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A instituição do banqueiro Daniel Vorcaro cresceu emitindo certificados com remunerações muito acima da média do mercado e vinha enfrentando dificuldades nos últimos meses
Após a liquidação extrajudicial do Banco Master e de outras instituições do conglomerado, o Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central (BC) afirmou em ata da última reunião que o processo não traz risco sistêmico.
Em documento, o colegiado lembrou que o Grupo Master tem "porte pequeno", representando apenas 0,57% do ativo total e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
O comitê também ressaltou que a avaliação sobre a interferência do Banco Central em instituições financeiras em desequilíbrio considera a proteção da "normalidade da economia pública e a preservação dos interesses dos depositantes, investidores e demais credores", afirmou a autarquia na ata.
Além disso, o Comef afirmou que o Regime de Administração Especial Temporária (RAET) imposto ao Banco Master foi adotado para permitir o funcionamento regular da controlada Will Financeira S.A. CFI.
No documento, o BC aproveitou para destacar que o comportamento ético das instituições que integram o SFN - bem como de "seus controladores e dirigentes" - são elementos relevantes para a estabilidade financeira.
"Nesse contexto, as ações de supervisão, pautadas pelo rigor técnico e pela discrição, são conduzidas de maneira firme — e em colaboração com outras autoridades, quando cabível segundo os ditames legais —, visando preservar a estabilidade financeira e coibir práticas contrárias à legislação e aos interesses da sociedade", acrescentou a ata.
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O Comef é um órgão interno e consultivo do BC, criado com o objetivo de avaliar a estabilidade financeira e definir as estratégias da autarquia para mitigar o risco sistêmico no SFN. Em agosto, o comitê esteve no centro do debate do aumento do Adicional de Capital Contracíclico (ACCP), que levou o CEO do Bradesco (BBDC4) e até a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) a questionarem os planos do Banco Central.
O Banco Master, que cresceu emitindo certificados com remunerações muito acima da média do mercado, vinha enfrentando dificuldades nos últimos meses.
A instituição emitia CDBs com remuneração até 120% do CDI e possuía investimentos de alto risco e baixa liquidez, como precatórios e participações em empresas em dificuldade. O banco se fiava usando o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como atrativo e captou cerca de R$ 70 bilhões em CDBs.
Fora isso, cerca de 34% do patrimônio do Master é composto por créditos a receber — como precatórios e direitos creditórios oriundos de ações judiciais —, o que vai na contramão dos grandes bancos, cuja carteira é formada majoritariamente por empréstimos ao varejo e atacado, a grandes empresas.
Porém, sinais de que algo não ia bem ficaram ainda mais claros em março, quando o conselho da estatal BRB, Banco de Brasília, aprovou a compra de 58% do capital da instituição, em uma operação estimada em cerca de R$ 2 bilhões, uma das maiores aquisições de bancos dos últimos tempos no Brasil.
A aquisição era vista como uma solução para o Master, conhecido no mercado financeiro pelo alto custo de captação em títulos de renda fixa. Diante da situação, órgãos de controle passaram a acompanhar a operação.
Enquanto essa venda não era concretizada, o Master precisava de dinheiro para pagar as contas. O FGC concedeu uma linha de crédito de R$ 4 bilhões em maio, quando a instituição ainda tentava fechar o acordo com o BRB. Naquele momento, era uma linha de crédito de 30 dias, que foi renovada e estendida mais duas vezes.
Porém, em setembro, o BC vetou a compra pelo BRB, citando falta de viabilidade econômica e risco na absorção de ativos, já que o banco estatal precisaria assumir integral ou parcialmente operações de pouca transparência do Master.
Um dos motivos para o veto é a informação de que o BRB havia adquirido uma carteira de crédito de R$ 1 bilhão do Master, compra feita sem transparência.
Ainda assim, em 17 de novembro, a holding de investimentos Fictor apresentou uma proposta para comprar o Banco Master, em uma operação que incluiria aporte imediato de R$ 3 bilhões para reforço da estrutura de capital da instituição.
No entanto, no dia seguinte, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, decretou a liquidação sob a justificativa de grave crise de liquidez e violação de regras bancárias.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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