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De acordo com um relatório do UBS, o real tem ganhado força contra o dólar, mas as coisas poderiam estar melhores se o cenário de risco fiscal doméstico se dissipasse
Durante as manifestações que varreram o Brasil em 2016 contra a então presidente do país, um cartaz ficou eternizado: “Dilma, devolva meu dólar a R$ 1,99!”. Hoje, vira e mexe essa imagem volta à tona na internet e os usuários brincam que a exclamação deixou de ser uma crítica e virou um pedido de socorro. Mesmo que o impeachment tenha trazido um baita alívio ao câmbio naquele período.
À época, o dólar estava na casa dos R$ 3,45. Então, a manifestante deve estar bastante insatisfeita ao ver que a moda norte-americana encerrou as negociações da última quarta-feira (16) a R$ 5,5685 — ainda que tenha passado por uma desvalorização tanto frente ao real quanto em relação a outras divisas no primeiro semestre de 2025, graças à escalada da guerra comercial do presidente Donald Trump.
Acontece que, na visão do UBS, a moeda poderia ter perdido ainda mais força em relação ao real se considerássemos somente o cenário internacional. Nas projeções do banco, era para o dólar estar a R$ 4,30 nessas condições.
No entanto, assim como acontecia durante o governo Dilma, os problemas domésticos do país ainda entram no caminho de um dólar cada vez mais depreciado, segundo o banco. Isso porque, quando o “risco Brasil” entra em jogo, a casa estima um valor justo de R$ 5,28 para o câmbio.
“Historicamente, a direção do dólar no cenário internacional é o principal motor do real, e o ambiente atual, com dólar mais fraco, preços de commodities resilientes e menor aversão ao risco, tem beneficiado as moedas emergentes de forma geral”, destacam os analistas.
No entanto, o contexto doméstico segue marcado por um desgaste fiscal marcado pela disputa entre os poderes sobre o Orçamento de 2025.
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De um lado, o Executivo quer “resolver o problema” por meio do aumento da arrecadação – com a alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a tributação de investimentos —, enquanto o Legislativo pressiona na direção contrária.
Em outras palavras, se não fosse por isso, o câmbio poderia estar ainda mais depreciado.
Segundo o relatório, a valorização do real frente ao dólar é quase inteiramente culpa do cenário externo. Até porque, desde o Dia da Libertação, quando Trump disparou tarifas contra parceiros comerciais, o fluxo de capital começou a se movimentar para fora dos EUA. Sobrou um pouquinho para nós.
“Se, além do cenário externo benigno, houver uma sinalização clara de que a próxima administração será capaz de enfrentar os desafios fiscais, o real pode ter espaço para uma valorização adicional relevante”, diz o relatório.
Os analistas afirmam que experiências históricas de outros emergentes mostram que momentos de “re-rating” fiscal, quando há uma mudança crível na trajetória das contas públicas, costumam ser acompanhados por uma valorização expressiva da moeda.
A magnitude desse movimento, porém, depende do contexto global, do ponto de partida e do espaço para a compressão do prêmio de risco.
A valorização do real no início dos anos 2000, durante o governo Lula, coincidiu com superávits primários consistentes e a queda da dívida bruta, além do superciclo de commodities. Esse cenário favoreceu a consolidação fiscal e impulsionou a valorização da moeda.
Entre janeiro de 2003 e outubro de 2008, o câmbio real efetivo valorizou cerca de 70%, atingindo o patamar mais alto da história recente, chegando a 124% da média histórica desde 1994.
Outro momento de alta aconteceu no final do governo Dilma, quando o mercado anteviu uma possível melhora fiscal com a troca de governo. Do final de 2015 até fevereiro de 2017, o real subiu cerca de 33%.
Após a pandemia, a moeda brasileira também se deu bem, em parte por uma correção após o impacto da crise global. No primeiro semestre de 2023, com a precificação do novo arcabouço fiscal, o real valorizou em 9%, e até maio de 2025, a valorização foi de 6%. Isso aconteceu em um contexto de reabertura da China e um dólar global mais fraco.
Apesar disso, no fechamento de maio deste ano, o real ainda estava cerca de 20% abaixo da média histórica desde 1994. Entre as principais moedas emergentes, apenas a Argentina e a Turquia têm níveis de depreciação mais acentuados.
A conclusão do estudo é que o real está descontado tanto em relação à sua média histórica quanto em termos de prêmio de risco doméstico. Caso haja uma sinalização clara de compromisso com a consolidação fiscal — talvez no próximo governo — e o ambiente externo continue com o dólar fraco, o real tem espaço para reduzir esse prêmio e se valorizar de forma expressiva
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