado pelo capital de giro, o valuation da Vibra não é considerado suficientemente atraente por conta da alavancagem e dos pagamentos de dividendos que devem ser menores em 2025.

“Embora acreditemos que as operações de distribuição de combustíveis da Vibra e da Comerc continuem sendo negócios sólidos, acreditamos que a recente consolidação da Comerc deve alavancar para cerca de 2,8x dívida líquida/Ebitda e, dadas as taxas de juros mais altas, esperamos que a geração de FCF seja pressionada”, afirmam os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco estima um dividend yield (retorno de dividendos) de cerca de 4% para a Vibra, o que é considerado baixo. 

Ultrapar é compra para o Goldman e neutra para o Santander

Mesmo em um cenário macroeconômico desafiador, especialmente por conta do ciclo de alta nos juros, a Ultrapar ainda teria um melhor posicionamento, na visão do Goldman. Vale lembrar que o banco recomenda a compra dos papéis da companhia. 

Isso “pode se traduzir em M&As [fusões e aquisições] de valor agregado (historicamente, um ambiente macro difícil geralmente oferece boas oportunidades para M&A) ou dividendos mais altos”. 

O Santander também tem uma visão mais positiva para a Ultrapar na comparação com a Vibra. Mas, ainda assim, manteve recomendação neutra para UGPA3 e cortou o preço-alvo de R$ 22 para R$ 19,40, equivalente a um potencial de alta de 13% sobre o fechamento anterior. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os analistas, a companhia deve registrar margens robustas em todos os níveis, com destaque para melhoria da margem trimestral da Ultragaz e margens sólidas na Ipiranga, além de resultados operacionais positivos. O Ebtida estimado é de R$ 1,3 bilhão.

Os resultados do 4T24 são esperados com uma performance mais sólida, mas a perspectiva para o primeiro semestre de 2025 ainda é incerta devido à alta nos estoques e à fraca demanda de diesel. 

A empresa é vista como tendo uma melhor gestão e estratégia, o que a torna uma opção relativamente mais interessante do que a Vibra neste momento.

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR?

O real efeito Ozempic: as ações que podem engordar ou emagrecer com a liberação da patente no Brasil

6 de janeiro de 2026 - 18:10

Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar

PÉ NO ACELERADOR

A fabricante Randon (RAPT4) disparou na bolsa depois de fechar um contrato com Arauco e Rumo (RAIL3); veja o que dizem os analistas sobre o acordo

6 de janeiro de 2026 - 14:54

Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3

GOLE BILIONÁRIO

Dona da Ambev (ABEV3) desembolsa US$ 3 bi para reassumir controle de fábricas de latas nos EUA; veja o que está por trás da estratégia da AB InBev

6 de janeiro de 2026 - 14:11

Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano

LIQUIDAÇÃO ANTECIPADA

Ações da C&A (CEAB3) derretem quase 18% em dois dias. O que está acontecendo com a varejista?

6 de janeiro de 2026 - 11:59

Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado

FOCO NA MONETIZAÇÃO?

Shopee testa os limites de até onde pode ir na guerra do e-commerce. Mercado Livre (MELI34) e Amazon vão seguir os passos?

6 de janeiro de 2026 - 10:57

Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor

CAMINHO PARA EL DORADO

Depois de Venezuela, esse outro país pode virar o novo “El Dorado” da Aura Minerals (AURA33)

6 de janeiro de 2026 - 10:15

A mineradora recebeu a licença final de construção e deu início às obras preliminares do Projeto Era Dorada. Como isso pode impulsionar a empresa daqui para frente?

DO BRASIL PARA O MUNDO

A vez do PicPay: empresa dos irmãos Batista entra com pedido de IPO nos EUA; veja o que está em jogo

5 de janeiro de 2026 - 19:55

Fintech solicita IPO na Nasdaq e pode levantar até US$ 500 milhões, seguindo o movimento de empresas brasileiras como Nubank

PÉ NO FREIO

GM, Honda e grandes montadoras relatam queda nas vendas nos EUA no fim do ano; saiba o que esperar para 2026

5 de janeiro de 2026 - 19:52

General Motors e concorrentes registram queda nas vendas no fim de 2025, sinalizando desaceleração do mercado automotivo nos EUA em 2026 diante da inflação e preços elevados

VAI PODER MUDAR

Passa vergonha com seu e-mail? Google vai permitir trocar o endereço do Gmail  

5 de janeiro de 2026 - 16:26

Mudança, antes considerada impossível, começa a aparecer em páginas de suporte e promete livrar usuários de endereços de e-mail inadequados

FEZ BULKING

Smart Fit (SMFT3) treina pesado e chega a 2 mil unidades; rede planeja expansão para 2026

5 de janeiro de 2026 - 14:43

Rede inaugura unidade de número 2 mil em São Paulo, expande presença internacional e prevê abertura de mais 340 academias neste ano

ANO NOVO, VIDA NOVA?

Como o Banco Master entra em 2026: da corrida por CDBs turbinados à liquidação, investigações e pressão sobre o BC

5 de janeiro de 2026 - 13:16

Instituição bancária que captou bilhões com títulos acima da média do mercado agora é alvo de investigações e deixa investidores à espera do ressarcimento pelo FGC

EXPANSÃO INTERNACIONAL

BTG Pactual (BPAC11) amplia presença nos EUA com conclusão da compra do M.Y. Safra Bank e licença bancária para atuar no país

5 de janeiro de 2026 - 12:31

Aquisição permite ao BTG Pactual captar depósitos e conceder crédito diretamente no mercado norte-americano, ampliando sua atuação além de serviços de investimento

LEGAL PARA CACHORRO

Adeus PETZ3: União Pet, antigas Petz e Cobasi, estreia hoje novo ticker na B3

5 de janeiro de 2026 - 10:13

Os antigos acionistas da Petz passam a deter, em conjunto, 52,6% do capital social da União Pet; eles receberão novos papéis e pagamento em dinheiro

NOVA LÍDER NO PEDAÇO

Tesla perde liderança para a BYD após queda nas vendas de veículos elétricos

3 de janeiro de 2026 - 16:54

As vendas da Tesla caíram 9% em 2025 e diminuíram 16% no quarto trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior

UNIÃO ANIMAL

Antiga Cobasi conclui combinação de negócios com a Petz e ganha novo ticker; veja a estreia na B3

3 de janeiro de 2026 - 12:53

A transação foi realizada por meio de reorganização societária que resultou na conversão da Petz em subsidiária integral da União Pet

ADICIONANDO PRESSÃO

TCU determina inspeção de documentos do BC sobre a liquidação do Banco Master

3 de janeiro de 2026 - 11:58

A decisão do órgão ocorre em período de recesso da Corte de Contas e após o relator do caso solicitar explicações ao BC

CENTENÁRIA E TRILIONÁRIA

Ao deixar cargo de CEO, Buffet diz que Berkshire tem chances de durar mais um século

2 de janeiro de 2026 - 16:40

“Acho que (a Berkshire) tem mais chances de estar aqui daqui a 100 anos do que qualquer empresa que eu possa imaginar”, disse Buffett em entrevista à CNBC

VOANDO PARA FORA DA TURBULÊNCIA

Azul (AZUL54) ganha aval do Cade para avançar em acordo estratégico em meio à recuperação judicial nos EUA

2 de janeiro de 2026 - 16:00

O órgão aprovou, sem restrições, a entrada de um novo acionista na Azul, liberando a aquisição de participação minoritária pela United Airlines. A operação envolve um aporte de US$ 100 milhões, ocorre no âmbito do Chapter 11 nos Estados Unidos

VOLTOU ATRÁS

EMAE desiste de compra de debêntures da Light (LIGT3) e rescinde acordo com BTG Pactual; entenda o motivo

2 de janeiro de 2026 - 14:37

O acordo havia sido firmado em setembro de 2025, mas ainda dependia da aprovação prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

EMISSÃO DE AÇÕES

Prio (PRIO3) anuncia aumento de capital no valor de R$ 95 milhões após exercício de opções de compra de ações

2 de janeiro de 2026 - 14:00

Diluição dos acionistas deve ser pequena; confira os detalhes da emissão das novas ações PRIO3

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar