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Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Se todas as tarifas prometidas por Donald Trump entrarem em vigor no dia 2 de abril, o mercado terá muito com o que lidar. Porém, o presidente dos Estados Unidos já avisou que haverá surpresas além do que já se sabe — e se tem uma coisa que os agentes do mercado financeiro não gostam é de surpresas.
Para se antecipar a essa dor de cabeça, o jeito foi buscar a opção mais segura possível para lidar com todas as incertezas que pairam no ar. Foi assim que o preço do ouro renovou recordes ao longo de março e fechou o mês com a maior cotação histórica para o ativo, aos US$ 3.123,98 por onça.
Com isso, o ETF GOLD11, acompanhado pelo Seu Dinheiro para o ranking de investimentos do mês, ficou em primeiro lugar, com uma valorização de 6,54% em março e de 10,95% no ano. Trata-se do melhor primeiro trimestre para o metal precioso desde 1986.
O clima negativo na terra do Tio Sam também foi o impulso para o segundo colocado do ranking: o Ibovespa. O principal índice de ações brasileiras voltou aos 130 mil pontos e ganhou fôlego com a entrada de capital estrangeiro. Investidores globais buscam mercados alternativos para colocar seu dinheiro, e os países emergentes têm ganhado atenção.
Em março, o Ibovespa avançou 6,08%, alcançando 131.902,18 pontos, e no ano a alta já chega a 8,29%. A temporada de balanços também favoreceu algumas ações que tiveram forte desempenho no mês.
O top 3 do ranking de março do Seu Dinheiro fecha com a alta do IFIX, que registrou uma valorização de 6,14% e voltou para uma pontuação de 3.301,81, no mesmo nível de setembro de 2024, antes da sangria de fim de ano.
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Analistas falam em “correção natural” dos preços dos ativos que ficaram muito descontados após a desvalorização vista em dezembro. Ao longo de março, os fundos de papel e de tijolos apresentaram recuperação.
| Investimento | Rentabilidade no mês | Rentabilidade no ano |
|---|---|---|
| Ouro (GOLD11) | 6,54% | 10,95% |
| IFIX | 6,14% | 6,32% |
| Ibovespa | 6,08% | 8,29% |
| Tesouro IPCA+ 2050 | 2,50% | - |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 | 1,77% | 1,45% |
| Índice de Debêntures Anbima Geral (IDA - Geral)* | 1,44% | 4,36% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2045 | 1,24% | -0,65% |
| Tesouro Selic 2031 | 0,97% | - |
| CDI* | 0,96% | 2,93% |
| Tesouro Selic 2028 | 0,92% | - |
| Tesouro Prefixado 2028 | 0,70% | - |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2060 | 0,67% | - |
| Poupança antiga** | 0,58% | 1,31% |
| Poupança nova** | 0,58% | 1,31% |
| Tesouro IPCA+ 2040 | 0,54% | - |
| Tesouro Prefixado 2032 | 0,41% | - |
| Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2035 | 0,40% | 1,20% |
| Tesouro IPCA+ 2029 | -0,13% | 2,23% |
| Dólar PTAX | -1,82% | -7,26% |
| Dólar à vista | -3,57% | -7,68% |
| Bitcoin | -6,03% | -18,27% |
O bitcoin ficou na lanterna pelo segundo mês consecutivo, embora com uma perda menor em março. A maior criptomoeda do mundo fechou avaliada em R$ 471.827,70, com desvalorização de 6,03% no mês. No ano, a perda já chega a 18,27%.
Se por um lado as incertezas em relação às medidas do Trump são impulso para a segurança do ouro, o Bitcoin fica no extremo oposto. Enquanto o chefe da Casa Branca trava uma guerra comercial ao redor do mundo, o tópico de regulamentação e avanço das criptomoedas no mercado americano não tem sido abordado tanto quanto o esperado.
Junto com o BTC, entre os piores investimentos do mês estão o dólar à vista (cotação de mercado) e o dólar PTAX (cotação do Banco Central). A entrada de fluxo estrangeiro ao longo do mês ajudou na desvalorização do dólar em relação ao real. No ano, o saldo é positivo para a moeda brasileira, com o dólar perdendo 7,68% de valor na cotação comercial de venda.
O preço do dólar também acompanha o movimento global. O índice dólar (DXY), que acompanha o preço da divisa frente uma cesta de pares globais, fechou março com uma queda de -2,86%. O movimento é reflexo de um mercado mais pessimista em relação à desaceleração da economia dos Estados Unidos em meio ao possível tarifaço de Donald Trump.
Entre os títulos de renda fixa, os papéis de inflação mais longos foram os que melhor renderam no mês. O Tesouro IPCA+ 2050, que estreia no ranking e no Tesouro Direto neste mês, teve o melhor desempenho, com uma valorização de 2,50%. Outros dois papéis do Tesouro IPCA+ também ficaram com a rentabilidade acima de 1%, ambos de vencimento alongado.
De modo geral, a maior parte da curva de juros registrou fechamento em março, com exceção da parte mais curta. Com a maior parte do estresse sendo observado no exterior, o mês de março foi de alívio para os ativos locais.
| Empresa | Código | Desempenho no mês |
|---|---|---|
| Minerva | BEEF3 | 43,44% |
| Magazine Luiza | MGLU3 | 41,82% |
| Cogna | COGN3 | 38,16% |
| JBS | JBSS3 | 32,66% |
| Marfrig | MRFG3 | 31,91% |
| Brava Energia | BRAV3 | 28,15% |
| CVC | CVCB3 | 22,54% |
| CSN Mineração | CMIN3 | 21,57% |
| Pão de Açúcar | PCAR3 | 20,55% |
| Localiza | RENT3 | 20,45% |
| Empresa | Código | Desempenho no mês |
|---|---|---|
| Natura | NTCO3 | -22,82% |
| Marcopolo | POMO4 | -16,73% |
| Azul | AZUL4 | -14,73% |
| Cemig | CMIG4 | -6,30% |
| Suzano | SUZB3 | -6,27% |
| Azzas 2154 | AZZA3 | -5,77% |
| Weg | WEGE3 | -5,45% |
| Embraer | EMBR3 | -5,35% |
| Auren Energia | AURE3 | -4,75% |
| Klabin | KLBN11 | -4,71% |
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