O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o gestor da Verde Asset, o quadro macro do país nunca esteve tão exacerbado, com uma dívida pública crescente, inflação elevada, juros restritivos e reservas de dólar encolhendo
Com posição vendida em bolsa brasileira desde dezembro, não é novidade que Luis Stuhlberger está pessimista com o Brasil. Mas na avaliação do CEO da Verde Asset — gestora com mais de R$ 19 bilhões em ativos sob administração —, o país agora se encontra em um “piquenique à beira do vulcão”.
Assim como nos últimos meses, tudo continua a girar em torno do fiscal.
Mas hoje a visão do gestor responsável pelo lendário fundo Verde é que o Brasil “chegou ao limite” após o governo turbinar a economia com a expansão de gastos públicos nos últimos anos, especialmente com previdência e assistência, e por meio de despesas ‘parafiscais’.
Para Stuhlberger, o quadro macroeconômico do Brasil é preocupante e nunca esteve tão exacerbado, com uma trajetória crescente das despesas públicas, inflação para lá de teimosa, juros em patamares restritivos e reservas brasileiras de dólar encolhendo.
“Francamente, no quadro macroeconômico do Brasil, a gente nunca esteve perto de estar como está hoje. Na crise da Dilma, a dívida era de 60% do PIB [Produto Interno Bruto]. Nós vamos terminar esse governo no patamar de 85% do PIB”, disse o gestor, em evento organizado pelo UBS.
“Se o governo vende reserva, a dívida diminui um pouco, mas nós já não temos mais tanto dólar para vender”, acrescentou.
Leia Também
Nas palavras do economista, a pior coisa que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva fez foi subir as despesas de forma tão acelerada no início do mandato — e caminha para terminar o ano com gastos de cerca de R$ 400 bilhões acima do teto previsto pelo arcabouço fiscal. “É um número imenso.”
Com a economia aquecida, o PIB do país passou a crescer acima do potencial, o que trouxe outra vez o vilão da história brasileira de volta à cena: a inflação.
Para Stuhlberger, esse cenário de alta dos preços força o governo a apertar os juros, já que “a pior coisa para a popularidade do presidente é a inflação”, principalmente a de alimentos.
“Quando você sobe as taxas para algo próximo de 15%, a história vira o piquenique à beira do vulcão. Nós vamos ter, entre 2024 e 2026, déficits nominais da ordem de 10%, só que agora com a Selic muito mais alta e o PIB não mais subindo 3,5%. No final, a dúvida é sobre a sustentabilidade da dívida. Não tem como os juros reais continuarem a 8% pelos próximos 10 anos, porque o Brasil quebra antes. Então, alguma coisa vai ter que acontecer, mas eu não tenho a menor ideia como é que resolve isso e nenhuma alternativa é boa.”
Isso não significa necessariamente que é hora de sacar todo o seu dinheiro e comprar dólar, segundo Stuhlberger. Mas trata-se de um cenário complexo.
Afinal, o governo deve enfrentar uma questão séria do lado das contas públicas.
Para o gestor da Verde, o Congresso não aprovará os planos do ministro Fernando Haddad em tributar quem ganha mais de R$ 50 mil — o que obrigará Lula a encontrar outra forma de financiar a ampliação da faixa de isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.
“Pode ser que esse piquenique à beira do vulcão continue por mais um tempo da forma como ele está, mas que o dólar até caia, na ausência de más notícias”, avaliou.
Região concentra minerais-chave da transição energética e pode ganhar protagonismo na disputa entre EUA e China, dizem autoridades
Com bloqueio no Estreito de Ormuz, companhias aéreas cortam rotas e criam taxas extras diante da disparada do combustível
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer