O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Declaração de Hugo Motta aconteceu após reunião de quase seis horas entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e lideranças do Congresso no domingo (8)

O Congresso Nacional parece não querer assumir um compromisso sério com a proposta de medidas alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) — ao menos é o que disse o presidente da Câmara, Hugo Motta, nesta segunda-feira (9).
"Não há o compromisso do Congresso de aprovar essas medidas que vêm na MP. A medida provisória será enviada apenas para que, do ponto de vista contábil, não se tenha que aumentar o contingenciamento que já está sendo feito", afirmou Motta.
A declaração aconteceu após reunião de quase seis horas entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e lideranças do Congresso no domingo (8).
Após o encontro, o chefe da pasta econômica anunciou um acordo para reduzir o impacto da tributação do IOF e compensar a perda de arrecadação, com medidas como aumento da taxação das bets e elevação de impostos sobre investimentos, entre outras .
O presidente da Câmara afirmou que as mudanças sugeridas pelo governo para reduzir a alta do IOF devem vir por uma medida provisória, por um projeto de lei complementar e, a depender do conteúdo, por uma proposta de emenda à Constituição.
Para Motta, há um esgotamento do Brasil sobre medidas que sempre visam ao aumento de arrecadação. Ele afirmou que, se pautada, a medida para aumentar o IOF teria sido derrubada pelo Congresso.
Leia Também
"A medida [aumento do IOF] teria um efeito muito danoso, especialmente sobre o custo do crédito no país [...]. Seria mais uma medida diante de tantas outras visando apenas ao aumento da arrecadação", afirmou o presidente da Câmara.
O parlamentar também falou que "não há o interesse de revisão de gastos" e que a meta não é ter medidas paliativas, mas com efeito de longo e médio prazo.
"Não havia interesse do governo em debater as pautas estruturantes, corte nas isenções fiscais, na desvinculação sobre saúde e educação, o crescimento do primário em diversas áreas", declarou.
Motta disse que, no atual contexto, a relação do Congresso Nacional com o governo Lula tem sido respeitosa.
Motta afirmou que, se o Brasil não adotar medidas estruturantes, o aumento de tributos voltará novamente à pauta daqui a alguns meses.
"Temos debatido aumento de tributo de carga, e daqui a dois, três meses, o debate será esse novamente. Se não fizermos o dever de casa com responsabilidade, essa será uma agenda recorrente, porque a despesa obrigatória está crescendo. Está crescendo muito o BPC, todas as despesas impactam muito o discricionário", comentou.
O presidente da Câmara afirma que, durante a reunião com Haddad, "falou-se pouco sobre o debate estrutural e mais sobre a medida provisória" com aumentos de impostos para bets, fintechs e títulos como LCAs e LCIs.
Motta também disse que deve receber até hoje os cálculos do governo sobre os impactos do decreto do IOF nas operações de risco sacado.
A operação acontece quando fornecedores de pequeno e médio porte tomam empréstimos nos bancos tendo como garantia vendas feitas a grandes empresas. A cobrança de IOF vinha sendo motivo de fortes reclamações do setor produtivo.
"Muito se fala do risco sacado. Deve reduzir os efeitos em 80% ou mais. Deve passar até o fim do dia qual será a calibragem", disse o presidente da Câmara.
Motta declarou que a tributação do VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) também será "reduzida de forma significativa", o que chamou de "uma vitória do Congresso e da sociedade", e que as sugestões serão debatidas com tempo pelos parlamentares.
"O Congresso terá o tempo de debate para avaliar quais dessas medidas deverão ser levadas em consideração para que, a partir daí, possamos fazer a compensação com apenas o decreto do IOF", comentou o parlamentar.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Conteúdo BTG Pactual
RESTITUIÇÃO
HOJE SIM
NAS ENTRELINHAS
TOUROS E URSOS #280
SELIC NAS ALTURAS?
COMÉRCIO INTERNACIONAL
Conteúdo Empiricus
Conteúdo Empiricus
QUASE LÁ
HOJE SIM
IMPACTO INTERNACIONAL
QUE VACILO!
QUE BOLADA!
VEM AÍ...
ANOTE NO CALENDÁRIO
AS MAIS LIDAS
Conteúdo Empiricus
Conteúdo Empiricus
PRINCÍPIOS