Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Tatiana Vaz

NOVO OURO CHINÊS

DeepSeek: quem é o fundador da maior concorrente da OpenAI, que transformou seu hobby num negócio capaz de abalar Wall Street

Liang Wenfeng, fundador da DeepSeek, lançou um modelo de inteligência artificial generativa (IAG) gratuito e código aberto que fez com que a Nasdaq desabasse nesta semana

Tatiana Vaz
29 de janeiro de 2025
7:02 - atualizado às 11:27
Duas pessoas olhando tela com os dizeres AI com um cérebro desenhado em led atrás. Em primeiro plano, computador com logo da IA chinesa DeepSeek na tela
Imagem: Montagem Seu Dinheiro

Ele é um sujeito comum, nascido de uma família simples em uma cidade pequena, como todos nós, mas gênio suficiente para ameaçar os bilionários ocidentais. É assim que o nome do chinês Liang Wenfeng, fundador da DeepSeek, circula de maneira heroica e completamente fugaz na Sina Weibo, o popular microblogging da China, de acordo com jornais internacionais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até então desconhecido, Wenfeng é o principal responsável pela empresa chinesa de Inteligência Artificial que na segunda-feira derrubou o índice Nasdaq, que lista as grandes empresas de tecnologia, abalou o mercado de negociações de criptos e fez as ações da Nvidia despencarem. 

Isso tudo logo após lançar um modelo de inteligência artificial generativa (IAG) gratuito e de código aberto, capaz de igualar ou superar, por uma fração do custo, os sistemas de raciocínio mais avançados da OpenAI, como o ChatGPT 4.0

Uma mudança tão brusca de cenário para o futuro da tecnologia pode até parecer acidental, afinal, deste lado do mundo a maioria dos mortais nada sabia sobre uma IA com este poder de fogo sendo desenvolvida pelos chineses. 

Mas é que por trás da invenção está um empreendedor discreto, de 40 anos, focado demais em criar uma IA boa o bastante sem alardes — uma contradição levando em conta o barulho alarmante que tal lançamento fez pelo mundo assim que descoberto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A IA da China não pode continuar sendo uma seguidora para sempre”, disse Liang em uma rara entrevista a um jornal estatal chinês, acrescentando que as empresas chinesas se “acostumaram a alavancar inovações tecnológicas desenvolvidas em outros lugares”. 

Leia Também

“A China deve fazer uma transição gradual de beneficiária para contribuinte, em vez de continuar a aproveitar os benefícios dos outros.”

DeepSeek: de hobby à “força misteriosa do Oriente”

Natural da cidade de Zhanjiang, na província de Guangdong, no sul da China, Liang estudou quase do outro lado do país, ao leste, na província de Zhejiang, cidade de origem da gigante Alibaba e de outras empresas de tecnologia. Formou-se engenheiro eletrônico e concluiu o mestrado em engenharia de informação e comunicação pela Universidade de Zhejiang.

Depois de formado, Liang teria se mudado para Chengdu, Sichuan, com o conhecimento e a empolgação suficientes para experimentar diferentes maneiras de aplicar IA em vários campos. Não teve sucesso até tentar unir o tema das finanças às suas iniciativas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi aí que ele decidiu cofundar o fundo de hedge quantitativo High-Flyer em 2016, que rapidamente ganhou reconhecimento por seu uso inovador de estratégias de negociação orientadas por IA.

Em 2021, a High-Flyer havia integrado totalmente a IA em suas operações, usando modelos de aprendizado de máquina para prever tendências de mercado e tomar decisões de investimento orientadas por dados. Os recursos levantados com o negócio deram a ele liberdade para investir em outros projetos paralelos — e foi assim que surgiu a DeepSeek.

Fundada em maio de 2023, a DeepSeek era tida como uma espécie de hobby por Liang, uma startup com necessidade de pouco investimento inicial que poderia lhe render algum dinheiro a longo prazo, nada de imediato. Algo que o engenheiro melhorava movido pela sua profunda curiosidade e compromisso com as pesquisas de desenvolvimento em inteligência artificial.

Sobre esta época, Liang disse em uma entrevista em um canal chinês que teria a seguinte conclusão: "Se você precisa encontrar uma razão comercial, ela pode não existir porque não vale a pena. De uma perspectiva empresarial, a pesquisa básica tem um retorno de investimento muito baixo”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, como outras startups de IA, a sua lançou uma série de modelos ao longo do ano, mas sempre com a desconfiança de investidores de que aquelas ideias poderiam “parar de pé”, não só financeiramente, como em termos de restrições de uso de dados pelo governo chinês.

Ao Financial Times, um dos parceiros de negócios de Liang relembrou como foram os primeiros contatos com o investidor. 

“Quando o conhecemos, ele era um cara muito nerd com um penteado horrível falando sobre construir um cluster de 10 mil chips para treinar seus próprios modelos. Não o levamos a sério”, disse na entrevista ao jornal. “Ele não conseguia articular sua visão além de dizer: ‘quero construir isso, e será uma mudança de jogo’. Achávamos que isso só seria possível com gigantes como ByteDance e Alibaba”, acrescentou.

Corta para anteontem, e imagine na dimensão que a coisa tomou: a DeepSeek está hoje sendo chamada pelos jornais chineses de a “força misteriosa do Oriente”. Todos querem entender o que está por trás da empresa — até mesmo os conterrâneos de Liang. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

IA por um custo seis vezes menor

O impacto que a invenção do fundador da DeepSeek causou no Vale do Silício e em Washington está relacionado ao crescente poder da IA na China. Aliado à simplicidade, economia e rapidez com que a solução foi desenvolvida. 

O aplicativo oferece funcionalidade semelhante ao popular chatbot ChatGPT da OpenAI, gerando respostas e textos às perguntas e pedidos feitos pelos usuários. A diferença está na quantidade de chips e energia necessária para o funcionamento da DeepSeek que, por sinal, é desde ontem o aplicativo mais baixado da App Store

Um sucesso que poderia até ser maior, se não fosse o fato de o app ter sido alvo de ataques cibernéticos depois de sua repentina popularidade mundial, o que o obrigou a limitar temporariamente os registros gerados gratuitamente pela IA. 

Até 2022, a High-Flyer tinha acumulado um cluster de 10 mil chips de processador gráfico A100 de alto desempenho da Nvidia, sediada na Califórnia, que são usados ​​para construir e executar sistemas de IA, de acordo com uma publicação na plataforma de mídia social chinesa WeChat. Os EUA logo depois restringiram as vendas desses chips para a China.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A DeepSeek afirma ter desenvolvido e treinado seu novo modelo de inteligência artificial sem acesso a semicondutores de alto desempenho e com um investimento de algo entre US$ 5 milhões e US$ 6 milhões (entre R$ 30 milhões e R$ 35 milhões), um valor baixíssimo para o setor.

“A empresa precifica seus modelos a valores entre 20 e 40 vezes mais baratos que os equivalentes da OpenAI”, informa a gestora Bernstein em nota divulgada a seus clientes no domingo (26).

No rescaldo do impacto, até o CEO da OpenAI, Sam Altman, qualificou a façanha da DeepSeek como “impressionante”, chamou de “revigorante” o surgimento de um concorrente e prometeu novos lançamentos no ChatGPT.

O que pensa e o que motiva o criador do DeepSeek

A genialidade de Liang, como o chamaram hoje os editores do Business Insider, está levando a CGTN (China Global Television Network), canal de notícias da China em inglês, a produzir uma série sobre IA para se aprofundar no poder da inovação e seu impacto global. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma reportagem deste mesmo canal reuniu algumas frases ditas pelo engenheiro nas poucas e raras entrevistas concedidas por ele. Algumas delas são citadas a seguir para mostrar um pouco da linha de raciocínio desse investidor que está do outro lado do mundo. 

Sobre o processo de desenvolvimento de uma IA, a importância disso para o futuro da tecnologia e da humanidade, ele diz:

"A essência da inteligência humana pode ser a linguagem; o pensamento humano pode ser um processo linguístico. Você acha que está pensando, mas pode estar, na verdade, tecendo a linguagem em sua mente. Isso implica que a inteligência artificial semelhante à humana (AGI) pode emergir de grandes modelos de linguagem”. 

Em relação à concorrência da IA chinesa em relação aos outros países, Liang pensa que os melhores talentos na China são subvalorizados, mas que é possível atrair os melhores talentos do mundo se “habilidades fundamentais, criatividade e paixão são mais importantes. Dessa perspectiva, há muitos candidatos adequados na China.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O perfil do DeepSeek no LinkedIn mostra que a empresa tem uma equipe de menos de 10 pessoas. Um membro teria sido caçado por Lei Jun, da Xiaomi, para trabalhar no desenvolvimento de IA em dezembro de 2024. 

“O que mais atrai os melhores talentos é a chance de resolver os desafios mais difíceis do mundo… ao trabalhar nos problemas mais difíceis, nos tornamos atraentes para eles."

Para o gênio chinês, o mais importante para a China em relação à estratégia sobre o desenvolvimento de IA precisa estar mais conectado, não a por que fazer (relacionado a dinheiro), mas a como (relacionado a propósito e utilidade real).

"A liderança da NVIDIA não é apenas o resultado dos esforços de uma empresa; é a conquista coletiva de toda a comunidade e indústria tecnológica ocidental. Eles podem ver a próxima geração de tendências tecnológicas e ter um roteiro. O desenvolvimento de IA da China precisa de um ecossistema semelhante. Muitos chips domésticos não conseguem se desenvolver porque não têm uma comunidade tecnológica de suporte e dependem de informações de segunda mão. É por isso que a China deve ter pessoas na vanguarda da tecnologia", defende.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nessa mesma entrevista, dada bem antes do lançamento da DeepSeek, Liang expressa o que pensa sobre a OpenAI e sobre o que a China ainda precisa superar para bater de frente. 

"A inovação é cara e ineficiente — às vezes até mesmo um desperdício. Somente quando uma economia atinge um certo nível de desenvolvimento a inovação pode prosperar. Quando os recursos são escassos ou em indústrias não impulsionadas pela inovação, custo e eficiência são críticos. Veja a OpenAI; ela queimou muito dinheiro para chegar onde está".

Liang acredita que a China não pode continuar sendo uma seguidora da IA ​​para sempre. Nas entrevistas, ele enfatiza a necessidade de a China mudar da imitação para a originalidade e construir seu próprio ecossistema tecnológico.

"Vemos que a IA da China não pode permanecer em uma posição de seguidora para sempre. Costumamos dizer que há uma lacuna de um ou dois anos entre a China e os EUA, mas a lacuna real é entre originalidade e imitação. Se isso não mudar, a China sempre será uma seguidora. É por isso que alguma exploração é inevitável".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações de CGTN, WSJ, Fortune e CNN

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INCERTEZA SOBRE CONTINUIDADE

Braskem (BRKM5) tem prejuízo de R$ 10,28 bilhões no 4T25, alta de 82%, alavancagem dobra, e auditoria expressa preocupação

27 de março de 2026 - 9:10

O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.

NO RASTRO DA CRISE

Mais uma peça cai: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do conglomerado Entrepay em meio à crise do Banco Master

27 de março de 2026 - 8:44

Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações

RETORNO AO ACIONISTA

Dividendos à vista: Hypera (HYPE3) anuncia R$ 185 milhões em JCP e conclui aumento de capital

26 de março de 2026 - 19:47

Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica

PROVENTOS NO RADAR

Acionista da Copel (CPLE3) vai encher o bolso? BTG calcula bolada em dividendos e diz o que fazer com as ações

26 de março de 2026 - 19:36

Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor

NOVA ESTRUTURA

A nova aposta do Bradesco (BBDC4): como nasce a BradSaúde e o que muda no grupo segurador

26 de março de 2026 - 17:44

Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática

RESULTADOS PRESSIONADOS

JBS (JBSS32) encara custos altos no gado e no milho, mas ainda é preferida do BTG no setor; entenda o que move a ação

26 de março de 2026 - 17:01

A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário

MENOR E MAIS LEVE

Americanas (AMER3) sai da recuperação menor e com foco em lojas físicas; ela tem forças para correr atrás da concorrência?

26 de março de 2026 - 15:03

No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro

IMERSÃO MONEY TIMES

Como o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiu lucrar mais com IA do que a dona do ChatGPT e o próprio Google?

26 de março de 2026 - 11:54

Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista

VAI DECOLAR PARA LONGE

Adeus, Gol (GOLL54): empresa vai sair da bolsa nesta sexta-feira e tem data para ser extinta; relembre a ‘novela’ da companhia

26 de março de 2026 - 11:26

Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa

ADEUS, PENNY STOCK

Marisa (AMAR3) recebe enquadro da B3 por ação abaixo de R$ 1, e avalia fazer grupamento; presidente do conselho renuncia

26 de março de 2026 - 10:14

Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão

REESTRUTURAÇÃO EM CURSO

Casas Bahia (BHIA3) dá novo passo na virada financeira e levanta R$ 200 milhões com FIDC de risco sacado

26 de março de 2026 - 9:33

Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda

SAIU DO FUNDO DO POÇO?

Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%

26 de março de 2026 - 8:57

A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos

AINDA PRECISA VOTAR

A torneira dos dividendos vai fechar? A proposta da Equatorial (EQTL3) que pode mudar a distribuição aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:59

Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Bradesco (BBDC4) anuncia R$ 3 bilhões em proventos; veja quem mais paga aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:25

Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios

BARATA OU ARMADILHA?

Mesmo a R$ 1, Oncoclínicas (ONCO3) ainda tem espaço para cair mais: o alerta do JP Morgan para as ações

25 de março de 2026 - 17:02

Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Não é hora de colocar a mão no fogo pela Hapvida (HAPV3): por que o Citi ainda não comprou o discurso de virada da empresa

25 de março de 2026 - 16:09

Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações

DON'T STOP ME NOW

Mercado Livre (MELI34) anuncia investimento gigantesco no Brasil e tem planos para entrar em novo segmento bilionário, mas há um porém no curto prazo, diz BTG

25 de março de 2026 - 13:37

Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano

VENCENDO A TURBULÊNCIA

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) baterão à porta do investidor em breve, segundo o BTG

25 de março de 2026 - 12:42

Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa

ATUALIZAÇÃO

iOS 26.4 combina novos emojis, Apple Music mais esperto e verificação de idade em obediência à la Lei Felca

25 de março de 2026 - 11:54

Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca

UM NOVO INTERESSADO

Acionista da Oncoclínicas (ONCO3) coloca R$ 500 milhões na mesa — mas, antes, quer derrubar todo o conselho

25 de março de 2026 - 9:06

Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia