O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investir diretamente na China não é fácil, mas os ETFs estão tornando o acesso mais prático e eficiente, segundo o analista Christopher Galvão
Os laços entre China e Brasil estão mais fortes do que nunca quando o assunto é investimentos em ações por meio de fundos de índices (ETFs), com o surgimento de novos produtos desde a criação do programa ETF Connect, uma parceria da B3 com as bolsas chinesas de Shenzhen e Xangai.
Na visão da Nord Investimentos, a criação de novos ETFs é uma boa oportunidade para quem quer investir em empresas de tecnologia. Isso porque, segundo Caio Zylbersztajn, sócio da gestora, a China vem batendo de frente com os Estados Unidos na corrida tecnológica, mas as ações das companhias asiáticas seguem bem mais baratas do que os papéis norte-americanos.
“O governo chinês vem fazendo investimentos pesados em novas tecnologias, então é uma forma de se expor a essa tendência com múltiplos e preços muito mais baratos”, disse Zylbersztajn.
A Nord Investimentos ainda avalia a China como uma das teses mais interessantes para a composição da carteira dos investidores, servindo como uma alternativa de diversificação.
Segundo o sócio da Nord, a China oferece uma forma de se expor à tendência da tecnologia e da inteligência artificial (IA), enquanto a bolsa brasileira foca principalmente em commodities, bancos e setor doméstico.
Além disso, Christopher Galvão, analista da Nord Investimentos, ressalta que os ETFs são uma forma mais prática, fácil e eficiente de investir em ações chinesas, tendo também custos otimizados.
Leia Também
Vale lembrar que investir diretamente na China não é fácil. De modo geral, os investidores estrangeiros não têm acesso direto ao mercado de capitais chinês, com poucas exceções de alguns bancos e fundos globais.
VEJA TAMBÉM: CHINA vs EUA: Começou uma nova GUERRA FRIA? O que está em jogo nessa disputa - assista o novo episódio do Touros e Ursos no Youtube
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Galvão ressaltou que não é a criação dos ETFs que faz a tese dos investimentos em ativos chineses se tornar atrativa.
“A nossa visão em investir na China está relacionada à transformação do país para uma nova economia, deixando de ser voltada para produtos de baixo valor agregado para artigos de altíssimo valor agregado”, disse Galvão.
Além disso, o analista afirma não ver nenhuma outra economia competindo no setor de tecnologia com os Estados Unidos, que tem um alto investimento no universo de inteligência artificial.
“É uma das maiores transformações tecnológicas na era recente. Na nossa visão, não faz sentido estar posicionado somente nos Estados Unidos. A China tem que fazer parte da carteira dos investidores”, afirmou ao Seu Dinheiro.
Outro fator que torna as ações chinesas um bom negócio para os investidores é a cultura de eficiência nos custos presente no país. Parte desta característica é impulsionada pelo fato de a China possuir a Usina Hidrelétrica de Três Gargantas, o maior parque de energia elétrica do mundo.
“Essa capacidade é fundamental para a nova economia, incluindo data centers, energia solar e baterias, onde a China está saindo na frente”, avaliou Caio Zylbersztajn.
Para expor a carteira a ativos chineses, o sócio da Nord recomenda dois ETFs negociados na B3. O primeiro deles é o XINA11, que acompanha o índice MSCI China, composto por empresas de grande e médio porte do país asiático. Ele oferece exposição a recibos de ações (BDRs) de companhias que estão listadas nas bolsas de Nova York, NYSE e Nasdaq, não nas bolsas chinesas diretamente.
A outra indicação é o PKIN11, lançado pela Bradesco Asset recentemente, como um dos primeiros produtos do programa ETF Connect. Ele espelha um fundo negociado na China que acompanha o índice CSI 300, composto pelas maiores empresas do Gigante Asiático, como a fabricante de veículos elétricos BYD, além de companhias de diferentes setores, como os de infraestrutura, financeiro e energético.
O programa ETF Connect une a B3, o Ministério da Fazenda e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para promover a integração dos mercados de capitais da China e do Brasil, Com ele, os investidores passaram a ter uma ponte para a listagem recíproca de ETFs entre a bolsa brasileira e as bolsas chinesas.
Isso porque o ETF Connect permite que brasileiros invistam diretamente nas ações chinesas por meio de ETFs, enquanto os chineses poderão investir em ações brasileiras da mesma forma com os fundos listados nas bolsas de lá.
O programa foi lançado oficialmente em 26 de maio de 2025, com dois primeiros fundos da Bradesco Asset e, posteriormente, da Itaú Asset.
Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram
Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.
Rodolfo Amstalden, CEO da casa de análise, criou um serviço para facilitar o investimento em renda fixa e variável, além de ajudar no acesso à educação financeira
Comunicado oficial alerta candidatos, mas expectativa por novo concurso cresce — mesmo sem previsão confirmada pelo banco
Estudo do Insper indica que bolsa do Pé-de-Meia reduz abandono escolar entre jovens de famílias mais vulneráveis
Após quatro anos sem concorrência, a Starlink, projeto da SpaceX de Elon Musk, ganha um forte concorrente no mercado brasileiro
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com os maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (16); confira os valores em disputa.
Ganhos na bolsa e na renda fixa garantiram superávit bilionário ao fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil
O atraso nas regras do IR 2026, um prêmio milionário na Lotofácil e a disputa entre Casas Bahia e Pão de Açúcar estão entre as notícias mais lidas da semana no Seu Dinheiro
Receita Federal divulga detalhes do IRPF 2026 em coletiva às 10h; atraso no anúncio pode reduzir a janela de envio da declaração neste ano
Bilhetes simples cravaram as 15 dezenas e renderam mais de R$ 1 milhão para cada vencedor; Mega-Sena, Quina e +Milionária seguem travadas
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto; hoje são contemplados os nascidos em fevereiro.
Preso em Brasília, Vorcaro escolhe José Luís de Oliveira Lima para liderar a defesa; advogado já atuou em casos como Mensalão e julgamento de Braga Netto
Entre as 70 atrações do Cacau Park, o destaque é a mais alta e mais rápida montanha-russa da América Latina
Com tecnologia do Gemini, o Google quer transformar o Maps em um assistente capaz de responder perguntas e sugerir lugares em tempo real
Aumento será de R$ 0,38 por litro nas refinarias, enquanto governo aposta em desoneração e subsídio para suavizar efeito nas bombas
James Howells seria considerado um bilionário no Brasil se sua agora ex-namorada não tivesse jogado fora um HD com 8 mil bitcoins
Escalada do Brent e bloqueio das importações aumentam pressão sobre a política de preços da estatal
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (12). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania acumularam. Consequentemente, os prêmios em jogo aumentaram.