O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desde que entrou com pedido de RJ, a empresa de private equity se desfez da Starbucks — os CRIs da rede, que não estão no processo, ainda dependem de uma decisão judicial para que a SouthRock faça o pagamento
Com uma dívida estimada em R$ 1,8 bilhão, a SouthRock enfrenta dificuldades para dar início à recuperação judicial (RJ) e o impasse está pesando sobre o fundo imobiliário Riza Akin (RZAK11).
O BB Investimentos (BB-BI) tem perspectiva neutra para o FII. Segundo o analista André Oliveira, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) da SouthRock presentes no portfólio do fundo enfraquecem sua avaliação.
O RZAK11 possui três títulos da companhia na carteira: os CRIs da Starbucks III, IV e V. Desde que a SouthRock entrou com pedido de RJ em outubro de 2023, a empresa de private equity se desfez de negócios, incluindo a Starbucks.
Porém, os CRIs da Starbucks, que não estão no processo de RJ, ainda dependem de uma decisão judicial para que a empresa faça o pagamento parcial dos títulos.
Os CRIs possuem como garantia aproximadamente R$ 3 milhões em cessão fiduciária de recebíveis de cartão de crédito, porém cobrem apenas parte do saldo devedor. De acordo com o relatório gerencial de dezembro, o saldo total dos certificados era de R$ 50.189.723,28.
Assim, na visão do BB-Investimentos, há um potencial de inadimplência no pagamento dos títulos.
Leia Também
Além disso, a instituição também indica que a carteira High Yield — com bom retorno e alto risco — do FII pode enfrentar aumento da inadimplência devido ao cenário macroeconômico “mais desafiador” e ciclo de alta dos juros.
Apesar dos problemas com a SouthRockk, o BB-Investimentos ainda enxerga o copo meio cheio. Para Oliveira, o RZAK11 possui uma carteira de CRIs bem diversificada, o que o torna “mais competitivo e resiliente”.
Atualmente, o portfólio do fundo é composto por 42 operações de CRI (81,2%) e 9 FIIs (18,8%).
Além disso, o analista destaca que a ausência de cotas subordinadas nos certificados e de exposição ao segmento de multipropriedades, que trouxe problemas para os pares na bolsa, também fortalecem o desempenho do FII.
Oliveira indica ainda que o RZAK11 possui um dividend yield (taxa de retorno de dividendos) bem superior à média dos FIIs do segmento de recebíveis imobiliários. O último rendimento anunciado foi de R$ 1,20 por cota, o que equivale a um dividend yield de 1,56% por mês.
Neste mês, as cotas do fundo apresentam uma alta de cerca de 1,7%, acumulando uma valorização de 2,79% nos últimos 12 meses. Já a relação entre o preço das cotas no mercado e o valor patrimonial (P/VP) do RZAK11 é de 0,89, ou seja, está sendo negociada com deságio de 11%.
O analista também enxerga que o fundo conta com potenciais ganhos adicionais às remunerações pré-acordadas. Recentemente, o RZAK11 revisou o guidance de distribuição para o primeiro trimestre de 2025, com um retorno entre R$ 1,10 e R$ 1,30.
Enquanto o RZAK11 foi rebaixado, outros três fundos imobiliários estão no radar do BB-BI. Os FIIs VBI Prime Properties (PVBI11), Tellus Properties (TEPP11) e Vinci Shopping Centers (VISC11) são avaliados com perspectivas positivas.
Em relação ao PVBI11, o analista indica que o fundo do segmento de lajes corporativas possui alta qualidade de ativos e de localização, com os empreendimentos tendo uma forte demanda devido à oferta reduzida nas regiões.
Além disso, o FII está com desconto em relação ao valor patrimonial e aos preços dos imóveis negociados na economia real. Em fevereiro, a cota do PVBI11 apresenta um avanço de cerca de 2%, mas acumula uma queda de 23,87% nos últimos 12 meses.
Já a relação P/VP é de 0,69, ou seja, a cota está com deságio de 31% em relação ao seu valor patrimonial.
Sobre o TEPP11, o destaque é a gestão ativa que, com a reciclagem dos ativos, vem gerando ganhos não recorrentes para compor a base de rendimentos.
Em 2024, o FII vendeu dois ativos do portfólio, o Edifício Timbaúba e o Edifício São Luiz, ambos com lucro e localizados em São Paulo. Os recursos foram utilizados para aquisições de dois novos imóveis na capital paulista, o Edifício FL 1355 e o Edifício GPA, com o pagamento parcelado pelos próximos anos.
Além disso, o TEPP11 também chama atenção com a vacância de seus ativos. Atualmente, o FII apresenta 100% de ocupação.
O VISC11, que atua no setor de shoppings, também é bem avaliado pela diversificação da carteira e a gestão ativa do portfólio. Oliveira avalia que o FII possui “boa ocupação e inadimplência e vacância controladas”.
O fundo ainda está sendo negociado com desconto em relação ao preço das cotas no mercado e o valor patrimonial, com um deságio de 23%. Neste mês, o VISC11 teve alta de cerca de 3,5% na B3, mas acumula desvalorização de 10% no último ano.
Mega-Sena 30 anos tem regras parecidas com as da Mega da Virada: prêmio não acumula e 90% do dinheiro é destinado a quem acertar as seis dezenas; veja os detalhes do sorteio especial
Índice acelera de 0,44% em março para 0,89% em abril, e qualitativo preocupa: alimentação e transportes pressionam; saiba o que pode acontecer com a Selic daqui para frente
Companhia avalia incorporar parte de ativo que hoje está nas mãos da controladora; entenda o que está em discussão
Lotofácil 3671 acumula e Lotomania 2917 é a única a pagar o prêmio principal na rodada de segunda-feira (27) das loterias da Caixa
De acordo com o conselheiro da Casa Branca, o nível de concentração das quatro maiores companhias reduz a concorrência e cria condições para a formação de preços
Mercado ilegal, uso sem acompanhamento médico e incidência de doenças graves acendem alerta das autoridades sobre canetas emagrecedoras como Mounjaro e Ozempic
Pensando em homenagear a mãe, britânico pretende correr 32 maratonas em 32 dias para angariar fundos para pesquisa
Mega-Sena entrou acumulada em abril e foi recuperando posições até retomar o topo do ranking de maiores prêmios das loterias da Caixa. Agora ela paga mais do que todas as outras juntas.
Ninguém levou o prêmio máximo no concurso 3.000; entenda quanto você precisa investir para aumentar as probabilidades — e por que o custo dispara
Decisões no Banco Central e no Federal Reserve (Fed) dividem atenções com IPCA-15 e PIB dos EUA; confira tudo o que irá rolar nos mercados na próxima semana
Pé-de-Meia é um programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público; pagamentos começam amanhã
O terminal é considerado estratégico, já que vai ampliar em 50% a capacidade de movimentação de contêineres do Porto de Santos, o maior da América Latina
Entre nostalgia e especulação, cartas de Pokémon deixam de ser apenas coleção e passam a circular como ativo de alto risco
A decisão de acionar a bandeira amarela na conta de luz se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios
Por se tratarem de concursos com final zero, os prêmios de Loteria em jogo neste sábado são maiores; confira os valores
Plataformas como Kalshi e Polymarket deixam de operar como investimento e passam a seguir regras de apostas; norma vale a partir de maio
Nem mesmo a campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, vai conseguir fugir da mordida do leão
Paris e Bigi estão em disputas na justiça e o Rancho de Neverland foi vendido; veja como está a herança de Michael Jackson
A Caixa Econômica Federal liderou a concessão de credito imobiliário com recursos da poupança no primeiro trimestre
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na quinta-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.