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Mais cedo, ministro havia prometido divulgar medidas estruturais até as 15h de hoje, após reunião com Lula e os líderes do Congresso
O almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ter sido bom, mas nem tanto. O anúncio esperado para depois do encontro acabou ficando para domingo (ou depois).
Por volta das 15h30 desta terça-feira (3), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apareceu para falar com a imprensa ao lado de uma comitiva, composta pelo vice, Geraldo Alckmin, do presidente da Câmara, Hugo Motta, do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, além de outros integrantes do governo.
A expectativa era de que ele anunciasse as medidas alternativas ao aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que foi a pauta do almoço com Lula. Mas Haddad, na verdade, anunciou que o anúncio ficou para depois.
Segundo ele, as medidas serão primeiro apresentadas aos líderes dos partidos da Câmara e do Senado, e as equipes da Fazenda serão convocadas para fazer os cálculos de impacto e detalhamento das medidas nos próximos dias. A divulgação, disse, deve ser após uma reunião no domingo (8).
“O que eu posso assegurar é que, do que diz respeito ao presidente das duas Casas e o presidente da República, acompanhado do vice-presidente, houve um alinhamento muito grande em relação aos parâmetros que nós estabelecemos para encaminhar essas medidas. Há um compromisso de não anunciá-las antes de uma reunião com os líderes, nem parcialmente, em respeito ao Congresso Nacional – que é quem vai dar a última palavra sobre as propostas encaminhadas”, disse Haddad.
Mais cedo, Haddad havia dito que havia apresentado a Motta e Alcolumbre um conjunto de medidas para sanear as contas públicas estruturalmente, e que ainda se reuniria com o presidente para definir detalhes.
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O presidente, por sua vez, reforçou a agenda. "Vai ter um almoço na minha casa, com todas as pessoas que estão participando dessa discussão, para a gente saber se o acordo está feito ou não, para anunciar o que vai fazer, a compensação que o Brasil precisa ter para colocar as nossas contas fiscais em ordem", disse Lula, em entrevista coletiva no fim da manhã.
O pacote econômico seria uma resposta do governo à reação negativa generalizada após o anúncio de aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), tanto no mercado financeiro quanto no meio político. O principal motivo foi o fato de o governo ter decidido apenas aumentar a arrecadação, sem tentar mexer no campo das despesas.
No dia 22 de maio, o governo havia anunciado o aumento do IOF sobre operações de crédito, câmbio, seguros e investimentos. O objetivo era aumentar a arrecadação federal em R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.
Com a reação negativa do mercado, no mesmo dia o governo recuou e revogou o IOF sobre investimentos no exterior.
Porém, o mal-estar e a pressão sobre o governo e a equipe econômica se estenderam por dias. Entidades empresariais manifestaram-se publicamente contra a medida, e parlamentares passaram a buscar a derrubada da decisão do IOF no Congresso.
Ainda na semana passada, Haddad reuniu-se com os presidentes da Câmara e do Senado negociando potenciais alternativas ao aumento de impostos. Foi dado ao ministro o prazo de 10 dias para anunciar um plano B.
Finalmente, nesta segunda-feira (2), Haddad passou a falar em consenso entre o Executivo e o Congresso para apresentar propostas de mudanças estruturais, em vez de um aumento de impostos paliativo.
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