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Levantamento da B3 aponta crescimento em todas regiões do país, mas mulheres continuam a representar apenas 26,26% dos investidores
Já em 2020, cerca de um terço da riqueza mundial estava nas mãos das mulheres — e essa participação continua crescendo. No Brasil, essa tendência passou a se refletir na bolsa de valores. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (06) pela B3, a presença feminina na renda variável atingiu um novo recorde em 2024: um aumento de 7%, totalizando 1,38 milhão de investidoras.
O avanço foi ainda mais expressivo no Tesouro Direto. O número de mulheres que apostam nesse tipo de investimento saltou 15,04% em um ano, ultrapassando pela primeira vez a marca de 1 milhão, com um total de 1.049.097 investidoras.
“O aumento significativo de mulheres investindo na B3 reflete a evolução da educação financeira da população como um todo. Em se tratando das mulheres, pesquisas mostram que, no geral, elas se preparam e juntam mais dinheiro antes de começar a investir. Essa preparação cuidadosa é evidenciada pela busca por diversificação”, afirmou Christianne Bariquelli, superintendente de Educação da B3, em nota.
Apesar da conquista, ainda existe muito terreno para avançar. Mesmo com o crescimento expressivo, as mulheres ainda representam 26,26% do total de 5.259.178 investidores na bolsa brasileira. Mas a mudança está em curso, e alguns estados já puxam essa transformação.
A região Sudeste lidera o ranking de mulheres investidoras em renda variável. São Paulo está no topo, com 522.124 investidoras, seguido pelo Rio de Janeiro, com 149.206, e Minas Gerais, com 136.132. O estado paulista registrou um crescimento de 6%, enquanto o Rio e Minas tiveram uma alta de 8% cada.
Completando o top 5, na região Sul o Paraná soma 84.407 investidoras e o Rio Grande do Sul, 71.593, ambos com um avanço de 7%.
No Nordeste, o crescimento foi ainda mais expressivo. A Bahia lidera com 48.742 mulheres investidoras, uma alta de 8,5% em relação a 2023. Pernambuco vem na sequência, com 32.459 investidoras e crescimento de 8,75%, seguido pelo Ceará, que registrou o maior avanço da região, de 10%, chegando a 28.916 investidoras.
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No Centro-Oeste, o Distrito Federal se destaca com 43.118 investidoras e alta de 5,5%. Goiás ocupa a segunda posição, com 35.341 mulheres investindo em renda variável, um crescimento de 6,5% no período. Mato Grosso registrou um aumento de 8%, alcançando 16.988 investidoras, enquanto Mato Grosso do Sul cresceu 7%, chegando a 13.842.
Já na região Norte, o Amazonas teve o maior crescimento proporcional do país: 10,13% em um ano, alcançando 11.736 investidoras. O Pará segue liderando em número absoluto na região, com 19.210 mulheres investidoras, após um avanço de 10,05%.
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