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NOITE CRIPTO

Tempestade macroeconômica: sem corte de juros e com tarifas, bitcoin (BTC) cai para US$ 113 mil e arrasta outras criptos

Com cenário macro ainda adverso nos EUA, os ativos digitais seguem pressionados enquanto o mercado busca gatilhos positivos em meio a tarifas e sinais de desaceleração econômica

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Imagem: Jonathan Borba/Unsplash

Se todas as palavras do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se tornassem realidade, é bem provável que o bitcoin (BTC) já estaria à procura de novos recordes. Mas nem tudo que sai da Casa Branca serve de gatilho positivo. 

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Desde a semana passada, o BTC e o mercado de criptomoedas como um todo vêm enfrentando uma pressão crescente diante do novo pacote de tarifas norte-americanas, e de um Federal Reserve (Fed) que resiste em cortar os juros, mesmo sob intensa pressão política.

Nesta terça-feira (5), o mercado de criptomoedas encarou mais um dia de baixa, com o BTC despencando 1,04% nas últimas 24 horas. 

Por volta das 18h25, segundo dados do Coin Market Cap, o maior criptoativo do mercado era cotado a US$ 113.798,06, acumulando uma desvalorização de 7,55% em relação à máxima histórica.

Outros grandes nomes do mercado também sangraram. O ethereum (ETH) caiu 3,36%, o XRP recuou 3,86% e a solana (SOL) acumulou perdas de 2,85% no dia, destacando-se com uma queda ainda mais expressiva nos últimos sete dias de 9,18%.

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No centro da tempestade estão os dados macroeconômicos dos EUA que, apesar de questionados por Trump, continuam pressionando os ativos de risco.

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Além das novas tarifas — que devem começar a ser aplicadas nesta semana — e o payroll — que indicou uma desaceleração mais intensa que o previsto no mercado de trabalho em julho —-, nesta terça-feira, o PMI (índice de gerente de compras) do setor de serviços também decepcionou, ficando abaixo das estimativas e acendendo um alerta de estagflação.

O índice chegou a 50,1 em julho, enquanto as projeções apontavam para 51,5. Um número acima de 50 indica expansão econômica e menor que esse nível, contração.

Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo nesta terça-feira (5):

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#Nome (Símbolo)Preço (USD)24h7dYTDMarket Cap (USD)
1Bitcoin (BTC)US$ 113.798,06-1,04%-2,95%21,84%US$ 2,26 tri
2Ethereum (ETH)US$ 3.586,42-3,36%-4,70%7,66%US$ 432,92 bi
3XRP (XRP)US$ 2,94-3,86%-5,07%41,62%US$ 174,70 bi
4Tether (USDT)US$ 1,000,00%0,03%0,20%US$ 163,89 bi
5BNB (BNB)US$ 750,13-2,19%-6,40%7,01%US$ 104,48 bi
6Solana (SOL)US$ 163,12-2,85%-9,18%-13,80%US$ 87,83 bi
7USDC (USDC)US$ 1,000,02%0,01%0,03%US$ 64,57 bi
8TRON (TRX)US$ 0,33-0,31%-0,80%30,60%US$ 31,44 bi
9Dogecoin (DOGE)US$ 0,20-4,47%-9,98%-37,06%US$ 29,88 bi
10Cardano (ADA)US$ 0,72-3,95%-6,73%-14,42%US$ 25,58 bi
Fonte: Coin Market Cap

Fim do sonho americano? 

Analistas começam a ficar preocupados com os indicadores macroeconômicos norte-americanos e, mesmo que suas previsões não se tornem realidade, o clima de cautela tende a prejudicar ativos de risco como as criptomoedas. 

Nesse cenário os olhos se voltam ao Federal Reserve (Fed) e como o banco central norte-americano irá seguir com a política monetária.

“Os dados sempre sofrem grandes revisões quando a economia está em um ponto de inflexão, como uma recessão”, escreveu o economista Mark Zandi após as revisões negativas dos dados de emprego na última sexta-feira. 

“A economia está à beira da recessão. Os gastos do consumidor estagnaram, a construção e a indústria estão se contraindo e o emprego deve cair. Com a inflação em alta, é difícil para o Fed socorrer.”

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Gerentes da Hoisington Investment Management, Lacy Hunt e Van Hoisington, também alertaram que o banco central pode estar subestimando o risco. Na visão deles, os impactos da inflação gerada pelas tarifas são temporários, enquanto os efeitos contracionistas subsequentes devem pesar mais.

“O Fed precisa adotar rapidamente uma política acomodatícia. Esperar será imprudente. O risco maior está na contração iminente da atividade global.”

O que dizem os números: bitcoin de volta nos US$ 100 mil?

Segundo análise de Omkar Godbole, da CoinDesk, publicada na segunda-feira (4), os gráficos de curto e médio prazo acendem alertas importantes.

Segundo a análise, o BTC falhou em romper uma linha de tendência que conecta os picos de 2017 e 2021. O MACD e o RSI também sinalizam perda de fôlego na alta, sugerindo um mercado mais fragilizado.

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No curto prazo, o gráfico de “quebra de três linhas” aponta três barras vermelhas consecutivas — um padrão clássico de reversão de tendência. Caso o suporte em US$ 111.965 não se sustente, o ativo pode testar os US$ 100.000. Para reverter o cenário, precisaria superar os US$ 122.056.

Entre os principais níveis de atenção, a resistência está em US$ 120.000, US$ 122.056 e US$ 123.181. Os suportes aparecem em US$ 111.965, US$ 112.301 (média móvel de 50 dias) e US$ 100.000.

O ethereum, por sua vez, caiu quase 10% na semana passada e formou o padrão técnico conhecido como “semana externa de baixa”, que representa a perda de controle dos compradores. 

As médias móveis de curto prazo cruzaram para baixo e o gráfico de três linhas confirmou a tendência com dois blocos vermelhos. O suporte mais próximo está em US$ 3.355, com risco de queda até os US$ 3.000 ou US$ 2.879. Para inverter a maré, teria que retomar os US$ 4.000.

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*Com informações da Coindesk

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